terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Tudo que é sonho se parece comigo.
(João Lins Caldas, poeta potiguar)
Foto de: Ponte de Sonhos
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Foto de: Ponte de Sonhos
SACCO & VANZETTI – Um Erro Irreparável
– PEDRO LUSO DE CARVALHO
No dia 23 de agosto de 1927, nos Estados Unidos, Sacco e Vanzetti foram
executados na cadeira elétrica, por um crime que não cometeram. Nos autos do
processo, nenhuma prova da autoria do crime. Sete anos, foi o tempo que a
justiça levou para condená-los, a contar do recebimento da denúncia do promotor
de justiça pelo juiz.
Nesse lapso de tempo, protestos da comunidade intelectual
norte-americana se sucediam, inconformada com a sentença condenatória dos dois
humildes italianos. Milhares pedidos de clemência foram encaminhados por eles,
aos quais se somaram tantos outros pedidos do mundo inteiro. Mas, tudo foi
inútil. A sentença condenatória teria de ser cumprida para servir de exemplo ao
povo, para que se distanciasse do anarquismo e do comunismo.
Depois que foi publicada a sentença condenatória de Sacco e Vanzetti,
que culminou com a morte de ambos na cadeira elétrica, o sonho americano de uma
sociedade justa e igualitária encontrava-se por terra. Aí, começaria o
desencanto de parte do povo sensível à justa aplicação da justiça e do
tratamento igualitário de seus cidadãos.
Um reconhecido nome da literatura estadunidense, Katherine Anne Porter,
autora de A Nau dos Insensatos, livro
que se tornou best-seller, entre outras obras, e que também foi publicado no
Brasil, , fez parte de comitês de protestos, e escreveu The Never Ending Wrong, que aqui recebeu o título de Sacco e Vanzetti: Um Erro Irreparável, traduzido por Sebastião Uchoa Leite (Rio de
Janeiro: Salamandra, 1978).
Katherine Anne Porter inicia assim o seu livro:
Durante alguns anos, no
início da década de 1920, quando eu vivia parte do meu tempo no México, cada
vez que voltava a New York eu retomava o fio da estranha história dos
imigrantes italianos Nicola Sacco, um sapateiro, e Bartolomeo Vanzetti, um
peixeiro, acusados de um assalto brutal a um caminhão de pagamentos, incluindo
homicídio, em South Braintree, Massachuseetts, no começo da tarde do dia 15 de
abril de 1920.
O sofrimento desses dois italianos, que também eram vistos como
anarquistas, começou no ano de 1921, quando, após a condenação de ambos nesse
mesmo ano, foram levados para a cela da morte, de onde entravam e saiam, quando
havia suspensão da pena, até o dia fatal, como conta Katherine Anne Porter, no
seu livro:
Foram levados para a
morte na cadeira elétrica na prisão de Charleston à meia-noite do dia 23 de
agosto de 1927. Uma meia-noite desolada e sombria, uma noite para a perpétua
recordação e luto. Eu era uma das muitas centenas de pessoas que permaneceram
em ansiosa vigília, observando a luz na torre da prisão, que nos tinham dito
que se apagaria no momento da morte. Foi um momento de estranho e profundo
abalo.
E aí termina a triste história de Bartolomeo Vanzetti, que nasceu em
Piemonte, Itália, em 1888, e de Nicola Sacco, que nasceu na província de
Foggia, no sul da Itália, em 1891. Vanzetti morreu com 39 anos de idade, e
Sacco com 36 anos.
E, para quem se interessar pela história completa deles, poderá ler esta
obra de Katherine Anne Porter, Sacco e
Vanzetti: Um Erro Irreparável, ou assistir ao excelente filme: Saco e Vanzetti, filmado na Itália, em
1971, e dirigido por Giuliano Montaldo, com interpretação de Gian Maria Volunté
e Ricardo Cucciolla nos papéis-título; estes ganharam o prêmio de melhor
interpretação no Festival de Cannes. A canção título é interpretada por Joan
Baez. O filme esteve proibido no Brasil, por vários anos, pela censura da
Ditadura Militar.
O PATRIARCA DA FAMÍLIA MONTENEGRO DO ASSÚ E REGIÃO
GENEALOGIA:
No ano de 1835 chegou a então Villa Nova da Princesa (10 anos depois, Assú)
o pernambucano Sr. Manuel de Mello Montenegro Pessoa,
formado em direito
pela Faculdade de Direito de Pernambuco - a segunda
mais antiga do Brasil. Veio
para assumir o primeiro Tabelionato do Assú,
segunda Comarca do Rio Grande do
Norte, em 1838, neste município
estabeleceu-se com a família, tornando-se o patriarca
dos Montenegro.
Na Estrutura daquela época, ele recebeu a Comenda de Comandante Superior da
Guarda Nacional do Estado do Rio Grande do Norte.
Casou-se com D.
Maria Beatriz Paes Barreto, nascida em 1813 e falecida em
1877.
Pertencia ela a mais tradicional família pernambucana, descendentes que
são todos
os Paes Barreto de João Pessoa Barreto, primeiro da família
que chegou ao Brasil em
1558 e implantou em Olinda a Irmandade da Santa
Casa de Misericórdia. De seu
filho, Cristóvão Paes Barreto, gerou-se os
Paes Barreto, pernambucanos e dos
demais Estados brasileiros.
O casal fundou
uma das maiores e mais bem constituída família de Montenegro no
Nordeste. Desta união nasceram em Assú seus 02 filhos: Ovídio e Manuel.
Ovídio Mello
Montenegro Pessoa, que nasceu no dia 04 de fevereiro de 1835 e se casou
com Maria Amélia Caldas Montenegro. Desta união nasceram: Manuel de
Mello
Montenegro Pessoa (Neto) - conhecido popularmente por Major
Montenegro e Maria
Beatriz Montenegro Amorim. Ovídio morreu a 04 de
outubro de 1901. Foi pecuarista e
político sendo Deputado estadual por
várias legislaturas.
Manuel de Mello
Montenegro Júnior – Segundo e último filho de Manuel de Mello
Montenegro Pessoa e D. Maria Beatriz Paes Barreto. Nasceu em Assú em
1836.
Foi Tabelião em Assú. Faleceu no ano de 1865 aos 29 anos de idade e
solteiro.
Fonte: Montenegro - A história e Uma Família”, Maria Yolanda Montenegro Tavares, pág. 451 a 455).
Do blog:
REMINISCÊNCIAS DA RELIGIÃO:
BISPO DE OLINDA VISITA A PARÓQUIA DO ASSÚ

No período de 15 a 23 de outubro 1839 o 18º Bispo de Olinda, Dom Frei João da Purificação Marques Perdigão (atuação de 1829-1864) visita o Assú e faz relatório:
“... Chegamos à
Vila do Assú pelas 7 horas, vindo ao meu encontro alguns cavaleiros,
precedidos do pároco, que já pela manhã tinha vindo ao meu encontro, e
de quem recebi mui boas notícias a cerca do seu comportamento, gozando
eu complacência a tal respeito por ter sido por mim ordenado de
presbítero. Desde o princípio da vila fui conduzindo à Matriz debaixo do
pálio, acompanhando-me considerável número de povo. Entrando na Matriz
cantou-se o Te Deum por dois seculares, e posteriormente à oração diante
do Santíssimo Sacramento, fui hospedado pelo pároco com decência,
passando a despedir os que me acompanhavam, depois de lhes dar a mão a
beijar, e lhes significar o fim de minha visita. Também foi ao meu
encontro o padre Baylon (assuense Padre Francisco Teodósio de Seixas
Baylon), professor de gramática latina e por mim ordenado de presbítero,
que se tem conduzido dignamente, ouvindo eu dizer que desde a mais
tenra idade jamais experimentou os efeitos provenientes de irregular
conduta.
Dia 16. Despachei alguns requerimentos.
Dia 17. pelas
10 horas fui à Matriz conduzido debaixo do pálio, e abri a visita,
praticadas as cerimônias do costume, cujo ofício foi cantado. O
sacrário, a custódia, a pia batismal, os paramentos e mais utensílios
estão decentes. A igreja está muito suja por causa da grande inundação
de morcegos, que no tempo de inverno ser acoutam dentro. Mas por que a
capela mor está decente, consenti que ali existisse o Santíssimo
Sacramento, concebendo esperança de se reparar a igreja, de maneira que
não seja mais ocupada por morcegos.
Dia 18.
Examinei sinodalmente o padre Manoel Januário com os vigários de Buique e
o desta freguesia, concedendo-lhe licença para confessar um e outro
sexo por espaço de 6 meses, no fim dos quais deve examinar-se com o
Visitador (o Visitador era o Padre Francisco de Brito Guerra) desta
província, antes que parta para o Rio de Janeiro na qualidade de
Senador, e cujo exame deve ser-me apresentado para lhe deferir para o
futuro. De tarde crismei mais de 100 pessoas, assistindo à prática mais
300. Este ato foi celebrado fora da porta da matriz por causa do mau
cheiro dos morcegos, ficando as mulheres dentro da igreja, por que o
campo existia mui quente, por causa da ardência do sol. Nesta freguesia,
como em outras, tem recorrido a mim muitos pais de família para que eu
obrigue a casar com suas filhas os moços, que delas tem abusado com
promessa de casamento, fazendo-lhes vez por esta ocasião quais deviam
ter sido os seus deveres, e como se deviam conduzir segundo as leis
existentes. Neste dia compareceu o vigário encomendado dos Angicos (era o
padre Manoel Antonio dos Santos Moraes Pereira Leitão – 1836 a 1838)
para me visitar, e nesta ocasião fui ciente de que ele é brasileiro
adotivo, quando natural de Lisboa.
Dia 19. Foram
por mim convocadas as principais pessoas desta vila para lhes fazer ver a
urgente necessidade de repararem as ruínas da matriz, e prestando-se
todas a concorrer, e assinando cada um sua esmola, montaram as quantias à
soma de 700$ réis, inclusa a minha esmola de 50$ réis que logo
entreguei. No mesmo ato compareceu o novo tesoureiro dos bens da matriz
nomeado pelo juiz de direito, e foram nomeados para administradores da
obra o coronel Wanderley (Coronel Manoel Lins Wanderley – 1804/1877) e o
juiz de direito Bezerra, homens pobres e honrados. O vigário da
freguesia deu 100$ réis, e mandei suplicar a outras pessoas as suas
assinaturas, acreditando que depois deste ato se principiará a dita
obra, outrora malograda. De tarde crismei quase 300 pessoas, assistindo à
pratica mais de 400.
Dia 20. Ouvi
missa na matriz, cujo padroeiro é São João Batista, e depois
compareceram algumas pessoas, prestando assinatura para a obra em
projeto. Neste dia me visitou o vigário de Santana do Matos (o vigário
de Santana do Matos, em 1839, era o padre João Teotônio de Sousa e
Silva, de 1822 a 71, colado), 10 léguas distante desta vila. De tarde
crismei quase 500 pessoas, assistindo à prática maior número. Por
motivos atendíveis tenho principiado a crismar pelas 6 horas da tarde,
finalizando tais atos, quando havia maior concorrência de povo, pela
meia noite, e uma hora com a melhor ordem e atenção, que prestavam às
práticas ordinariamente pelo tempo de uma hora.
Neste dia concedi uma dispensa de cunhados por motivos urgentes.
Dia 21. Fui
passar o dia em casa do tenente coronel Fonseca, 2 léguas distante desta
vila, onde crismei quase 100 pessoas, pelas 6 horas da tarde, antes de
regressar para a vila.
Dia 22. Crismei
particularmente algumas pessoas que vieram da distância d 8 léguas, e
depois conferenciou comigo o vigário de Santana do Matos acerca de
vários objetos, respectivos à sua freguesia. Este pároco goza bom nome, e
me parece existir nele inteligência sob os seus deveres paroquiais.
Veio ter comigo um militar, suplicando-me nova nomeação de pároco para a
freguesia de Touros, visto que o proprietário existe presentemente em
Pernambuco por causa de moléstia. Como, porém o padre, que ficou fazendo
às vezes de vigário, não me tenha suplicado demissão, nem dele existia
queixa, não deferi a tal súplica. Concedi uma dispensa de cunhados a um
quase moribundo, amigado com uma cunhada, de quem tem alguns filhos,
atentos os motivos que me foram expostos por 3 pessoas de probidade,
sendo uma destas o vigário desta freguesia, à qual os agraciados
pertencem. Nesta freguesia como em outras tenho feito ver em minhas
práticas, que não existe faculdade para dispensar este 1º grau, para que
os cunhados se abstenham de suplicar tais dispensas, bem como não
poderem os filhos menores casar, sem licença de seus pais ou do
competente ministro, e sem serem proclamados, pois que os párocos me têm
asseverado como são vexados para por em prática os maus desígnios de
seus paroquianos a respeito. Concedi outra dispensa de cunhados,
concubinados e constituídos em iminente perigo de vida, ambos nascidos e
moradores desta freguesia, precedidos os depoimentos do costume em tais
casos.
Dia 23. Saí do Assú pelas 6 horas da manhã, acompanhado de alguns cavaleiros, pernoitando em Santa Quitéria.
Fonte: MARINHO,
Francisco Fernandes. O Rio Grande do
Norte Sob o olhar dos Bispos de Olinda. Natal/RN, 2006.
Do blog:
domingo, 28 de setembro de 2014
Portugal desde há séculos...
Conjunto de memórias extraordinário...
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/2012/06/ensino-primario.html
De: eolympio@uol.com.br
Do blog:
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
PATRIMÔNIO POTIGUAR:
RETRATOS DO ABANDONO
O complexo
residencial da Fazenda Serra Branca – Município de São Rafael está em
ruínas. Os objetos pertencentes ao casal Barão Felipe Neri e Baronesa
Belisária Wanderley já foram saqueados. Restam apenas escombros da
estrutura física do complexo residencial. Recuperáveis, se o Estado
considerar de interesse do patrimônio arquitetônico e histórico da
região. Acreditamos que é uma tarefa fácil porque, segundo informações
dos habitantes do lugar, a propriedade pertence ao INCRA.
O vilarejo é
simplesmente fantástico, mágico. Um visual digno de cenas de cinema.
Infelizmente esta sumindo lentamente. Fiz uma visita com a jornalista e
escritora Auricéia Antunes de Lima - membro do Instituto Histórico e
Geográfico do Rio Grande do Norte, funcionária da Fundação José Augusto,
juntamente com Isaac Lima – do IFRN. Vejam algumas das imagens.
Certamente valem por milhares de palavras.
Casa Grande - Fachada
Casa Grande - lateral
Serra Branca
Serra Branca - cerca de pedra
Complexo residencial
Ivan, Isaac e Auricéia - fachada de uma das casas do complexo
Isaac, Auricéia e Ivan - em frente ao complexo
Escada da Casa do Barão
Fogão a carvão
Bomba para captação d'água
Fuso do tear
Ivan e Auricéia - mesa do Barão
Piso de cimento
Muro deteriorado
Escombros
Escombros
Seca no "pé" da Serra Branca
Vista do sotão da casa
Açude do Barão
Registro de propriedade do INCRA
Felipe Néri de Carvalho e Silva,
primeiro e único barão de Serra Branca nasceu em Santana do Matos em 02
de maio de 1829 e faleceu em Caicó no dia 16 de junho de 1893.
Agraciado pelo título de Barão em 19 de agosto de 1888.
Faleceu perto
da cidade de Caicó, voltando de uma viagem a Juazeiro do Norte, onde
visitara o Padre Cícero. Está sepultado no cemitério São João Batista em
Assu.
Baroneza Belizaria Lins Wanderley de Carvalho e Silva
nasceu no dia 13 de outubro de 1836. Foi a abolicionista mais famosa do
Assu. A Baronesa do Assu foi a esposa do Barão de Serra Branca Felipe
Nery de Carvalho e Silva. Faleceu no dia 13 de abril de 1933. Seu
sepultamento ocorreu em Assu no mesmo túmulo do Barão - cemitério
público São João Batista.
Publicado pelo Assu na Ponta da Língua em 14/11/2012.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Votar nulo ou branco é voto de protesto?
Não é protesto votar nulo ou branco porque um candidato será eleito de
qualquer forma. Votar dessa maneira é ruim para consolidação da
democracia. Vote, exerça a sua cidadania, decida, escolha consciente
aquele que você achar melhor. Faça parte do processo político. Os votos
nulos ou brancos não são contabilizados e, portanto, não tem o poder de
mudar o resultado de uma eleição, pois favorece quem estiver na frente.
Se você quer mudar os deputados do seu estado, escolha aquele que
apresenta uma boa proposta, que tenha valor, espírito público, que
atenda as suas expectativas, os seus anseios.
Fernando Caldas, deputado estadual, 20222, é uma opção! E vamos juntos ajudar a melhorar a terra potiguar! 20222.
Fernando Caldas, deputado estadual, 20222, é uma opção! E vamos juntos ajudar a melhorar a terra potiguar! 20222.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014
ERA ASSUENSE O PRIMEIRO SENADOR PELO RIO GRANDE DO NORTE
O município do Assu é um dos mais importantes do Rio Grande do Norte e, porque não dizer do Brasil, na vida política, social, cultural, econômica. Terra de
tradição pioneira. Pois bem, o primeiro senador pelo Rio Gande do Norte
chamava-se Francisco de Brito Guerra nascido no dia 18 de março de 1777
na localidade denominada Campo Grande, então Vila do Assu ou Vila Nova
da Princesa, atual município do Assu. O mandato de Brito Guerra foi exercido entre 1837-45, no Rio de Janeiro, ainda
no tempo do Brasil Império quando aquela corte era denominada de Senado
Vitalício ou Senado do Império, terceira e sexta legislatura. Antes, Guerra teria sido deputado a primeira Assembleia Legislativa Provincial, 1835-37, que foi instalada à 2
de fevereiro de 1835 chegando a presidir aquele legislativo potiguar,
além de suplente de deputado geral chegando a assumir de 1831-33,
1834-37, quando foi escolhido para exercer o mandato de
Senador do Império pelo Rio Grande do Norte, sendo empossado no dia 10
de julho de 1833. Foi o primeiro norte-riograndense (assuense) a exercer
a alta câmara do país ou seja, o Senado do Império, hoje Senado
Federal. O escritor Francisco Amorim depõe que Guerra, ao fazer o
seu testamento em data de 2 de novembro e 1844 declarou ser natural da
Freguesia do Assu. Já, o presidente da Província do Rio Grande Casimiro José de Morais Sarmento no documento
Projeto de Lei número 124, de 16 de outubro de 1845, que elevou a Vila
Nova da Princesa a categoria de Cidade escreveu: Assu "Pátria do finado Senador Francisco de Brito Guerra?" Fica o registro.
Fernando Caldas
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.











