domingo, 3 de novembro de 2013

ASSUENSES EMPENHADOS NA SÉTIMA ARTE

Um grupo formado por abnegados assuenses estão empenhados na promoção de eventos culturais na 'Atenas Norte-rio-grandense'. O mais novo desafio é a produção de filmes. Abaixo, foto, confabulando para as filmagens do 'O Boneco'. A produção cinematográfica será baseada na revista homônima e terá como cenário a casa grande da fazenda Curralinho - um dos antigos casarões do anel da Lagoa do Piató. A casa (foto abaixo) abrigou escravos, possui no seu entorno diversas árvores do tipo Baobá. Um cenário perfeito para a história do "O Boneco".
Deste espaço desejo sucesso a esta turma que mesmo enfrentando diversas dificuldades busca produzir arte em Assu na área de teatro, música, artes plásticas e, agora, cinema. O Blog se coloca à inteira disposição para divulgação dos trabalhos. Parabéns e Sucesso!
Raiane Cristina, Itamares Almeida, Jobielson Silva,
Wagner Di Oliveira, Patrício Martiniano e José Elias.
Casarão da Fazenda Curralinho - Margem da Lagoa do Piató.

Da Revista O Boneco - Wagner Oliveira

SAUDADES DE ZÉ DE DEUS


    
                                                                              Se o grão de trigo morrer, produzirá muito fruto

                                                                              É da Bíblia

José de Deus Alves dos Santos (Seu nome de batismo) ou simplesmente Zé de Deus como era chamado pelos mais íntimos era tipo alto, gordo, garboso. Bom de copo e de garfo, boêmio, amante da boa música, presepeiro (no bom sentido), fazedor de amigos. O que eu admirava nele era o seu coração generoso que batia bem forte quando pensava em servir  ao próximo.

Lembro-me dele, eu era ainda adolescente e tinha apenas uns 13 anos de idade, e ele, Zé de Deus, em plena juventude, chegando no Assu para fixar residência, procedente de Cerro Corá, sua terra natal, para estudar o ginásio no Pedro Amorim, passando a morar com Seu Arthur que tinha um local (Box), salvo engano, de variedades, no Mercado Público da cidade.

Lembro-me das presepadas (no bom sentido) que fazíamos juntos. Tive o prazer de fazer parte do seu convívio (comemorei a conquista do Brasil tri campeão do mundo, em cima dos seus ombros).

Participou no Assu, onde foi comerciante, dos movimentos estudantis e político partidário, como candidato a vice-prefeito, na chapa encabeçada por José André de Souza, nas eleições de 1988, não obtendo sucesso.

Passou a morar nos idos de oitenta, no Alto do Rodrigues onde construiu boas amizades. Na terra assuense não foi difícil angariar simpatias e conquistar dado aquele seu jeito agradável de tratar as pessoas que lhe era peculiar. Já adulto formou-se em direito pela UERN, de Mossoró.

A última vez que nos encontramos fazem uns cinco anos, vim com ele de Assu com destino à Natal, e ele sempre falando no desenvolvimento do tão decantado Vale do Açu que ele tanto amava.

Afinal, fica a saudade, as boas recordações e lembranças na certeza de nos encontrarmos no outro lado, para uma boa prosa! Fica com Deus, Zé de Deus, e dormes o sono dos justos, dos humanos na certeza de que, "a morte se não é uma vida, é, pelo menos, uma miséria sossegada", no dizer do poeta.

Fernando Caldas

Mensagem espírita: "Para ser feliz"

http://www.youtube.com/v/Kn8GwWAnPuc?version=3&autohide=1&autohide=1&showinfo=1&feature=share&autoplay=1&attribution_tag=fh1RPquiCjWFTf6afkD-Fg

sábado, 2 de novembro de 2013

ASSU DE TANTAS FIGURAS

Assu, além de ser cognominada com Terra dos Poetas, Dos Verdes carnaubais, Atenas Norte-Riograndense, é conhecida também como a terra de muitas figuras folclóricaS e boêmias (uma das nossas riquezas). Mundoca, cuja figura cheguei a conhecer e conviver (o da esquerda na fotagrafia), bebia inveteradamente e, quando chegava em estado de embriaguês, ia pra calçadas das casas dos chefes políticos daquela terra assuense e abria o verbo, discursava esculhambando com cada um deles. Isso, nos tempos em que os ex-deputados Edgard e Olavo Montengro, disputava a liderança do vale do Assu. A esquerda de Mundoquinha como também era chamado carinhosamentea, vamos conferir Cleofas Caldas, Ivan Pinheiro, Sá de Massena e Agenor Galizza Jr (Benô) - outro boêmio autêntico do Assu. Fotografia triada no Bar do Vanzinho. Fica o registro.

Fernando Caldas
Mas que com os vivos, vivo com os mortos.

João Lins Caldas, poeta potiguar de Assu

Terremotos no Brasil

Mesmo se localizando ao centro da placa sul-americana, o Brasil pode ser atingido por terremotos.

O Brasil não está isento de terremotos, mesmo com sua localização ao centro da placa sul-americana.

Os terremotos são fenômenos que podem ser causados por falhas geológicas, vulcanismos e, principalmente, pelo encontro de diferentes placas tectônicas. A maioria dos abalos sísmicos é provocada pela pressão aplicada em duas placas contrárias. Portanto, as regiões mais vulneráveis à ocorrência dos terremotos são aquelas próximas às bordas das placas tectônicas. Na América do Sul, os países mais atingidos por terremotos são o Chile, Peru e Equador, pois essas nações estão localizadas em uma zona de convergência entre as placas tectônicas de Nazca e a Sul-Americana.
O Brasil está situado no centro da placa Sul-Americana, que atinge até 200 quilômetros de espessura. Os sismos nessa localidade raramente possuem magnitude e intensidade elevadas. No entanto, existe a ocorrência de terremotos no território brasileiro, causados por desgastes na placa tectônica, promovendo possíveis falhas geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos sísmicos, estão presentes em todo o território nacional, proporcionando terremotos de pequena magnitude; alguns deles são considerados imperceptíveis na superfície terrestre.

Segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), no século XX foram registradas mais de uma centena de terremotos no país, com magnitudes que atingiram até 6,6 graus na escala Richter. Porém, a maior parte desses abalos não ultrapassou 4 graus.

Em 1955, no Mato Grosso, foi detectado um terremoto de 6,6 graus na escala Richter. Nesse mesmo ano, o Espírito Santo foi atingido por um abalo sísmico de 6,3 graus e, no Ceará, foi registrado um terremoto de 5,2 graus na escala Richter, em 1980.

O estado do Amazonas, em 1983, sofreu com um terremoto de 5,5 graus, entretanto, pelo fato de esses terremotos terem atingido áreas com pouca concentração populacional, não houve danos materiais e nem vítimas.
João Câmara, município do Rio Grande do Norte e habitado por 31.518 pessoas, foi atingido por uma série de terremotos na década de 1980. O mais grave deles ocorreu no dia 30 de novembro de 1986, quando a cidade tremeu com um abalo sísmico de 5,1 graus na escala Richter, provocando a destruição de 4 mil imóveis.

Em Minas Gerais, no município de Itacarambi, um terremoto de 4,9 graus promoveu um tremor que durou aproximadamente 20 segundos, tempo suficiente para derrubar 6 casas e abalar a estrutura de outras 60 residências. Nessa ocasião, uma criança de cinco anos morreu soterrada nos escombros de uma das casas atingidas.

O último grande terremoto registrado no Brasil ocorreu no dia 22 de abril de 2008. Um tremor de 5,2 graus foi sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, embora não tenha sido registrado nenhum desabamento nem a ocorrência de vítimas.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

CALDA DE AGAVE

Conheça a CALDA DE AGAVE.
Substitui açúcar e adoçantes, com vantagens.

Conheça uma ótima solução para quem não pode consumir açúcar - como os diabéticos e obesos. Uma planta mexicana que promete dar uma mãozinha na alimentação. O agave azul (Agave Tequilana), um tipo de cacto com folhas comestíveis e poderosas.

É a partir delas que se produz um extrato com poder adoçante três vezes maior do que o açúcar comum. Dessa maneira, não é necessário usá-lo em grandes quantidades nas preparações. Além disso, o extrato de agave é boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio.

Assim como açúcar, também não contém glúten e nem lactose.

Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio.

O extrato de Agave quando usado no lugar do açúcar tem efeito coadjuvante no emagrecimento, pois tem menos calorias e menor indice glicêmico; Ainda devido ao baixo indice glicêmico pode atuar como protetor contra diabetes - como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção de diabetes.

Por ser orgânico certificado, o cultivo da planta é feito sem a utilização de qualquer substância química. Ou seja, faz bem à saúde e não agride o meio ambiente.
Mais uma opção saudável para ajudar você a reduzir o consumo de açúcar,seja por causa do Diabetes, seja pela necessidade de controle de peso.
=====================
Dica Papa Capim: calda de agave Jasmine. Temos em estoque!





















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CAIXA RURAL DO ASSU

Da esquerda: Sandoval Martins, Francisco Veras, Otto Guerra, Doclécio Duarte, José Pinheiro, Manoel Montenegro, Francisco Martins. (Fotografia do livro intitulado Cooperativismo Potiguar - Origens, Memórias, Idéias - Uma História, de M. B. Lucena - OCERN, Natal, 1995)


A Caixa Rural do Assu foi fundada no dia 6 de fevereiro de 1928, depois transformada em Banco Rural Cooperativo, data de 12 de dezembro de 1940. Tempos depois, em 1967, veio a ser novamente alterada, passando a ser Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu Ltda (vendas de insumos, equipamentos agrícolas, finaciamentos, compra e venda de pó da carnaúba,  e algodão, benefeciando aqueles produtos, bem como plantio de milho e beneficiamento de sementes selecionadas em usinas próprias. 
 
Em 1967 aquela cooperativa criou a Bacia Leiteira, o que não veio a dá certo. É uma das cooperativas que tem o seu próprio patrimônio, de conceito e crédito, do estado do Rio Grande do Norte. Já foram seus presidentes respectivamente Francisco Augusto Caldas de Amorim, José Dias da Costa, Edgard Borges Montenegro, Helder Cortez Alves e atualmente sobre a presidência de João Gregório. Foi seu gerente geral Edmilson Lins Caldas, por quase 40 anos.
 
A seguir vejamos algumas fotografias tiradas em momentos de assembleias gerais daquela importante cooperativa, no início da década de setenta.

Da esquerda: Agnaldo gurgel, engenheiro agrônomo Gilzenor Sátiro de Souza (discrusando), Fernando Caldas, Miro Cobe, Francisco Amorim, Zélia Tavares, Edmilson Caldas e Eliete Medeiros.
Da esquerda:  Solon Wanderley, Nazareno Tavares (Barão), Sebastião Alves, Raimundo Silva, Edgard Montenegro, Miro Cobe e Francisco Amorin.

Da esquerda: Washington Araújo, Crizanto Tavares e logo atrás Costa Leitão, Gilzenor Sátiro de de Souza, general Evandro de Souza Lima (que no início da década de setenta era superintendente da SUDENE, governador Cortez Pereira, Fernando Caldas, (?) e José Marcolino de Vasconcelos. No instante da inauguração de uma Usina de Beneficiamento de Cera de Carnaúba, da Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu Ltda.

Jantar de confraternização dos funcionários e associados da Cooperativa Agropecuária do Vale do Açu Ltda e da EMATER, de Assu, no balneário Adega da Ponte. Na fonte podemos Astério Tinôco, Luiz Fonseca, Clésio Pereira de Melo, Nazareno Tavares/Barão, Fernando Caldas, dentre outros.

Fernando Caldas

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO