sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA INAUGURA MEMORIAL DO LEGISLATIVO
Na inauguração
do Memorial do Legislativo Potiguar, esta manhã (17), o presidente
Ricardo Motta (PROS) afirmou que o espaço guarda o tesouro precioso dos
antecessores. “Aqui temos a reunião de cada sonho bom, de cada instante
inesquecível, sonho espalhado em cada compartimento desse espaço tão bem
feito, tão bem cuidado e construído com tanto carinho”, disse.
O presidente
destacou o trabalho da equipe e afirmou que o memorial é fruto de muita
luta, resultado de intenso esforço e de uma persistência quase
teimosa. O espaço tem documentos relativos ao ano de 1835, ano de
instalação da Assembleia Legislativa: “Aqui temos registros desde
primeiro presidente, o Padre Francisco de Brito Guerra, passando por
todas as fases da política potiguar até os dias atuais, podemos
percorrer cada caminho temporal de nossa terra e conhecer a fibra dos
seus homens e o pioneirismo de suas mulheres”, disse.
A solenidade
contou com a presença de familiares e de ex-deputados, como Antônio
Câmara, Ana Maria Cavalcanti, Francisco Brilhante, Manoel de Brito, Aldo
Fonseca Tinoco, Nelson Freire, Lauro Bezerra, Cleber Bezerra, Paulo de
Tarso, Bevenuto Pereira, Frederico Rosado, Cipriano Correia, Cláudio
Porpino, Elias Fernandes, José Andrade de Lucena, Geraldo dos Santos
Queiroz, Gerôncio dos Santos Queiroz, José Belmont, Valério Mesquita,
Pedro de Lucena Dias, Roberto Furtado, Rui Barbosa da Costa, Álvaro
Coutinho da Motta, entre outros.
A resolução que
criou oficialmente o memorial, 055/2009, foi o passo decisivo para
ampliar um trabalho iniciado pela coordenadora, a jornalista Bernadete
Oliveira. Bernadete já fazia um de pesquisa da história de criação dos
municípios do RN e visitou iniciativas semelhantes na Paraíba e no
Ceará.
Até tomar o
formato que tem hoje, um longo trabalho de reconstituição dos fatos mais
relevantes e garimpo de documentos e objetos foi feito pela equipe, que
conta com historiadores, arquitetos, jornalistas, fotógrafos, entre
outros. No local é possível encontrar a réplica de um antigo gabinete;
objetos pessoais como peças de vestuário, acessórios e até material
publicitário utilizado em antigas campanhas. “Com o memorial vamos
preservar a nossa história, testemunha do passado, luz da verdade, vida
da memória anunciadora dos tempos antigos”, disse Ricardo Motta.
Assessoria da AL
Do blog Asso na ponta da língua, de Ivan Pinheiro..
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
"Cai chuva. É noite. Uma pequena brisa,
Substitui o calor.
P'ra ser feliz tanta coisa é precisa.
Este luzir é melhor.
Substitui o calor.
P'ra ser feliz tanta coisa é precisa.
Este luzir é melhor.
O que é a vida? O espaço é alguém p'ra mim.
Sonhando sou eu só.
A luzir, em quem não tem fim
E, sem querer tem dó.
Extensa, leve, inútil passageira,
Ao roçar por mim traz
Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
A minha vida jaz.
Barco indelével pelo espaço da alma,
Luz da candeia além
Da eterna ausência da ansiada calma,
Final do inútil bem.
Que, se quer, e, se veio, se desconhece
Que, se for, seria
O tédio de o haver ... E a chuva cresce
Na noite agora fria."
______ Fernando Pessoa
em "Poesias"
De Isabel Almeida
Sonhando sou eu só.
A luzir, em quem não tem fim
E, sem querer tem dó.
Extensa, leve, inútil passageira,
Ao roçar por mim traz
Uma ilusão de sonho, em cuja esteira
A minha vida jaz.
Barco indelével pelo espaço da alma,
Luz da candeia além
Da eterna ausência da ansiada calma,
Final do inútil bem.
Que, se quer, e, se veio, se desconhece
Que, se for, seria
O tédio de o haver ... E a chuva cresce
Na noite agora fria."
______ Fernando Pessoa
em "Poesias"
De Isabel Almeida
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
São João 2015: George Soares confirma emenda de R$ 50 mil para show religioso
![]() |
| George Soares |
A
paróquia de São João Batista, em Assú, vai dispor de uma dotação financeira
extra de R$ 50 mil no ano que vem para os festejos do padroeiro, no mês de
junho.
O
deputado estadual George Soares (PR) confirmou, através de sua assessoria, na
Assembleia Legislativa do RN, em Natal, a apresentação de emenda parlamentar no
valor de R$ 50 mil ao Orçamento Geral do Estado (OGE) para o próximo exercício –
cuja votação está prevista para a próxima quarta-feira (17) –, soma que,
conforme já frisou publicamente, terá o objetivo de financiar a realização do show religioso
que tradicionalmente acontece no dia do encerramento da programação católica
.
O
deputado declarou que levará o fato oficialmente ao conhecimento do
administrador da paróquia e vigário-geral da Diocese de Mossoró, padre Flávio
Melo, para que o sacerdote possa colaborar com a ação que terá por finalidade a
liberação da citada importância no âmbito do OGE/2015.
PADARIA SANTA CRUZ - ASSU - II
A PADARIA SANTA CRUZ fabricava os seguintes produtos:
BOLACHAS:
Melindrosa, Flor do Assu, Japonesa, De Banha e Regalia-Vitória.
BISCOITOS:
Salineiro, Fino, Melindre, Tareco e XPTO.
PÃES:
Francês, Massa Fina, Doce e Cetim.
Muito interessante era o anuncio da PADARIA SANTA CRUZ.
O ABECÊ DAS DONAS DE CASA
A
ASSU possui a melhor a melhor padaria do Estado - A PADARIA SANTA CRUZ.
B
BOLACHAS, bolachinhas e biscoitos do mais fino paladar! são os da PADARIA SANTA CRUZ.
C
CADA freguês é um propagandista espontâneo dos saborosos produtos da PADARIA SANTA CRUZ.
D
DELICIOSAS e preferidas são as massas da PADARIA SANTA CRUZ.
E
ETELVINO Caldas foi, em 1907 o fundador da PADARIA SANTA CRUZ.
F
FAMA não corre, voa! É por isso que já está tão longe o renome da PADARIA SANTA CRUZ.
G
GOSTO apurado tem todo aquele que prefere os biscoitos e bolachas da PADARIA SANTA CRUZ.
H
HURRA! Gritam os garotos de outras terras, em volta da mesa familiar, quando lhe apresentam biscoitos da PADARIA SANTA CRUZ.
I
INGLESA era
antigamente a manufatura dos biscoitos "cracknell" mas, hoje eles são
fabricados caprichosamente na PADARIA SANTA CRUZ.
J
JUSTIÇA faz todo aquele que reconhece a superioridade do pão da PADARIA SANTA CRUZ.
L
LANCHE bom, só se faz tendo à mesa os famosos biscoitos da inimitável PADARIA SANTA CRUZ.
M
"MIMOSA" é a
bolachinha que os médicos atestam ser, própria para os convalescentes, e
é um produto exclusivo da PADARIA SANTA CRUZ.
N
NATAL, a capital do nosso Estado também importa os deliciosos biscoitos da PADARIA SANTA CRUZ.
O
ÓTIMOS e por isso mesmo, sempre preferidos, são os produtos da PADARIA SANTA CRUZ.
P
PANIFICADORA é o endereço telegráfico da PADARIA SANTA CRUZ.
Q
QUANDO
viajantes querem ser recebidos festivamente em sua casa, faz de passagem
por Assu um bom sortimento de massas da PADARIA SANTA CRUZ.
R
"REGALIA" é o nome de uma bolachinha muito apreciada que só se encontra na PADARIA SANTA CRUZ.
S
SOLON Wanderley é hoje continuador de Etelvino Caldas e, tem aperfeiçoado sempre os métodos de fabricação da PADARIA SANTA CRUZ.
T
TODO mundo diz, em alto e bom som, que não há igual à PADARIA SANTA CRUZ.
U
UNIDOS pelo
mesmo ideal de bem servir o público, e demonstrar os seus conhecimentos ,
como exímios panificadores - trabalham os mestres e operários da
PADARIA SANTA CRUZ.
V
"VITÓRIA" é uma bolachinha que tem a fama que merece e é uma criação do proprietário da PADARIA SANTA CRUZ.
X
"X.P.T.O" é um bom biscoito para lá de bom que só se encontra na PADARIA SANTA CRUZ.
Z
ZELO, agrado e sinceridade, é lema que torna vitoriosa em toda linha PADARIA SANTA CRUZ.
Fonte: Lembranças e Tradições do Assu - Maria Eugênia - FJA - 1978.
Fotografia: Demóstenes Amorim - Solon, Afonso e funcionários da Padaria Santa Cruz (arquivo de Ivan Pinheiro).
domingo, 14 de dezembro de 2014
UM POUCO DE ANGELINA MACEDO

Angelina Macedo, poeta da minha terra – Assu/RN, era de família aristocrática, originária da cidade do Porto, Portugal, de temperamento sentimental, casou-se em 1896. "O lirismo de Angelina também está marcado pela melancolia, pela religiosidade e por acentuados elementos românticos e simbolistas", depõe o antologista Ezequiel Fonseca Filho.
"Não encontrando no matrimônio a realização de seus sonhos de adolescente", escreveu na sua desilusão, o soneto que, penso eu, parecido com o estilo de poetar da poetisa portuguesa Florbela Espanca, que diz assim:
Que ao lado de meus pais tranquilamente,
Passava minha vida sorridente,
Sem nunca pela dor ser perturbada.
,
Nessa doce ilusão, sendo embalada,
Áureos castelos levantei na mente
E por linda visão aurifulgente,
Era ao céu de fantasia arrebatada.
Porém ao despertar do grato sonho,
Ao ver o meu presente tão tristonho,
Tão negro como fora o meu passado.
Quisera viver sempre adormecida,
Do mundo e de todos esquecida,
Ou ao menos, meu Deus, não ter sonhado!
Abandonada pelo marido, doente e solitária, acometida por uma doença incurável, sentindo a morte chegar, escreveu o soneto intitulado Resignação, que diz assim:
Bendita seja a mão, que o golpe envia
Sobre a minha cabeça tão cansada;
Que me adverte ao fim desta jornada,e um dia
Na floresta da vida, erma e sombria.
Àqueles que disseram: Volto ao Nada,
A que triste, viveu somente um dia,
Eu direi: Enganai-vos! A alegria
Espera-me no Além, na Pátria amada.
Não criminem a morte, que me leva
Ao ver estrela que no azul cintila...
A luz, que vem do céu, não chamem treva!
Pouco a pouco, a matéria se aniquila,
Mas a alma imortal aos céus se eleva...
Que venha, pois, a morte - estou tranquila.
Fernando Caldas
RENATO CALDAS
Renato Caldas ainda moço passou por dificuldades financeiras
que, por varias vezes, teve que regressou ao sudeste do Brasil para sobreviver. Pois bem,
na época da construção da estrada carroçável que liga Açu a Mossoró, no começo dos anos
trinta, Renato explorou uma bodega (barracão) no acampamento daquela obra, vendendo fiado para receber no dia do pagamento dos peões. Não deu
certo,logo no primeiro mês, levou calote. Mesmo assim insistiu no negócio, colocando na
porta do estabelecimento uma placa em posição de destaque, com a seguinte inscrição:
Para não haver transtorno
Aqui no Meu barracão
Só vendo fiado a corno,
Filho da puta e ladrão.
(A trovinha acima é de autoria do poeta Jaime dos Guimarães Wanderley, amigo de Renato).
(A trovinha acima é de autoria do poeta Jaime dos Guimarães Wanderley, amigo de Renato).
Fernando Caldas
MUNICÍPIOS POTIGUARES:
História
Fernando
Pedroza, antiga São Romão, foi fundada nos idos de 1920, pelo engenheiro
Joca Briza, que veio acompanhado de alguns amigos como, Antonio
Teixeira, Francisco Francilino e José Cassemiro, que vieram a esse lugar
com o objetivo de construir a estrada de ferro ligando a cidade de
Lajes a Angicos.
Essas terras
(segundo depoimentos de antigos moradores), pertenciam ao Sr. Joaquim
Trindade, que com o passar dos anos vendeu a família Pedroza.
Tendo como
ponto de partida a mercearia instalada pelo o Sr. Antonio Teixeira e a
feira livre, iniciaram nas terras de São Joaquim o processo de
construção de moradias, dando origem ao povoado de São Romão.
Com a
construção da estrada de ferro, começaram a surgir pessoas em busca de
trabalho, sendo necessário a construção de moradias para abrigar as
famílias que aqui chegavam. Até então, todo o fornecimento alimentício
da Vila era feito no barracão do Sr. Antonio Teixeira. Francisco
Francilino, construiu uma pensão com o intuito de abrigar as pessoas
aqui recém-chegadas, e José Cassemiro, fornecia carne suína e caprina
aos moradores.
A vila foi
crescendo, os moradores se organizaram e passaram a ocupar mais espaço
surgindo assim novas ruas e entidades necessárias para o convívio dos
mesmos.
A vila de São
Romão era assim chamada devido a uma antiga moradora por nome de
Crinaúria que doou a imagem de São Romão para a 1ª capela, que ficava ao
lado da estação ferroviária, que hoje funciona como armazém.
A família
Pedroza representada pela figura do Sr. Fernando Pedroza, contribuiu
diretamente com o desenvolvimento da Vila, doando as terras para o povo
que aqui chegasse e construíssem as suas casas. Em homenagem a esse
gesto de grandeza os habitantes resolveram mudar o nome da vila de São
Romão para Fernando Pedroza. Não se pode deixar de registrar a
importante participação de Annibal Calmon Costa, Gerente da Usina São
Joaquim, ativo participante do esforço para o desenvolvimento de
Fernando Pedroza.
Em 26 de junho
de 1992, através da Lei 6.301. o então denominado povoado de Fernando
Pedroza desmembrou-se da Cidade de Angicos, elevando-se a categoria de
município do Estado do Rio Grande do Norte.
Localizado na
microrregião de Angicos Região Central do Estado, o município de
Fernando Pedroza limita-se ao norte com o município de Angicos, ao sul
com município de Santana do Matos e Cerro Corá, ao oeste com Angicos e
ao leste com o município de Lajes. A cidade de Fernando Pedroza está a
165 quilômetros de distância da capital, com uma área de 327 quilômetros
quadrados de extensão territorial, onde residem 2652 habitantes. A
região tem como clima o semi-árido e como vegetação predominante a
caatinga respaldando neste último figura do “cactos”. Abastecida pela
Adutora Sertão Central Cabugi, e conta também com o Açude Orós das
Melancias.
O povo que aqui
vive tem como maior fonte de renda as atividades agrícolas (agricultura
de subsistência), pecuária, a criação de bovinos, caprinos e outras
culturas e não deixando de ressaltar uma parte da população que tem
renda proveniente do Comércio, União, Estado e Município.
A cidade ainda
comemora tradicionalmente todos os anos no dia 26 de julho a grande
Festa do Padroeiro São Joaquim, com a realização de novenas, procissão,
missas e outras manifestações culturais.
O visitante que
aqui chegar pode apreciar alguns pontos da cidade considerados
especiais como: A Pedra da Santa, A Pedra do Sapo e a Casa Grande da
Fazenda São Joaquim ou se deslumbrar com a formação do relevo existente
na Região.
Texto elaborado pelo Professor Denes Medeiros
Postado por RQBEZERRA.
Pulso, entre dores e prazeres,
à história, à minha história.
Carrego no semblante o valor de tudo quanto ousei,
sem qualquer desconto do nada que retraí.
Vejo-me e percebo-me,
carrego-me sem culpas e sem pesos.
Sinto, não arrependimento, escolhas duras,
em verdadeiras amputações ao que sonhei,
ao que desejei.
Percebo derredores em imensas quedas,
compreendo, ainda que nunca entendida,
escutando confissões, sem me confessar.
Tudo é fugaz e momentâneo,
o silêncio preenche os vazios,
desenvencilho-me do meu pesadelo.
Não há como ignorar os sentimentos
que tomam de assalto o frágil coração,
em meio ás tempestades,
minutos infindáveis, temerosos.
Uma lágrima acompanha o meu sorriso,
por tempestuosas ou calmas enseadas,
onde o mar da vida estende suas claras águas.
Quando tive, do sonho, consciência,
sonhei estar livre das tempestades.
Cristina Costa
à história, à minha história.
Carrego no semblante o valor de tudo quanto ousei,
sem qualquer desconto do nada que retraí.
Vejo-me e percebo-me,
carrego-me sem culpas e sem pesos.
Sinto, não arrependimento, escolhas duras,
em verdadeiras amputações ao que sonhei,
ao que desejei.
Percebo derredores em imensas quedas,
compreendo, ainda que nunca entendida,
escutando confissões, sem me confessar.
Tudo é fugaz e momentâneo,
o silêncio preenche os vazios,
desenvencilho-me do meu pesadelo.
Não há como ignorar os sentimentos
que tomam de assalto o frágil coração,
em meio ás tempestades,
minutos infindáveis, temerosos.
Uma lágrima acompanha o meu sorriso,
por tempestuosas ou calmas enseadas,
onde o mar da vida estende suas claras águas.
Quando tive, do sonho, consciência,
sonhei estar livre das tempestades.
Cristina Costa
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
"Hoje
Noel Rosa (1910-1037), comemoraria 104 anos de idade se estivesse vivo.
Sua morte prematura (27 anos), com tuberculose, no auge do sucesso do
compositor, letrista, violinista e cantor, que provocou a comoção
popular. O poeta teve uma breve e vertiginosa tragetoria de sete anos de
carreira artística e morreu.
Com mais de 300 canções enriqueceu como poucos a poesia, o lirismo, o humor, e grandes nomes gravaram por várias gerações.
NOEL ROSA+" (Carlos Lyra)
Da linha do tempo/face de Laélio Ferreira
Com mais de 300 canções enriqueceu como poucos a poesia, o lirismo, o humor, e grandes nomes gravaram por várias gerações.
NOEL ROSA+" (Carlos Lyra)
Da linha do tempo/face de Laélio Ferreira
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO





