
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
REVISTA O BONECO
O Assuense Wagner de Oliveira lançou no sábado dia 26 de outubro, nas dependências do Cine Teatro Dr. Pedro Amorim, a Revista em quadrinhos O BONECO. A revista contou com o apoio da Livraria Câmara Cascudo, Fundação José Augusto e Gráfica Manimbu.
Adquiri a Revista O Boneco. Li e me impressionei com a criatividade e a qualidade dos desenhos. Wagner realmente é um desenhista de primeira grandeza. Na arte de desenhar é eclético - não fica preso a um estilo. Recomendo adquirir O Boneco. Parabéns e muito sucesso.
Wagner de Oliveira nasceu em Assu no dia 09 de maio de 1976, filho do pintor e desenhista Walderson Inácio de Oliveira - popular Barrinha e Raimunda Oliveira (in-memorian). Wagner é desenhista desde os 6 anos de idade, cresceu lendo os mestres Mozart Couto, Eugênio Colonesse, Flávio Colin, Emir Ribeiro e outros. Seu sonho sempre foi trabalhar com quadrinhos. Sob convite de Luiz Elson, fez seu primeiro trabalho em quadrinhos, que na verdade, servirá como storyboard, de um roteiro desenvolvido por ele, de um filme homônimo que está sendo desenvolvido pela equipe de cinema de Assu, na qual faz parte.
Wagner de Oliveira é artista plástico, desenhista, poeta, escultor, chargista e escreve nas horas vagas. Trabalha à 8 anos como oficineiro (instrutor) com crianças e adolescentes na sua cidade natal.
Adquiri a Revista O Boneco. Li e me impressionei com a criatividade e a qualidade dos desenhos. Wagner realmente é um desenhista de primeira grandeza. Na arte de desenhar é eclético - não fica preso a um estilo. Recomendo adquirir O Boneco. Parabéns e muito sucesso.
Wagner de Oliveira nasceu em Assu no dia 09 de maio de 1976, filho do pintor e desenhista Walderson Inácio de Oliveira - popular Barrinha e Raimunda Oliveira (in-memorian). Wagner é desenhista desde os 6 anos de idade, cresceu lendo os mestres Mozart Couto, Eugênio Colonesse, Flávio Colin, Emir Ribeiro e outros. Seu sonho sempre foi trabalhar com quadrinhos. Sob convite de Luiz Elson, fez seu primeiro trabalho em quadrinhos, que na verdade, servirá como storyboard, de um roteiro desenvolvido por ele, de um filme homônimo que está sendo desenvolvido pela equipe de cinema de Assu, na qual faz parte.
Wagner de Oliveira é artista plástico, desenhista, poeta, escultor, chargista e escreve nas horas vagas. Trabalha à 8 anos como oficineiro (instrutor) com crianças e adolescentes na sua cidade natal.
Páginas 24/25 da O Boneco
Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso ?
E Deus disse:
Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Mas diga-me Senhor:
Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir,
o que é suficiente para que eu seja feliz ?
Serei feliz lá embaixo ?
Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante,
você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Como poderei entender quando falarem comigo,
se eu não conheço a língua que as pessoas falam ?
Com muita paciência e carinho,
seu anjo lhe ensinará a falar.
E o que farei quando eu quiser Te falar ?
Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Eu ouvi dizer, que na Terra há homens maus.
Quem me protegerá deles ?
Seu anjo lhe defenderá
mesmo que signifique arriscar a própria vida.
Mas eu serei sempre triste
porque eu não Te verei mais... Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim,
lhe ensinará a maneira de vir a Mim,
e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu,
mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu suavemente:
Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora,
diga-me por favor, o nome do meu anjo ?
E Deus respondeu:
Você chamará seu anjo de ... MÃE!
(Da linha do tempo/facebook de SS)
Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso ?
E Deus disse:
Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Mas diga-me Senhor:
Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir,
o que é suficiente para que eu seja feliz ?
Serei feliz lá embaixo ?
Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante,
você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Como poderei entender quando falarem comigo,
se eu não conheço a língua que as pessoas falam ?
Com muita paciência e carinho,
seu anjo lhe ensinará a falar.
E o que farei quando eu quiser Te falar ?
Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Eu ouvi dizer, que na Terra há homens maus.
Quem me protegerá deles ?
Seu anjo lhe defenderá
mesmo que signifique arriscar a própria vida.
Mas eu serei sempre triste
porque eu não Te verei mais... Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim,
lhe ensinará a maneira de vir a Mim,
e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu,
mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu suavemente:
Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora,
diga-me por favor, o nome do meu anjo ?
E Deus respondeu:
Você chamará seu anjo de ... MÃE!
(Da linha do tempo/facebook de SS)
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Energia eólica: Jornalista resgata ineditismo do ex-deputado no Estado
De
acordo com o jornalista natalense Roberto Guedes, coube ao ex-deputado e
empresário Manoel Montenegro Neto, “Manuca”, o pioneirismo de ter sido
responsável por despertar, junto ao segmento empresarial europeu, o
potencial de geração de energia eólica existente no Estado do RN.
A afirmação do jornalista se deu durante uma reportagem especial veiculada pela TV Assembleia, da Assembleia Legislativa do RN, sobre o município de Caiçara do Rio dos Ventos.
A afirmação do jornalista se deu durante uma reportagem especial veiculada pela TV Assembleia, da Assembleia Legislativa do RN, sobre o município de Caiçara do Rio dos Ventos.
Ainda
na década de 90, “Manuca” foi protagonista da primeira experiência
inovadora de geração de energia elétrica com o aproveitamento da força
dos ventos, a partir de um projeto-piloto por ele implantado na antiga
Adega da Ponte, entre Assú e Ipanguaçu.
Atualmente, inúmeros empreendimentos de energia eólica se distribuem por diversos pontos do Estado.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
No teu corpo é que eu me encontro.
Depois do amor o descanso
e essa paz infinita.
No teu corpo minhas mãos deslizam
e se firmam numa curva mais bonita.
No teu corpo o meu momento é mais perfeito
e eu sinto no teu peito o meu coração bater.
É no meio desse abraço
que eu me enlaço e que me entrego.
E continuo a viagem perdida nessa paisagem
onde tudo me fascina.
Deixo-me ser levada por um caminho encantado
que a natureza me ensina.
E embora eu conheça bem os teus caminhos
deixo-me envolver pelos teus carinhos.
E é ai que me encontro
quando me perco no teu corpo.
Roberto Carlos
Foto de CC
CULTURA
POSSE DOS ASSUENSES IVAN PINHEIRO E GILVAN LOPES NO ICOP
O Cine Teatro Pedro Amorim foi, na noite de sábado 26, palco da sessão especial de recepção dos novos confrades do Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP),Ivan Pinheiro Bezerra e Gilvan Lopes.
O Presidente do
ICOP Aécio Cândido presidiu a sessão. Fizeram parte da mesa, além dos
empossados, o prefeito Ivan Júnior, diretora da DIRED Livanete Barreto, o
pesquisador e o vice-presidente do ICOP Benedito Vasconcelos Mendes.
O pesquisador e
sócio efetivo do ICOP Kidelmir Dantas apresentou os novos confrades que
receberam broches do Instituto e assinaram o Livro de Sócios.
Na oportunidade foi lançada a 17ª Edição da revista OESTE com
homenagens e reportagens especiais sobre o município com artigos dos
professors Joací Rufino Raimundo Inácio, Mauricio Miranda e Cássia Matos
da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), além de um
ensaio fotográfico realizado por Getúlio Moura com ilustrações de Gilvan
Lopes. Também foi lançada a Revista O Boneco do assuense Wagner Oliveira.
O Instituto
Cultural do Oeste Potiguar foi fundado em 30 de março de 1957, por um
grupo de intelectuais da cidade de Mossoró, entre eles João Batista
Cascudo Rodrigues e Moacir Lucena.
O atual
presidente do Instituto, Aécio Cândido, falou que a missão do ICOP é
“difundir a cultura potiguar, sobretudo da região Oeste” e preservar a
memória histórica, artística e cultural de personagens para as gerações
futuras.

O confrade do ICOP Ivan Pinheiro Bezerra (foto) dedicou
a posse à memória do poeta assuense Renato Caldas que naquela noite
estava completando 22 anos de sua partida (26/10/1991) e a sua mãe
Terezinha Roberta que estava presente à solenidade. O discurso de Ivan
foi em versos. Vejamos:
POSSE ICOP
Hoje, no minguar dos raios do luar,
Cumprimento às doutas autoridades
Responsáveis pelo ato e formalidades
Do Instituto Cultural do Oeste
Potiguar.
Meu regozijo é indescritível,
singular,
Nunca imaginei que este
beradeiro
Pudesse um dia subir num
picadeiro
Para tomar assento em um
Instituto
Regido por um consensual
estatuto,
Austero, porém afável e hospedeiro.
O ICOP existe desde cinquenta e
sete
Só o tempo já prova sua
idoneidade,
Solidez, trabalho e
responsabilidade,
Em prol da arte e da cultura do
Oeste.
O Vale agora se integra e se
reveste
Nas artes plásticas e na
literatura
Para contribuir com
desenvoltura
Com o sucesso desta instituição,
Que goza de prestígio e admiração
Na terra da abolição da
escravatura.
Sou apenas um assuense escondido
Represento hoje dezenas,
centenas...
De “pires na mão”, caçando mecenas,
Sem apoio e de dinheiro
desprovido.
Tu sabes Presidente, Aécio
Cândido,
Na pendura tudo passa a ser sonhos
Deixando nossos artistas
tristonhos.
A janela aberta nesta
solenidade
Traz alento aos artífices da
cidade
Uma nova luz alumia os
medonhos.
Espera-se que o Assu representado
Neste Instituto de conceito e
renome
Possa agora recobrar seu
cognome
Pelos poetas de outrora exaltado.
Não podemos viver só de passado
Aquele torrão berço de
intelectuais
Está muito distante dos dias
atuais
Mas, longe de estarmos
enterrados...
Assu tem milhares de abnegados
Com trabalhos belos,
excepcionais.
Se fosse permitido fazer um
arranjo,
Empossaria estas feras no Instituto
Como não posso, agradeço o
tributo,
Ao nobre confrade Clauder
Arcanjo.
Ele que foi meu protetor, meu
anjo,
Indicando o meu nome como sócio,
Quero então lhe propor um
negócio:
Para o ano se forem
correspondidos
Vamos convocar outros
escondidos
A abraçar este nosso
sacerdócio?
Minha infância foi de
brincadeira
Fui criado entre o córrego* e o
Piató**
Escuvitiando, cheiroso tal um
potó,
Ao pescoço a infalível
baladeira...
Na hora da aula dava até
caganeira.
A escola era o terror da
criançada:
Palmatória, cascudo...
Tabuada...
Nossa mãe, passamos esta fase!
Hoje, eu resumo tudo numa
frase:
Escapei! E a vida é bela,
moçada!
A juventude foi um rolo
compressor
Trabalho, escola, trabalho,
escola...
E a família sempre na minha
cola:
- Estude, estude, para ser
professor!
Se estudar mais poderá ser
doutor,
Ou até, quem sabe, um
engenheiro.
Só não pode ser vadio,
cachaceiro...
E haja escola pública no
trabalhador
Quando acordei era um
historiador,
Um poeta, um escritor sem
dinheiro.
Hoje, depois de livros
publicados***
Permaneço liso, mas me conforta
Saber que estou batendo a porta
Na busca de melhores
resultados.
Amadureci, hoje tenho 2
soldados
Que cobro o estudo no dia-a-dia
Aprendi que a vida é uma
ventania:
Pode passar sem deixar rastros
Por isso precisamos ser astros,
Sem estrelismos... Com
galhardia.
Deveras aquebrantado pelo tempo
Não ouço farfalhar carnaubeiras
Não vejo mais no rio
ribanceiras
Nenhuma criança em passatempo.
Será que é só meu esse
tormento?
Meu Assu esqueceu as tradições?
Estamos em era de divagações
Ou o povo é sábio e entendido
E como está um tanto desiludido
Aguarda a hora das retaliações?
Assu - Prometo, neste instante,
Mais vigor, mais garra e atenção
Para fazer desta nobre
indicação
Um exemplo patriótico e
pulsante.
Não sou, vocês sabem, um
pedante
Mas digo sem precisar de
arrodeio
Entro de cabeça neste tiroteio
De livros, letras, artes e
ciências...
Conviver com tantas sapiências
É ganhar na vida um sorteio.
Buscarei representar nosso Vale
Regando afeto tal qual a um
filho...
Como no inverno plantamos milho,
Na esperança de brotar bom
caule.
Quero mesmo é que meu povo fale
Que tem dois assuenses metidos
No meio dos artistas destemidos
Que expulsaram à bala Lampião...
E foram eles que na escuridão
Gritaram: - Lascaram-se
bandidos!
Assu/Mossoró terras de Santas****
Irmãs desde as suas criações
E hoje, selando estas adesões
Esta o mestre Kydelmir Dantas.
Nossas pelejas já foram tantas
Neste calor humano sem igual
E agora será na área
cultural...
Tá’qui um soldado em guarda
Já estou vestido com a farda
Pode ditar as ordens, general!
Obrigado!
*.
Rua Aureliano Lôpo e Praça Vereador Luiz Paulino Cabral (conhecidas como "Ruas do Córrego); **. Comunidade de Porto Piató; ***.
Dez Contos & Cem Causos; Assu dos Janduís ao Sesquicentenário; Palavra É
Arte (Coletânea). **** Padroeiras: Santa Luzia e Irmã Lindalva (assuense).
Mulher
vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem sim, e se ela
não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’
no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia.
Flores também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores
murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e
brutalidade. Respeite a natureza. Você não suporta TPM? Case-se com um
homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio
dia. Não faça sombra sobre ela. Se você quiser ser um grande homem tenha
uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você
vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um
pé-na-bunda. Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de
nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os
utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e
cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo. É, meu amigo, se
você acha que mulher é caro demais, vire gay. Só tem mulher quem pode!
Luiz Fernando Veríssimo
De: Permita-se
Luiz Fernando Veríssimo
domingo, 27 de outubro de 2013
ASSU É REALIDADE
Na estrada ainda distante
Vejo o vale verdejante,
Vejo a torre da matriz,
Veja a indústria em atividade
Assu é realidade
E faz seu povo feliz.
Seus sobrados seculares
Que antigamente eram os lares
Dos nossos bons ancestrais,
Vêm mais perto a luz da lua,
Estão quase em toda rua,
São nossos cartões postais.
banhada pelo Piranhas
Que corre em suas entranhas
Com solene lentidão,
Se agasalhando em seu colo,
Fertilizando seu solo,
Irrigando coração.
Pra nós, Assu e a mais bela
Lá, o poeta se revela
Com os fluídos da poesia,
Nossas alegrias crescem,
Nossos olhos se umedecem
Com tanto encanto e magia.
Andère Abreu, poeta potiguar de Assu
Vejo o vale verdejante,
Vejo a torre da matriz,
Veja a indústria em atividade
Assu é realidade
E faz seu povo feliz.
Seus sobrados seculares
Que antigamente eram os lares
Dos nossos bons ancestrais,
Vêm mais perto a luz da lua,
Estão quase em toda rua,
São nossos cartões postais.
banhada pelo Piranhas
Que corre em suas entranhas
Com solene lentidão,
Se agasalhando em seu colo,
Fertilizando seu solo,
Irrigando coração.
Pra nós, Assu e a mais bela
Lá, o poeta se revela
Com os fluídos da poesia,
Nossas alegrias crescem,
Nossos olhos se umedecem
Com tanto encanto e magia.
Andère Abreu, poeta potiguar de Assu
Pecado”
As minhas mãos percorrem-te,
Afagam-te, acordam em ti
Todos os secretos desejos,
Que saboreio nessa boca
Quente que me ofereces,
Enquanto os teus seios
Se aninham no meu peito,
As tuas pernas envolvem
A minha cintura,
E os corpos se juntam,
Se abraçam, se aconchegam,
Se tornam apenas um,
Unidos, penetrando-se,
Sentindo-se
Na dança que os ventres
Entoam, ao ritmo alucinante
De um tango gritado
Por nós.
Nenhum deus,
Nenhum credo,
Se atreverá a dizer
Que é “Pecado”,
Mesmo que escrito esteja
No seu livro sagrado,
Porque é amor,
Apenas amor,
Toda esta sofreguidão.
In: "Eu não sou ninguém "
Do BLOGuia PT
Pecado”
As minhas mãos percorrem-te,
Afagam-te, acordam em ti
Todos os secretos desejos,
Que saboreio nessa boca
Quente que me ofereces,
Enquanto os teus seios
Se aninham no meu peito,
As tuas pernas envolvem
A minha cintura,
E os corpos se juntam,
Se abraçam, se aconchegam,
Se tornam apenas um,
Unidos, penetrando-se,
Sentindo-se
Na dança que os ventres
Entoam, ao ritmo alucinante
De um tango gritado
Por nós.
Nenhum deus,
Nenhum credo,
Se atreverá a dizer
Que é “Pecado”,
Mesmo que escrito esteja
No seu livro sagrado,
Porque é amor,
Apenas amor,
Toda esta sofreguidão.
In: "Eu não sou ninguém "
As minhas mãos percorrem-te,
Afagam-te, acordam em ti
Todos os secretos desejos,
Que saboreio nessa boca
Quente que me ofereces,
Enquanto os teus seios
Se aninham no meu peito,
As tuas pernas envolvem
A minha cintura,
E os corpos se juntam,
Se abraçam, se aconchegam,
Se tornam apenas um,
Unidos, penetrando-se,
Sentindo-se
Na dança que os ventres
Entoam, ao ritmo alucinante
De um tango gritado
Por nós.
Nenhum deus,
Nenhum credo,
Se atreverá a dizer
Que é “Pecado”,
Mesmo que escrito esteja
No seu livro sagrado,
Porque é amor,
Apenas amor,
Toda esta sofreguidão.
In: "Eu não sou ninguém "
Do BLOGuia PT
Assinar:
Postagens (Atom)
UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO









