sábado, 5 de novembro de 2016
12 fatos curiosos sobre a chegada do rádio ao Rio Grande do Norte
De: https://curiozzzo.com
by Henrique Araujo

Naquele ano a cidade tinha apenas amplificadores de som (as chamadas
divulgadoras), que estavam espalhados pelas ruas e praças da cidade
transmitindo músicas, dramas e notícias para a população.

Da qual a sede se localizava na Avenida Tavares de Lira no bairro da Ribeira. Esta rádio pertencia à Luís Romão de Almeida, e tinha uns 22 alto-falantes espalhados pelas cidade.

As notícias davam conta da movimentação provocada pelas operações militares ligadas à grande guerra.

E em Dezembro de 1940 foi instalada sua torre para melhorar as
transmissões, porém somente em 30 de Novembro do ano seguinte é que a
rádio foi levada ao ar, com o prefixo ZYB-5.
O radialista Genar Wanderley foi quem primeiro ocupou o microfone, lendo Ave Maria escrita por Luís da Câmara Cascudo em solenidade de inauguração.

Este foi o nome definitivo da emissora a partir de sua incorporação aos Diários Associados em 16 de Fevereiro de 1944.
A mudança aconteceu porque todas as emissoras associadas à REN representavam tabas indígenas características do Estado onde estavam localizadas. Tupi, Tamandaré, Farroupilha, Tamoio, Poti, etc. seus diretores eram conhecidos como “caciques”, e o “cacique” da Rádio Poti era o próprio Genar Wanderley.

Quase todos os profissionais que trabalhavam em Rádio na década de 40 e 50 no Rio Grande do Norte saíram de lá.

Como é o caso do mito Agnaldo Rayol.

Programas como Domingo Alegre, criado pelo próprio diretor da
emissora, Vesperado dos Brotinhos, comandado por Luís de Cordeiro. A
Estrela Canta, por Glorinha de Oliveira, Alegria na Taba, por Vanildo
Nunes, Sabatina da Alegria, por Ruy Ricardo, e Turbilhão de novidades,
por Edmilson Andrade.

Algumas eram feitas ao vivo contando com a participação de vários atores norte-rio-grandenses.
“Todos eram muito unidos chorávamos de verdade, quando o papel necessitava de emoção, quando não, fingiam. Era um por todos e todos por um. Atualmente as pessoas do meio artístico não são mais unidas, se puderem puxar o tapete uma das outras, elas puxam” – afirmava a radialista Glorinha de Oliveira.

Surgiram a Rádio Nordeste, fundada em 1954 pelo ex-Governador Dinarte
Mariz, a Rádio Cabugi, fundada em dezembro do mesmo ano pelo Senador
Giorgino Avelino, e, posteriormente, vieram às emissoras, Difusora de
Mossoró, de educação Rural de Natal, Mossoró e Caíco, Rádio Trairi.

Chamada Gilvanise Moreira.

Numa sociedade machista como a que concretizou o Brasil, até bem pouco tempo a mulher sempre foi mantida em segundo plano. Na “família ideal” ela era submissa ao homem, e os deveres que a cercavam eram muitos, mas direitos essenciais como o de trabalhar fora do lar eram praticamente nenhum.
Foi o caso da Eunice Campos, que em depoimento gravado no dia 15 de novembro de 2000, afirma que, ao ser convidada para trabalhar na Rádio Poti, no início dos anos cinqüenta, passou a usar o pseudônimo de Sandra Maria para que seu pai não descobrisse e a proibisse de trabalhar.
“Quando ingressei na rádio, o preconceito era muito grande, o meu pai só veio saber uns seis meses depois”, dizia Eunice. Que história pra filme essa!
Se você gostou não deixe de ver: 17 curiosidades sobre a vida boêmia de Natal no início dos anos 40
Fonte: texto de José Eduardo Vilar Cunha reproduzido por Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto via Natal de Ontem
by Henrique Araujo
Essa história até quem não entende nada de rádio vai gostar.
Tudo começou em 1939 quando Natal tinha uma população com cerca de 50 mil habitantes
Rua do Comércio, Ribeira, Natal – início dos anos 40
Na cidade existia apenas uma “emissora” chamada Agência Pernambucana

Bondes no cruzamento da avenida Duque de Caxias com Tavares de Lyra entre 1941 e 1942. Foto: Revista Life
Além da programação comum, havia jornais falados, com notícias da Segunda Guerra em que Natal participou apoiando os EUA

Presidente Roosevelt dos EUA visitando a base aérea militar americana em Parnamirim na época da 2ª Guerra Mundial
Já nos anos 40 a Rádio Educadora de Natal (“REN”) foi fundada por um homem chamado Carlos Farache

Foto: Radio RCA (1942) superheterodino, 5 válvulas, 3 faixas de ondas médias e curtas, alto-falante de 5′ e caixa de baquelite.
O radialista Genar Wanderley foi quem primeiro ocupou o microfone, lendo Ave Maria escrita por Luís da Câmara Cascudo em solenidade de inauguração.
Mas depois a REN se tornou Rádio Poti

Fonte: Suplemento Nós do RN. A República, Setembro de 2005.
A mudança aconteceu porque todas as emissoras associadas à REN representavam tabas indígenas características do Estado onde estavam localizadas. Tupi, Tamandaré, Farroupilha, Tamoio, Poti, etc. seus diretores eram conhecidos como “caciques”, e o “cacique” da Rádio Poti era o próprio Genar Wanderley.
A partir daí a rádio virou berço profissional de muita gente

Doutor Januário Cicco – Vice-presidente da primeira emissora do RN – Rádio Educadora (REN)
Nomes consagrados nacionalmente ficaram conhecidos por causa dos programas de auditório da Rádio Poti

Aguinaldo Rayol no elenco da Rádio Poty AM (Natal)
Aliás os programas de auditório eram muitos disputados pela “juventude” da época e faziam um enorme sucesso

Programa de auditório na Radio Nacional durante os anos 50
Mas a grande audiência era mesmo das radionovelas

Elenco da radionovela Rosa de Sangue (1943) que foi um sucesso brasileiro
“Todos eram muito unidos chorávamos de verdade, quando o papel necessitava de emoção, quando não, fingiam. Era um por todos e todos por um. Atualmente as pessoas do meio artístico não são mais unidas, se puderem puxar o tapete uma das outras, elas puxam” – afirmava a radialista Glorinha de Oliveira.
E depois da Rádio Poti…

Ex governador Dinarte Mariz (RN)
E foi a Rádio Cabugi que teve a primeira locutora mulher do Rio Grande do Norte

Foto ilustração
E o que dizer desta outra locutora mulher que para poder trabalhar naquela época inventou um nome falso?

Numa sociedade machista como a que concretizou o Brasil, até bem pouco tempo a mulher sempre foi mantida em segundo plano. Na “família ideal” ela era submissa ao homem, e os deveres que a cercavam eram muitos, mas direitos essenciais como o de trabalhar fora do lar eram praticamente nenhum.
Foi o caso da Eunice Campos, que em depoimento gravado no dia 15 de novembro de 2000, afirma que, ao ser convidada para trabalhar na Rádio Poti, no início dos anos cinqüenta, passou a usar o pseudônimo de Sandra Maria para que seu pai não descobrisse e a proibisse de trabalhar.
“Quando ingressei na rádio, o preconceito era muito grande, o meu pai só veio saber uns seis meses depois”, dizia Eunice. Que história pra filme essa!
Se você gostou não deixe de ver: 17 curiosidades sobre a vida boêmia de Natal no início dos anos 40
Fonte: texto de José Eduardo Vilar Cunha reproduzido por Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto via Natal de Ontem
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
EM NATAL, GRUPO QUINTAS FOTOGRÁFICAS FAZ EXPOSIÇÃO NA UFRN

Do G1 RN / Fonte – http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2016/10/em-natal-grupo-quintas-fotograficas-faz-exposicao-na-ufrn.html
O campus central da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal, recebe durante os dias 3 e 30 de novembro, na biblioteca Zila Mamede, a exposição fotográfica ‘Em Cores’. O trabalho foi produzido por 20 integrantes do grupo Quintas Fotográficas, que reúne fotógrafos profissionais e amadores de todo o estado. A UFRN fica no bairro de Lagoa Nova, na Zona Sul da cidade.

Serviço
‘Em Cores’ fica aberta ao público de 3 a 30 de novembro, sempre de 8h às 18h, na Biblioteca Central Zila Mamede, na UFRN. A abertura da exposição acontece na quinta-feira, dia 3, às 16h30. Entrada franca. As imagens que estarão em exposição foram feitas em Ceará-Mirim (Ricardo Morais), Monte das Gameleiras (Alicsson Morais), Goianinha (Gladys Fonseca), Maxaranguape (Juliana Garrido) e Galinhos (Antônio Carlos Alencar).
Ana Cristina Costa
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"Nós nunca nos habituamos ao murmúrio do silêncio,
à leviandade de um julgamento,
ao inconfundível sabor amargo do desencanto. "
( São Gonçalves )
"Nós nunca nos habituamos ao murmúrio do silêncio,
à leviandade de um julgamento,
ao inconfundível sabor amargo do desencanto. "
( São Gonçalves )
Deputado Vivaldo Costa disse que concorda com a declaração de Cláudio Santos sobre a Uern
O deputado Vivaldo Costa, em discurso hoje na Assembleia
Legislativa, declarou que concorda com a declaração do presidente do
Tribunal de Justiça, desembargador Cláudio Santos, no que se refere à
privatização da Uern.
Vivaldo criticou os protestos feitos em torno da declaração de Santos e citou a senadora Fátima Bezerra, que defende a manutenção do modelo atual da universidade estadual.
“Não adianta retórica de esquerda”.
Vivaldo lembrou que o Estado está quebrado, não pode manter a universidade, e se privatizar não for a solução, pelo menos a declaração do presidente do TJ levanta a discussão sobre o assunto.
Do blog Thaysa Galvão
Vivaldo criticou os protestos feitos em torno da declaração de Santos e citou a senadora Fátima Bezerra, que defende a manutenção do modelo atual da universidade estadual.
“Não adianta retórica de esquerda”.
Vivaldo lembrou que o Estado está quebrado, não pode manter a universidade, e se privatizar não for a solução, pelo menos a declaração do presidente do TJ levanta a discussão sobre o assunto.
Do blog Thaysa Galvão
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
foto de Rota Intertv.
Rota Intertv
O pessoal do Pataxó pediu tanto pro Rota ir até lá... só chegando lá entendemos o porque: é lindo demais! #rotaintertv #fãdorota #riograndedonorte #intertvrn #profilmeshd
CARTA ABERTA ao presidente do Tribunal de Justiça do RN, Cláudio Santo
Professora do Departamento de História do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão - Assu
Caro senhor Cláudio Santos.
Sua
fala em defesa da PRIVATIZAÇÃO de uma UNIVERSIDADE PÚBLICA que presta
relevantes serviços ao desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Norte como a #UERN só me pode fazer crer que se trata, primeiramente de um preconceito de
classe, pois a UERN forma filhos e filhas da classe trabalhadora do RN.
Mas não é qualquer classe trabalhadora, é notadamente, àquela que vive no interior do Estado, no seu sertão, no semi-árido do alto Oeste, do Seridó, do vale do Assu, que não mora em Natal nem desfruta das benesses do capital na via costeira ou na zona sul de Natal. E é aí que se inscreve a segunda dimensão do preconceito: o geográfico. Muitos de nós professores/as e alunos/as da UERN somos filhos e filhas de operários/as e trabalhadores/as do campo, uma parcela da população em função da qual a grande mídia desse país e deste estado não sai em defesa. E quando o senhor, na condição de presidente do Tribunal de Justiça do RN, em entrevista, aponta a privatização da UERN como uma forma de reestruturar as finanças do Estado, fica claro que fala a partir do seu lugar social, colocando-se como representante de uma visão elitista da educação, a partir da qual estuda quem pode pagar e o custo de um curso de graduação não se resume ao valor de uma mensalidade. Certamente que o senhor pode pagar esse custo para seus filhos ou filhas, mas infelizmente meus alunos e alunas não tiveram a sorte de nascerem filhos/as de juízes desembargadores. E diferentemente do senhor que tem salário bruto acima de 40 mil reais por mês, a imensa maioria da população de nosso Estado é pobre, e negar-lhe a UERN é reforçar o abismo da desigualdade social no RN. Como professora, o convido a conhecer nossos/as alunos/as e suas histórias de vida. Venha a Assu, onde sou professora, vamos conversar com as pessoas, vá a Patu, Pau dos Ferros, Caicó, converse com a população da Zona Norte de Natal, pois é, a zona norte também faz parte da cidade e do Estado.
O Brasil e o Rio Grande do Norte precisam avançar na defesa e promoção da educação pública, gratuita e de qualidade, e nenhum cidadão ou cidadã bem intencionado pode defender o fechamento de instituições de ensino. Precisamos defender, trabalhar e lutar pela ampliação da quantidade e da qualidade destas instituições.
Por último, gostaria de lembrar-lhe, caro desembargador, existe um mundo e um Rio Grande do Norte para além das paredes luxuosas e cheias de obra de arte dos tribunais, existe um RN que viaja de pau de arara, pega carona, come poeira, mas não deixa de ir para aula na UERN, é por esta parcela grandessíssima da população do Estado que sugiro que o senhor possa reavaliar seu ponto de vista e retratar-se com a população do Rio Grande do Norte. É por ela também que sigo minha luta cotidiana pela UERN e pelo direito de meus alunos e alunas terem uma formação de qualidade com desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão, mesmo sem tantos auxílios no meu salário entrego minha vida à minha profissão, pois julgo que através dela estarei semeando um mundo novo.
Paz e bem.
Andreza de Oliveira Andrade Professora do Departamento de História do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão - Assu
Professora do Departamento de História do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão - Assu
Do blog: http://josimarribeirosilva.blogspot.com.br
Mas não é qualquer classe trabalhadora, é notadamente, àquela que vive no interior do Estado, no seu sertão, no semi-árido do alto Oeste, do Seridó, do vale do Assu, que não mora em Natal nem desfruta das benesses do capital na via costeira ou na zona sul de Natal. E é aí que se inscreve a segunda dimensão do preconceito: o geográfico. Muitos de nós professores/as e alunos/as da UERN somos filhos e filhas de operários/as e trabalhadores/as do campo, uma parcela da população em função da qual a grande mídia desse país e deste estado não sai em defesa. E quando o senhor, na condição de presidente do Tribunal de Justiça do RN, em entrevista, aponta a privatização da UERN como uma forma de reestruturar as finanças do Estado, fica claro que fala a partir do seu lugar social, colocando-se como representante de uma visão elitista da educação, a partir da qual estuda quem pode pagar e o custo de um curso de graduação não se resume ao valor de uma mensalidade. Certamente que o senhor pode pagar esse custo para seus filhos ou filhas, mas infelizmente meus alunos e alunas não tiveram a sorte de nascerem filhos/as de juízes desembargadores. E diferentemente do senhor que tem salário bruto acima de 40 mil reais por mês, a imensa maioria da população de nosso Estado é pobre, e negar-lhe a UERN é reforçar o abismo da desigualdade social no RN. Como professora, o convido a conhecer nossos/as alunos/as e suas histórias de vida. Venha a Assu, onde sou professora, vamos conversar com as pessoas, vá a Patu, Pau dos Ferros, Caicó, converse com a população da Zona Norte de Natal, pois é, a zona norte também faz parte da cidade e do Estado.
O Brasil e o Rio Grande do Norte precisam avançar na defesa e promoção da educação pública, gratuita e de qualidade, e nenhum cidadão ou cidadã bem intencionado pode defender o fechamento de instituições de ensino. Precisamos defender, trabalhar e lutar pela ampliação da quantidade e da qualidade destas instituições.
Por último, gostaria de lembrar-lhe, caro desembargador, existe um mundo e um Rio Grande do Norte para além das paredes luxuosas e cheias de obra de arte dos tribunais, existe um RN que viaja de pau de arara, pega carona, come poeira, mas não deixa de ir para aula na UERN, é por esta parcela grandessíssima da população do Estado que sugiro que o senhor possa reavaliar seu ponto de vista e retratar-se com a população do Rio Grande do Norte. É por ela também que sigo minha luta cotidiana pela UERN e pelo direito de meus alunos e alunas terem uma formação de qualidade com desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão, mesmo sem tantos auxílios no meu salário entrego minha vida à minha profissão, pois julgo que através dela estarei semeando um mundo novo.
Paz e bem.
Andreza de Oliveira Andrade Professora do Departamento de História do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão - Assu
Professora do Departamento de História do Campus Avançado Prefeito Walter de Sá Leitão - Assu
Do blog: http://josimarribeirosilva.blogspot.com.br
"Antigas imagens em Cartões Postais".
Cartão postal com vista para o edifício Fernando Costa.
Esse prédio, localizado na esplanada do Cais do Porto e levantado por ordem do governo federal, foi inaugurado em 13 de novembro de 1940.
Ele havia sido construído para servir de sede as repartições do Ministério da Agricultura com base em Natal.
A escolha pelo dia da inauguração foi uma homenagem ao 3º ano da gestão do titular da Pasta da Agricultura. O nome dado ao prédio se deu da homenagem ao então Ministro da Agricultura, o Sr. Fernando Costa.
A imprensa noticiou que a construção, localizada ao lado do prédio dos Correios e Telégrafos e em frente ao Cais do Porto, foi o primeiro no gênero construído no país.
O prédio servia ainda de estação meteorológica, pois tinha em sua parte superior equipamentos instalados para o serviço meteorológico. Até então o local onde eram recolhidos os dados para análise do tempo ficava a poucos metros desse edifício. Essa outra Estação era o Posto Meteorológico Pereira Reis, na esquina da rua Silva Jardim, em frente ao prédio da Alfândega.
Esse prédio, localizado na esplanada do Cais do Porto e levantado por ordem do governo federal, foi inaugurado em 13 de novembro de 1940.
Ele havia sido construído para servir de sede as repartições do Ministério da Agricultura com base em Natal.
A escolha pelo dia da inauguração foi uma homenagem ao 3º ano da gestão do titular da Pasta da Agricultura. O nome dado ao prédio se deu da homenagem ao então Ministro da Agricultura, o Sr. Fernando Costa.
A imprensa noticiou que a construção, localizada ao lado do prédio dos Correios e Telégrafos e em frente ao Cais do Porto, foi o primeiro no gênero construído no país.
O prédio servia ainda de estação meteorológica, pois tinha em sua parte superior equipamentos instalados para o serviço meteorológico. Até então o local onde eram recolhidos os dados para análise do tempo ficava a poucos metros desse edifício. Essa outra Estação era o Posto Meteorológico Pereira Reis, na esquina da rua Silva Jardim, em frente ao prédio da Alfândega.
No início da década de 40 era nesse local, em frente ao edifício
Fernando Costa, o final do trajeto do bonde na linha para o Porto. Até
por volta de 1938, o ponto de partidas e paradas dos "tramways" da Força
e Luz era no final dessa avenida, em frente ao Armazém nº 02 do Cais do
Porto
Fotógrafo: Grevy
Ano: Final dos anos 40
Fotógrafo: Grevy
Ano: Final dos anos 40
ENGRENAGEM ENFERRUJADA
Se o furor em defesa da vaquejada fosse aplicado na transposição do Rio São Francisco, a obra estaria pronta desde a República Velha. Transposição e outras grandes obras estruturantes.
O pior do Nordeste ainda é a sua representação política. Aliás, a Revolução de 30 ainda não deu o ar de sua graça nesta terra desgraçada.
Se o furor em defesa da vaquejada fosse aplicado na transposição do Rio São Francisco, a obra estaria pronta desde a República Velha. Transposição e outras grandes obras estruturantes.
O pior do Nordeste ainda é a sua representação política. Aliás, a Revolução de 30 ainda não deu o ar de sua graça nesta terra desgraçada.
A República Velha é aqui.
[Carlos Linneu, 'Portal No Ar']
Da linha do tempo/facebook de Paulo Sergio Martins
[Carlos Linneu, 'Portal No Ar']
Da linha do tempo/facebook de Paulo Sergio Martins
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO







