sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Assu – terra da poesia – está de luto com a partida de Chico Elion
Na fotografia, data de 2010, da esquerda: Fernando Caldas, Chico Elion, Ana, Leide Câmara, no Palácio da Cultura em Natal.
Partiu ontem, 13 de junho, para “o lado do azul”, aos 83 anos de idade, o nosso "poetinha" querido dos potiguares chamado Francisco Elion Caldas Nobre ou Chico Elion ou “Chico Elion” como era mais conhecido nos meios artísticos do país. Eu tive o privilégio de com ele ter convivido, unidos pela amizade e pelo parentesco, de quem eu guardo boas recordações e lembranças. Ele estreou como cantor, aos dezoito anos de idade, cantando na Rádio Nacional do Rio de Janeiro, a canção Lavadeira, em 1948. tor de mais de 400 composições. Em 1950 Aldair Soares gravou pela CBS a canção Moinho D’agua e em 1955 Rinaldo Calheiros gravou a composição de autoria dele, Chico Elion, intitulada Se eu fracassar. consagrou-se com a canção intitulada Ranchinho de Paia interpretada (1952) por grandes nomes da Canção Popular Brasileira como, Trio Irakitan, Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Ivanildo Sax de Ouro, dentre outros. Afinal, sem o talento de Chico Elion, perde o Assu, a terra potiguar e o Brasil. Vejamos para o nosso deleite “Ranchinho de Paia”, a sua eterna canção:
Ranchinho de paia,
Que abriga você
Nas paia do coqueiro
E só a lua nos vê.
Ranchinho de paia,
Onde tudo é amor
A beleza na praia
E o canto do pescador.
Ranchinho de paia,
Onde o chão é de areia,
Onde nós dois se "agasaia"
Nessa casinha tão feia.
Mas pouca gente
É feliz como nós
Um canta pro outro
E do vento, escutamos a voz.
Fernando Caldas
quinta-feira, 13 de junho de 2013
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PARCERIA
CULTURAL COMUNITÁRIA
Caros amigos e amigas,
O Instituto Histórico
e Geográfico do Rio Grande do Norte é uma organização de caráter privado, com
111 (cento e onze) anos de existência, guardião da memória potiguar, corporificados
por documentos tricentenários, representados por um acervo de cerca de 50 mil
títulos e obras raras. Contudo, a conservação deste acervo está em perigo
constante, tal a precariedade física do seu prédio-sede e o risco iminente de
sinistro, já atestado por laudos técnicos de órgãos competentes, além de outras
urgentes providências que são descritas na relação anexa.
Visando a solução desse
grave problema os atuais dirigentes do Instituto, tendo à frente o Presidente
Valério Mesquita vem procurando celebrar convênio com entidades governamentais,
as quais, mercê de determinação legal, exige contrapartidas em recursos
financeiros, que efetivamente não temos.
Sendo assim, chegou a
hora da convocação do povo, real destinatário desta Casa da Memória, para
salvar o patrimônio que lhe pertence e essa ajuda que se torna fundamental,
somente poderá ocorrer com desembolso financeiro, em tempo breve.
Com essa finalidade,
deposite sua contribuição, que esperamos seja generosa, nunca inferior a R$
50,00 (cinquenta reais), na CONTA Nº 130001219 – AGÊNCIA Nº 4322, do
Banco Santander – Natal/Centro, (CNPJ.: 08.274.078.0001-06) ou, se mais
conveniente, pela entrega da contribuição na Sede do Instituto, na rua da
Conceição, nº 622 – Cidade Alta – no turno matutino, diariamente, local em que
os diretores se reúnem.
A história do Rio
Grande do Norte agradece.
Natal, 11 de junho de
2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013

Por Cristina Costa
Não me enquadro neste tempo-espaço!
Terei nascido na era errada?
Este tempo sombrio em nada se enquadra ao meu!
Serei de um tempo remoto, onde havia sensibilidade
e os valores eram retos?
Terei vindo de mares distantes, de águas onde às vezes mergulho
em busca de alento e paz?
Serei eu de ares remotos ou de lugares luminosos e diferentes?
Sou de um lugar onde se brinca com com anjos
e descansa sem máscaras!
Onde abro a janela dos sonhos
e por entre as frestas, arriscam-se luzes
e desejos cintilam em azuis violáceos.
E arrisco uma nota sol no meu violino imaginário
E nada mais me causa tormento
nem a voz do vento a sussurrar.
Preparo um poema-luz que retiro das entranhas
o mistério contido no mais obscuro recanto da minha alma.
De onde sou? Não sei!
Só sei que o meu tempo é escasso
e anseio pelo momento de retornar.
Terei nascido na era errada?
Este tempo sombrio em nada se enquadra ao meu!
Serei de um tempo remoto, onde havia sensibilidade
e os valores eram retos?
Terei vindo de mares distantes, de águas onde às vezes mergulho
em busca de alento e paz?
Serei eu de ares remotos ou de lugares luminosos e diferentes?
Sou de um lugar onde se brinca com com anjos
e descansa sem máscaras!
Onde abro a janela dos sonhos
e por entre as frestas, arriscam-se luzes
e desejos cintilam em azuis violáceos.
E arrisco uma nota sol no meu violino imaginário
E nada mais me causa tormento
nem a voz do vento a sussurrar.
Preparo um poema-luz que retiro das entranhas
o mistério contido no mais obscuro recanto da minha alma.
De onde sou? Não sei!
Só sei que o meu tempo é escasso
e anseio pelo momento de retornar.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Uma merecida homenagem
Ao meu lado direito, na fotografia recente (sábado passado, 6 de junho), um velho amigo chamado Edgard Montenegro, que no dia 23 que se aproxima, aniversaria completando seus bons 95 anos de idade, gozando de boa saúde, de uma lucidez invejável. Por sinal, ele é meu primo pelo lado dos Lins Caldas. Político desde os tempos da UDN. Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura de Lavras, sul de Minas Gerais. Brilhante orador, foi prefeito do Assu-RN, minha terra natal, deputado estadual em várias legislaturas, além de secretário de governo. Tive o privilégio de com ele, Edgard, ter feito militância política, participando ao seu lado, de campanhas memoráveis. Afinal, é o político mais antigo da terra potiguar. Figura de espírito público, de bem e do bem.
Fernando Caldas
segunda-feira, 10 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
BREVE RELATO
ASSÚ – RIO GRANDE DO NORTE - BRASIL

O topônimo ASSÚ, originou-se da grande Aldeia ou taba, denominada Taba-Assú, existente na região em meados do século XVII, que significava em tupi-guarani Aldeia Grande. Povoada pelos índios Janduís os quais firmaram verdadeiros laços de amizade com os holandeses, transformando-se em ferrenhos inimigos dos portugueses.
Os Janduís, comandados pelo rei Janduí, participaram ativamente, por mais de 10 anos, da Guerra dos Bárbaros ou Confederação dos Cariris considerado, até hoje, como o maior levante indígena do Brasil.
Desta guerra (1686 à 1696) participou o então Capitão-Mor da Capitania do Rio Grande Bernardo Vieira de Melo, o qual chegou guarnecido com o que se tinha de melhor em termos de força militar da Bahia, Pernambuco e o'Terço dos Paulistas' com o intuito de expulsar os indígenas, conseguindo a custa de muito sangue, no dia 24 de abril de 1696, aldear todos os índios, criando o Presídio Nossa Senhora dos Prazeres.
A Lei Provincial de nº 124 de 16 de outubro de 1845, concedeu a Villa Nova da Princesa, foros de cidade com o nome de ASSÚ (com dois esses e acento agudo no U).
NOMES:
Taba-Assú – Por volta de 1630 à 1686.
Arraial Santa Margarida – 06/02/1686 à 23/04/1696.
Arraial Nossa Senhora dos Prazeres - 24/04/1696 a 21/07/1776.
Villa Nova da Princesa – 22/07/1776 a 15/10/1845.
ASSÚ – 16/10/1845 até os dias atuais.
PSEUDÔNIMOS: Terra dos Poetas / Atenas Norte-Rio-Grandense / Terra dos Verdes Carnaubais / Capital Nacional dos Baobás / Capital do Vale.
Adjetivo Pátrio - Assuense.
Clima – Quente.
Temperatura - 30ºC (média).
Área - 1.269,235 km².
População - 54.031 habitantes (IBGE – 2012).
Postado por Ivan Pinheiro Bezerra
EM FAMÍLIA GEORGE SOARES PARTICIPA DA TRADICIONAL MISSA DE PÁSCOA DA COLÔNIA ASSUENSE, EM NATAL
Na manhã deste sábado, 8, o Deputado George Soares (PR) participou, em família, da tradicional Celebração da Páscoa da Colônia Assuense, na igreja de Nossa Senhora do Líbano, em Natal. O evento recebeu a imagem de São João Batista - Padroeiro do Assu.
Estiveram na Celebração as 4 gerações da família Montenegro, o avô do Parlamentar, Edgar Montenegro, sua mãe Rizza Montenegro e sua filha Stella. Danielle, esposa do republicano também esteve presente.
"Temos que manter nossas tradições vivas, por isso que faço questão de estar presente todo ano e hoje, em especial, de trazer minha família para essa celebração."
Após a missa George Soares participou também do tradicional café da manhã. A programação seguiu com o forró, que aconteceu na AABB a partir do meio dia.
Assessoria Parlamentar Deputado Estadual George Soares
Fotos de: Aida Celeste Tavares de Sá Leitão.
OUTRAS FOTOS DA CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA DA COLÔNIA ASSUENSE
Fotos de: Aida Celeste Tavares de Sá Leitão.
Postado por Ivan Pinheiro Bezerra
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO





