sexta-feira, 8 de maio de 2015

Forró


Origem da Palavra

A origem da palavra forró é controversa. Há a versão mais popular de sua origem, a de que o nome viria dos dizeres "For All" (em inglês “para todos”). Com a inauguração da primeira estrada de ferro no interior de Pernambuco pela companhia inglesa Great Western, foi feito um baile (ao som da sanfona e zabumba) para comemoração do acontecimento, promovido pela própria empresa, que convidava todos através dos dizeres afixados na entrada: "for all" (para todos). A partir daí então, passariam a chamar os seus bailes populares de Forró. Esta versão foi reforçada quando o cantor e compositor Geraldo Azevedo fez a canção "For all para todos" em 1983 e quando foi lançado o filme “For All- O trampolim da vitória” em 1998.

A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Assim então eram chamados os bailes comuns frequentados pelo povo e, com o tempo, por ser mais fácil pronunciar, acabou se tornando, simplesmente, “forró”. A razão de os historiadores, em sua maioria, confirmarem esta versão é o fato de que desde o século 17 já se falava em forrobodó, bem antes dos ingleses construírem suas malhas ferroviárias. Porém, como o poder de persuasão do rádio e da televisão são bem maiores que o dos livros, as pessoas tendem a acreditar na primeira versão.

O que mais constatou-se durante a pesquisa sobre a etimologia da palavra Forró, é que as pessoas conhecem Forró, como a palavra vinda mesmo de ‘for all’. Isso mais uma vez reforça a influência que os meios de comunicação de massa tem sobre as pessoas de um modo geral.

História

O forró, assim como o samba, possui as mesmas raízes, ou seja, ambos se originaram da mistura de influências africanas e européias. "Na música nordestina, um toque indígena, uma pitada européia, um tempero africano; é só degustar..." já citava um dos especialistas no assunto.
O batuque - dança de roda com que os africanos mostravam a sua cultura - foi o tronco principal no que diz respeito à formação da música popular no Brasil. Dele surgiram diversas variações que se espalharam tanto em áreas urbanas quanto rurais sob vários nomes e estilos próprios conforme a região do país.

O Forró como gênero musical pode ser considerado filho do Baião. O nome Forró era usado só para designar o local onde aconteciam os bailes e só mais tarde foi caracterizado como estilo musical, derivado do Baião. Muitos ainda confundem Baião e Forró, e pra ser mais exato, não apenas esses dois gêneros (que são os mais próximos), mas muitos outros existentes na música nordestina. Essa grande variedade de gêneros musicais se dá devido às influências variadas, à mistura de um estilo com outro, fazendo com que os próprios músicos a chamem de "música nortista".

A diferença básica apontada por todos os músicos quando indagados sobre a diferença entre o Baião e o Forró é que a batida do Baião é mais "quadrada", ou seja, tem menos balanço que o Forró, que também pela introdução da guitarra, e mesmo da bateria na sua orquestração, possibilitou que a música se "mexesse" mais. Um dos motivos que Dominguinhos expressa como empecilho, para que hoje não esteja se tocando Baião, é justamente o fato das pessoas não saberem o que é Baião e o que é Forró. É justamente aí que está a perda da "memória", ou seja, as pessoas perderam o referencial.

Origem da Palavra

A origem da palavra forró é controversa. Há a versão mais popular de sua origem, a de que o nome viria dos dizeres "For All" (em inglês “para todos”). Com a inauguração da primeira estrada de ferro no interior de Pernambuco pela companhia inglesa Great Western, foi feito um baile (ao som da sanfona e zabumba) para comemoração do acontecimento, promovido pela própria empresa, que convidava todos através dos dizeres afixados na entrada: "for all" (para todos). A partir daí então, passariam a chamar os seus bailes populares de Forró. Esta versão foi reforçada quando o cantor e compositor Geraldo Azevedo fez a canção "For all para todos" em 1983 e quando foi lançado o filme “For All- O trampolim da vitória” em 1998.

A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Assim então eram chamados os bailes comuns frequentados pelo povo e, com o tempo, por ser mais fácil pronunciar, acabou se tornando, simplesmente, “forró”. A razão de os historiadores, em sua maioria, confirmarem esta versão é o fato de que desde o século 17 já se falava em forrobodó, bem antes dos ingleses construírem suas malhas ferroviárias. Porém, como o poder de persuasão do rádio e da televisão são bem maiores que o dos livros, as pessoas tendem a acreditar na primeira versão.

O que mais constatou-se durante a pesquisa sobre a etimologia da palavra Forró, é que as pessoas conhecem Forró, como a palavra vinda mesmo de ‘for all’. Isso mais uma vez reforça a influência que os meios de comunicação de massa tem sobre as pessoas de um modo geral.

fontes:
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/baio.htm
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/xaxado.htm
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/forr.htm
. www.forrozaria.hpg.ig.com.br/oforro/middle.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/introducao.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/forro.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/desenvolvimento.htm
.www.portaldoforro.com.br/historia.htm
http://sites.uol.com.br/xepero1/


RELEMBRANDO O B-B-B

Posted on 17. abr, 2015 by  in Artigos e ColaboradoresBlogValério Mesquita
AB valerio mesquita
Valério Mesquita*
Negativo. Não é o Big Brother Brasil, horrível e superficial. Nem coisas do Banco do Brasil ou do Banco do Nordeste. Quero me referir ao mais notável trio da política do Rio Grande do Norte, das décadas de cinquenta a setenta. Do tempo em que não existia marqueteiro, mas feiticeiro. O voto milagroso era do milagreiro. Conquistado mas, também, fabricado, produzido, trabalhado no mapismo, nos porões e no estrabismo do presidente da secção eleitoral. O trio B-B-B era soturno, noturno, taciturno, no segundo turno da apuração dos votos. Nasceram no mesmo ventre: O Partido Social Democrático, o velho PSD de Theodorico e Jessé. O partido majoritário, marca registrada de uma fase de eleições duvidosas mas de políticos verdadeiros.
Antes de revela-los, direi mais: o exercício do voto daquele tempo era superior ao processo da atual eleição norte-americana e, quiçá, ao virtual da urna eletrônica dos nossos dias. O triunvirato era Bessa, Bosco e Besouro. Prenomes simples: José, João e Assis. Três reis magos das boas novas, da brejeira anunciada em prol do sujeito oculto do sufrágio eleitoral. José Bessa, alto e simplório, escondia-se por trás de aparente timidez. Olhos miúdos mas penetrantes como se adivinhasse o dia de amanhã. O Grande Hotel do “majó” Theodorico era o quartel general. Ali, cedeu o cetro e a coroa ao jornalista João Bosco Fernandes, de fisionomia tensa e intensa, como se estivesse saindo permanentemente de noites indormidas. Era gordinho e, em pé, abria os braços costumeiramente para ouvir e envolver o problema do partido. E Assis Besouro, único sobrevivente dessa tríade, olheiro e vidente da política, foi estafeta de Jessé Freire e exorcista de capitulações impossíveis.
O curioso de tudo isso, é que escreveram em jornais. Expuseram suas idéias. Jornal do Comércio (da Ribeira, do PSD), Jornal de Natal, entre outros, foram veículos de seus pensamentos. Eram letrados, instruídos e não meros cabos eleitorais. Profetas das urnas e simuladores de resultados. Um trabalho, uma devoção e uma ação gratulatória. Hoje, bostalizaram a atividade política, da capital ao interior. A qualidade nostradâmica dos três expoentes da prédica eleitoral, da capacidade de orientar o líder maior, vaticinar, prognosticar, predizer sobre a eleição, o eleitor, o município e o chefe político – ela sumiu do mapa do Rio Grande do Norte.  Porque eles agiam mais por convicção do que por conveniência.
Viviam para desarmar presságios e administrar as circunstâncias da política. Para eles a atividade era encarada como um fascínio. Tinham o senso da sobrevivência.  Os três somados possuíam a força da mídia deles propriamente. Quando os antigos costumes políticos sucumbiram e a legislação eleitoral mudou, ficaram, todavia, nas paragens onde atuaram, em etapas diversas, passagens esparsas de vidas, que hoje relembro para aqueles que respiram o mesmo ar, pisam o mesmo chão e participam da mesma natureza. Registro a trajetória, rapidamente, da existência de José Bessa, João Bosco e Assis Besouro, como quem fotografa um instante de um universo perdido de sonhos, travessuras e ilusões. Uma canção ligeira em louvor de figuras simples mas sábias (e sabidas) – atualmente – sombras, nada mais. A todos: saudações pessedistas!!
 (*) Valério Mesquita – Escritor e presidente do IHGRN mesquita.valeruio@gmail.com
  http://www.pontodevistaonline.com.br/
Sax Disco, Antiga loja de venda de disco de vinil, fita cassete e gravações (foto abaixo). Se não foi a primeira, pelo menos foi uma das primeiras lojas de venda de disco de vinil, gravações e fita cassete, de Assu/RN. Na fotografia, o proprietário daquele estabelecimento.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA RECEBE EXPOSIÇÃO COM OBRAS DE OITO POTIGUARES


Os amantes das artes plásticas têm uma atração a mais em Natal, até o dia 13 de maio. Diariamente, das 8h às 13h, o Salão de Arte da Assembleia Legislativa abre as portas para a exposição “Arte Sacra Contemporânea”, com participação de oito renomados artistas potiguares. Ao todo, 20 obras estão à mostra no local.

Reunindo os trabalhos de Carmelita Ferreira, Cristina Jácome, Newton Avelino, Rosa Maria, Arlete Silva, Tônia, Sônia Jácome e Francisco Eduardo, a exposição tem obras de diversas técnicas, como óleo sob tela e tela com tinta acrílica. As peças fazem referência a ambientes nordestinos e manifestações culturais intensamente desenvolvidas na região.

“Cada um desses artistas já expuseram individualmente aqui na Assembleia e esta é a primeira vez que eles se juntam em um trabalho coletivo. O Salão Nobre está sempre aberto para a valorização de trabalhos culturais dos artistas potiguares”, explica a curadora Socorro Sarmento Alves.

Portas abertas

Com o objetivo de dar espaço para os artistas potiguares, a Assembleia Legislativa oferece a oportunidade para que os profissionais discutam possíveis exposições no local. Para isso, os interessados devem ir ao Cerimonial da Assembleia e procurar a curadora da casa, Socorro Sarmento Alves, das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira.

Assembleia Legislativa – Assessoria de Imprensa.

ESPORTE DO ASSU DAS ANTIGAS

Título do blog.

Mais arquivo de Dr. Arimateia que era goleiro e dos bons, aqui numa réplica da Seleção brasileira nos anos 70. O mascote é Alexandre de Dr. Noé, em Pé: Delino, Erasmo, Dedé(irmão de Badeco), Dr. Arimatéia, Wilton e Naninho de Macrina; Agachados: Chiquinho, Junot A Santos Santos, Zé Nilton, Nelson e Toinho de Walter.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

TV Assembleia e TV UERN firmam parceria
A Assembleia Legislativa firmou convênio de cooperação com a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), na manhã desta quinta-feira (7). O documento assinado pelo presidente do Legislativo potiguar, Ezequiel Ferreira de Souza, e o reitor da Universidade, Pedro Fernandes, visa a permuta de programação entre a TV Assembleia e a TV UERN.
“Esta parceria é muito importante para a TV Assembleia porque vamos exibir para nossos telespectadores o conteúdo produzido brilhantemente pelos alunos da UERN e também expandir o que produzimos aqui para os alunos da instituição em 17 municípios do Rio Grande do Norte”, afirma Ezequiel Ferreira.



O cinema São Luiz já foi um dos cinemas mais frequentados do Recife. Construído na década de 1950, o lugar chama a atenção por sua arquitetura histórica e por já ter exibido grandes clássicos nacionais da sétima arte. Ao longo do tempo, o São Luiz se tornou um dos poucos cinemas de rua do Brasil. Em 2007, o cinema foi fechado para reformas e reaberto ao público em 2009. A capital pernambucana já foi considerada um dos maiores polos cinematográficos do país.Nesta foto, observamos o cinema São Luiz em 1981, com o filme em cartaz da época “Os Saltimbancos Trapalhões”
Foto: João Carlos Lacerda/DP/D.A Press

Hugo Sales é o Técnico preferido da torcida para dirigir o ASSU

O Técnico Campeão pelo ASSU em 2009, o baiano Hugo Sales(Foto), é o preferido do torcedor Assuense para assumir o time nesta empreitada de voltar para a primeira divisão do futebol do RN. As primeiras manifestações da torcida Assuense já começaram em reunião realizada na última segunda-feira (04/05) no point noturno do torcedor do Camaleão, a pizzaria Papo de Calçada de propriedade de um torcedor fervoroso da equipe, o empresário "Willames do Papo", deixando o seu estabelecimento comercial a disposição da Torcida; Na primeira reunião além da presença de vários torcedores alviverdes, tivemos também a presença do futuro presidente Chico Lavoisier e alguns membros da sua diretoria. A torcida ouviu do futuro presidente a promessa de que fará de tudo para que o Camaleão do Vale possa voltar a primeira divisão, e acrescentou "Pior do que está não pode ficar" - Adiantou o futuro gestor. Vários ideias surgiram no sentido de mobilizar o torcedor Assuense com o intuito de arrecadar recursos para ajudar a direção nesta empreitada. Também se ventilou  o nome de alguns treinadores, e Hugo Sales foi o que teve a melhor repercussão, embora não se tenha fechado nada; O futuro presidente disse que Hugo Sales é um treinador experiente e que lhe agrada, com títulos em seu currículo e que se a torcida acha que é o nome ideal, fará de tudo para contratá-lo.

Por L. Filho 

Postado por TATUTOM SPORTS 

Beber cerveja pode livrar de doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson, diz estudo

Cientistas descobriram um ingrediente na cerveja que pode retardar a progressão de doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

Por Redação - Fonte: DailyMail

Em experiências de laboratório, eles descobriram que a substância química, chamada xanthohumol, pode ajudar a proteger as células do cérebro dos danos oxidativos associados à demência.
A pesquisa, publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, sugeriu que as pessoas que bebem regularmente cerveja podem afastar a progressão de doenças neurológicas.
O Dr. Jianguo Fang, da Universidade de Lanzhou, na China, disse: "Essa substância pode ser encontrado em um grupo de plantas secas e são amplamente usadas em cervejas e alguns tipos de refrigerantes”.
Ele prossegue: “Na medicina tradicional chinesa, o lúpulo têm sido utilizado para tratar uma variedade de doenças por séculos. A presença de uma elevada concentração de xanthohumol em cervejas pode ser associado à observação epidemiológica, tornando o hábito de beber cerveja algo benéfico”.
Xanthohumol tem atraído um interesse considerável por causa de suas funções farmacológicas múltiplas, por ser antioxidante, proteger o coração, ser anticancerígeno, contribuir contra a obesidade, ser anti-inflamatório e prevenir o câncer.
A equipe do Dr. Fang isolou moléculas de xanthohumol e testou em células cerebrais de camundongos em uma série de experimentos de laboratório. Eles descobriram que o xanthohumol reduziu o nível de estresse oxidativo nas células, um processo prejudicial que é tido como intimamente ligado a doenças degenerativas.
No artigo na revista, os pesquisadores disseram: “As células neuronais são particularmente vulneráveis ​​ao estresse oxidativo por ter reposição limitada durante toda a vida. Cada vez mais provas mostram que o estresse oxidativo é uma das causas de patogenias neurológicas e de doenças neurodegenerativas, tais como Alzheimer e Parkinson”.
“Bloqueando o processo oxidativo, torna-se eficiente bloquear ou retardar o processo que desenvolve tais doenças”, concluíram.
A equipe do Dr. Fang sugeriu que a cerveja pode retardar doenças neurológicas comuns, mas eles também sugeriram que a molécula poderia ser usada em medicamentos, em concentrações maiores.
Eles citaram um estudo canadense de 1998, em que homens que bebiam regularmente cerveja possuíam taxas menores de câncer de próstata, um efeito que também é creditado ser pelo xanthohumol.
No entanto, cientistas que não estiveram relacionados com o estudo, alertam que o consumo excessivo de cerveja, em uma frequência muito alta, pode ser um problema, já que o excesso de álcool está associado a um risco maior de demência por destruir tecido cerebral.
Os médicos orientam a não beber excessivamente cerveja buscando efeito protetor, mas dizem que a pesquisa é importante e pode levar à elaboração de novos medicamentos na luta contra as doenças neurodegenerativas.
O Dr. Arthur Roach, diretor de pesquisa da Parkinson UK, disse: "Muitas drogas têm suas origens em produtos naturais. Xanthohumol, a ‘molécula da cerveja’ em que este estudo enfoca, parece ter efeito protetor sobre as células cultivadas em laboratório”, disse.

George Soares sugere a implantação do Memorial Histórico e Geográfico do Vale do Açu


O deputado estadual George Soares (PR) apresentou requerimento em sessão plenária desta quarta-feira (06), na Assembleia Legislativa do RN, sugerindo ao governo do Estado através da Fundação José Augusto, a implantação de um Memorial Histórico e Geográfico no Vale do Açu.

O Vale do Assu é a região que apreende e precede maiores requisitos e oferece condições de instalar um memorial visando preservar o que resulta da presença indígena e da ocupação branca no interior do Rio Grande do Norte. Janduí, no Vale do Açu, constitui uma grande referência para a história do índio brasileiro haja vista que foi o principal imperador dos nativos durante a Guerra dos Bárbaros - maior levante da história indígena do Brasil.

Os costumes dos aborígenes daquele sertão varzeano, denominados de Tapuias, adquiridos através do convívio amigável dos Janduís com os holandeses e da ferrenha divergência com os portugueses, fizeram as bases fundamentais da história do Nordeste nos planos social, econômico, cultural e político que ainda prevalecem na atualidade.

Além deste período de resistência e de massacres, a região se destacou em diversos aspectos tais como: charqueadas, polo algodoeiro, extrativismo da carnaúba, agricultura de subsistência e irrigada, pesca, polo ceramista e, sobremaneira, na literatura, teatro, música, religião, política, esporte... E, ainda detém, o mais importante acervo histórico e arquitetônico do interior Potiguar.

Essas e outras razões justificam o resgate, a preservação e a valorização da memória cultural e da geo-história do povo varzeano, através do MEMORIAL HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO VALE DO AÇU coordenado pela tão conceituada Fundação José Augusto.

"A criação desse memorial irá fomentar e preservar a rica cultura do Vale do Açu que em todos os momentos contribuiu para o histórico fortalecimento do povo potiguar. O Estado e os municípios estão devendo esse merecido resgate por tudo que representa essa Região no contexto Estadual." Afirmou o deputado George Soares.

 REVISTA SIUZA CRUZ, RIO DE JANEIRO