sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
O 'BEIJO, ME LIGA' DO MONSTRO DA ESQUERDA
[Rogério Tadeu Romano, 'Portal No Ar']
A esquerda hoje mais parece uma utopia fracassada. Fidel encontrou a morte física e seu fim será a cremação. Cremação de suas ideias e de seu corpo.
Um homem que tentou mudar o mundo à força e não conseguiu. Fez de seu país um satélite de Moscou e foi um ditador, que se elenca entre os vários da história.
Chegam ao fim a esquerda real, seu socialismo fracassado, e Fidel.
A morte do ícone dessa utopia fracassada encontra a esquerda numa tremenda crise, bem analisada pelo geógrafo francês Christophe Guilluy, em recente entrevista para a Folha.
Ele resume tudo isso em duas frases objetivas:
“A esquerda está num estado catastrófico; ela não consegue mais atingir as categorias populares. Aceitou o liberalismo e o capitalismo e tem dificuldade de assumir isso”.
Cuba não aceitou (ainda) o liberalismo mas está aceitando o capitalismo, com imensas dificuldades. Sem Fidel, torna-se ainda menos farol para a esquerda, se é que ela ainda existe como conglomerado.
A esquerda hoje parece não ter torcedores, mas testemunhas. Lamento e muito pelos que morreram por essa utopia.
Da linha do tempo/facbook de Paulo Sergio Martins
A morte do ícone dessa utopia fracassada encontra a esquerda numa tremenda crise, bem analisada pelo geógrafo francês Christophe Guilluy, em recente entrevista para a Folha.
Ele resume tudo isso em duas frases objetivas:
“A esquerda está num estado catastrófico; ela não consegue mais atingir as categorias populares. Aceitou o liberalismo e o capitalismo e tem dificuldade de assumir isso”.
Cuba não aceitou (ainda) o liberalismo mas está aceitando o capitalismo, com imensas dificuldades. Sem Fidel, torna-se ainda menos farol para a esquerda, se é que ela ainda existe como conglomerado.
A esquerda hoje parece não ter torcedores, mas testemunhas. Lamento e muito pelos que morreram por essa utopia.
Da linha do tempo/facbook de Paulo Sergio Martins
Academia Assuense de Letras publica o livro 'JOVENS CONTISTAS, GRANDES ESCRITORES - CONTOS POTIGUARES'
Na
noite da última sexta-feira, 9 de dezembro, a Academia Assuense de
Letras realizou, nas dependências do Campus Avançado Prefeito Walter de
Sá Leitão - UERN/Assu, uma sessão solene onde tomaram posse 04 novos
sócios efetivos.
Os
novos acadêmicos são: Francisco das Chagas Pinheiro, na cadeira 9;
Francisco Jobielson da Silva, cadeira 11; Francisco Wagner de Oliveira,
cadeira 12 e Paulo Sérgio de Sá Leitão, cadeira, 13. As cadeiras têm,
respectivamente, como patronos a professora Maria Eufrosina Fernandes, a
professora e poetisa Maria Carolina Wanderley Caldas (Sinhazinha
Wanderley), o médico e escritor Ezequiel Epaminondas da Fonseca Filho e o
poeta João Natanael Soares de Macedo.
Durante a solenidade ocorreu a entrega dos prêmios aos vencedores do Iº Concurso Estadual de Literatura ‘Jovens Contistas, Grandes Escritores’,
promovido pela Academia Assuense de Letras, em sua primeira edição
dirigido, exclusivamente, às pessoas de naturalidade potiguar e/ou
residentes no Estado do Rio Grande do Norte.
Os vencedores, Rosmari Nervis de Souza (1º lugar), Mirelly Moura de Lemos (2º lugar) e Alberto Bezerra de Palhares Júnior (3º lugar), receberam prêmios em dinheiro (R$ 1.000,00; R$ 500,00 e R$ 300,00 respectivamente), diploma, troféu (foto acima - talhado e pirografado por Ivan Pinheiro) e a publicação dos seus contos em uma coletânea que reúne treze trabalhos.
![]() | |||||||||||||||||||||||||||||||||
| Alderi
Dantas, Fernando Caldas, Auriceia Lima, Ivan Pinheiro, Jobielson Silva,
Francisco Costa, Francisco Pinheiro, Francisco Diassis, Fernando Sá
Leitão, Wagner de Oliveira e Paulo de Sá Leitão |
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| TROFÉU DO PRIMEIRO LUGAR |
Os vencedores, Rosmari Nervis de Souza (1º lugar), Mirelly Moura de Lemos (2º lugar) e Alberto Bezerra de Palhares Júnior (3º lugar), receberam prêmios em dinheiro (R$ 1.000,00; R$ 500,00 e R$ 300,00 respectivamente), diploma, troféu (foto acima - talhado e pirografado por Ivan Pinheiro) e a publicação dos seus contos em uma coletânea que reúne treze trabalhos.
As
produções literárias foram selecionadas por uma comissão julgadora
composta por especialistas em Estudos da Linguagem e em Literatura
Brasileira, jornalista e pós-doutorado em Linguística. O concurso contou
com a participação de 38 autores e 50 trabalhos inscritos.
O livro intitulado “Jovens Contistas, Grandes Escritores – Contos Potiguares”, está disponível para venda, ao preço de R$. 20,00 (vinte reais) nos seguintes locais: banca de revistas da Praça do Rosário, Livraria João Paulo II e Chip Informática.
O livro intitulado “Jovens Contistas, Grandes Escritores – Contos Potiguares”, está disponível para venda, ao preço de R$. 20,00 (vinte reais) nos seguintes locais: banca de revistas da Praça do Rosário, Livraria João Paulo II e Chip Informática.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
NATAL, 1935: QUATRO DIAS SOVIÉTICOS

A capital do Rio Grande do Norte viveu sob um breve regime comunista
Autor – Marcus LopesFonte – http://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/terra-brasilis/natal-1935-dois-dias-sovieticos.phtml#.WEyVPYWcHIV
Durante quatro dias, o Brasil viveu a experiência de um governo comunista. Foi em 1935, em Natal, no Rio Grande do Norte. Após um levante militar ocorrido no Batalhão do Exército, a capital potiguar caiu nas mãos dos rebeldes, que destituíram os governantes locais dos seus cargos – incluindo o governador do estado e a Assembleia – e assumiram o poder com apoio do Partido Comunista Brasileiro (PCB), liderado por Luís Carlos Prestes. Sob o lema “pão, terra e liberdade”, os revolucionários almejavam dar o pontapé inicial para a instalação de um regime soviético no Brasil.
O levante começou na manhã de 23 de novembro, um sábado. O dia em Natal, que contava com cerca de 40 mil habitantes, começou calmo e prometia poucas novidades. A principal notícia era uma formatura no Teatro Carlos Gomes, à noite, que contaria com a presença do governador Rafael Fernandes.

O documento com a ordem de expulsão precipitou um movimento que estava sendo articulado havia vários dias entre lideranças militares e sindicatos locais junto com membros do PCB estadual. O objetivo era apoiar a revolução nacional que estava sendo preparada pela Aliança Nacional Libertadora (ANL), no Rio.

Erro de comunicação
Os acontecimentos daquele sábado se precipitaram de tal maneira que não houve tempo nem de avisar a ANL, cujos líderes (incluindo Prestes) aguardavam o melhor momento para eclodir a revolução em nível nacional. Em função das expulsões ordenadas pelo comando militar no Recife, o PCB estadual e os integrantes do Batalhão decidiu dar início ao motim naquele mesmo dia.



Em seguida, o Comitê Revolucionário começou a tomar medidas práticas. A primeira foi um decreto com a destituição do governador do cargo e a dissolução da Assembleia Legislativa “por não consultar mais os interesses do povo”. As tarifas de bondes foram extintas e o transporte coletivo tornou-se gratuito.

Pura farra
“A população confraternizava com os rebeldes. Era mais uma festa popular ou um carnaval exaltado, do que uma revolução”, explica o historiador Hélio Silva em seu livro 1935 – A Revolta Vermelha. “Casas comerciais foram despojadas de víveres, roupas e utensílios domésticos que aquela gente não podia comprar. Houve populares que, pela primeira vez, comeram presunto”, de acordo com o historiador.


Cada um por si
Segundo o professor Homero Costa, o pouco tempo em que permaneceram no poder impediu que os revolucionários tomassem outras medidas práticas. “Houve boatos de que na Vila Cincinato estavam distribuindo alimentos à população, o que levou muita gente a se deslocar para lá, mas não era verdade”, diz Costa.

O levante não ficou restrito a Natal. Houve uma interiorização do movimento no Rio Grande do Norte. “Foram formadas três ‘colunas guerrilheiras’ que ocuparam 17 dos 41 municípios do estado, destituindo prefeitos e nomeando outros”, diz Homero Costa.



Intentona comunista
No mesmo dia em que o “governo comunista” era encerrado no Rio Grande do Norte, o movimento tenentista deflagrava, no Rio de Janeiro, uma insurreição para derrubar o presidente Getúlio Vargas e instaurar um regime comunista no Brasil. Liderado por Luís Carlos Prestes, o levante ficou conhecido como Intentona Comunista, ou Revolta Vermelha. Os amotinados se rebelaram em vários regimentos e batalhões do Rio, mas foram rapidamente sufocados pelas forças de segurança nacional.

A insurreição estava sendo preparada desde o ano anterior. No final de 1934, Prestes, que estava na União Soviética havia três anos, retornou ao Brasil para organizar a revolução comunista. Acompanhado de sua mulher, Olga Benário, militante do partido comunista alemão, eles desembarcaram clandestinamente com os nomes falsos de Antônio Villar e Maria Villar. Além do casal, vieram outros estrangeiros para ajudar na revolução. Entre eles, o argentino Rodrigo Ghioldi e sua mulher, Carmen; o casal alemão Elisa Sabarowski e Arthur Ewert; os belgas Lion Valle e sua mulher, Alphonsine; o alemão Franz Gruber e o norte-americano Victor Allen Baron.


“O que ocorreu em Natal pegou todos de surpresa, inclusive o comitê central. Os levantes no Recife, no dia seguinte ao de Natal, e no Rio de Janeiro, foram em consequência dessa precipitação”, diz Costa, lembrando que a insurreição nacional estava planejada apenas para o início de 1936.
“O levante de Natal fez parte do contexto da Intentona Comunista. A ideia era que a revolução fosse em escala nacional. Porém, nem todas as guarnições envolvidas se engajaram ao mesmo tempo”, diz o historiador Elias Feitosa. A ação da Internacional serviu como justificativa para que Getúlio Vargas instaurasse o Estado Novo, em 1937.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
GEORGE SOARES SE CONGRATULA COM OS NOVOS SÓCIOS DA ACADEMIA ASSUENSE DE LETRAS
“A Academia Assuense de Letras (AAL), é uma associação civil, sem fins econômicos, que tem por finalidade o cultivo, a preservação e a divulgação da literatura, da história e da atividade cultural assuense. É reconhecida como de utilidade pública do Rio Grande do Norte, através de projeto de lei de nossa autoria, e, por isso, nossa atenção, nosso respeito e consideração pelos novos empossados,” escreveu George Soares, na moção apresentada na Assembleia Legislativa do RN nessa terça, dia 06 de dezembro.
CHICO LUCAS - O 'SÁBIO DA NATUREZA', É TEMA DE LIVRO QUE SERÁ LANÇADO NESTA QUINTA-FEIRA
O
velho paradigma de que a sabedoria popular não dialoga com o
conhecimento acadêmico cai totalmente por terra quando o assunto é a
relação entre o pescador Francisco Lucas da Silva, 79 anos, - morador da
Lagoa do Piató, em Assú - e pesquisadores do Grupo de Estudos da
Complexidade (Grecom) da UFRN.
Chico Lucas, como é conhecido popularmente, é mais uma vez foco de uma obra publicada pelo Grecom. Dessa vez, organizada por Conceição de Almeida e Thiago Emannuel de Araújo Severo. Não é a primeira vez que Chico Lucas tem o seu saber registrado em livro. O primeiro foi ‘A Natureza me disse’.
O livro é uma reunião de artigos, textos, fotos e impressões de dez pesquisadores que tomaram como objeto de estudo a vida, o fazer e o pensamento de Chico Lucas.
O lançamento do livro, ‘Francisco Lucas da Silva – Um Sábio na Natureza’ (Editora do IFRN) será na quinta-feira, 8 de dezembro, na Cooperativa Cultural Universitária – no Centro de Convivência do Campus da UFRN.
O trio de violões Continuum, formado por músicos de Campina Grande (PB), vem para Natal tocar especialmente no evento.
Os versos de Chico Lucas, "Não frequentei banco escolar/ Por não ter tido oportunidade / Mas com a ajuda dos amigos / Cheguei à Universidade" (O Sábio e a escola), estão no livro, que reúne entrevistas concedidas por ele a biólogos, filósofos, historiadores, sociólogos, enfermeiros, antropólogos e educadores ligados ao Grecom.
Chico Lucas, como é conhecido popularmente, é mais uma vez foco de uma obra publicada pelo Grecom. Dessa vez, organizada por Conceição de Almeida e Thiago Emannuel de Araújo Severo. Não é a primeira vez que Chico Lucas tem o seu saber registrado em livro. O primeiro foi ‘A Natureza me disse’.
O livro é uma reunião de artigos, textos, fotos e impressões de dez pesquisadores que tomaram como objeto de estudo a vida, o fazer e o pensamento de Chico Lucas.
O lançamento do livro, ‘Francisco Lucas da Silva – Um Sábio na Natureza’ (Editora do IFRN) será na quinta-feira, 8 de dezembro, na Cooperativa Cultural Universitária – no Centro de Convivência do Campus da UFRN.
O trio de violões Continuum, formado por músicos de Campina Grande (PB), vem para Natal tocar especialmente no evento.
Os versos de Chico Lucas, "Não frequentei banco escolar/ Por não ter tido oportunidade / Mas com a ajuda dos amigos / Cheguei à Universidade" (O Sábio e a escola), estão no livro, que reúne entrevistas concedidas por ele a biólogos, filósofos, historiadores, sociólogos, enfermeiros, antropólogos e educadores ligados ao Grecom.
Fonte: Rabiscos do Samuel.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
O POVO BRASILEIRO NA RUA
O
POVO BRASILEIRO NA RUA foi, talvez, a coisa mais importante que nos
aconteceu nos últimos doze meses. Um passo fantástico para conseguirmos
pelo menos reconhecer que está nas mãos do povo a reconstrução do nosso
país, em guerra com a corrupção e contra a impunidade.
Mas, não podem as lideranças nascentes do novo Brasil, que tiveram força e capacidade de levar milhões à rua, permitir que um momento tão extraordinário da história do nosso país se transforme numa brincadeira leviana.
Paramos a canalhice, a ignorância, a ladroeira do governo Dilma. Felizmente. Assumiu Temer. E agora? Vamos passar a gritar "Fora Temer" se ele é o substituto constitucional dela, como Itamar Franco era o de Collor?
Ninguém engoliu as trampolinagens de Eduardo Cunha. Veio o "Fora Cunha". Saiu. Está preso. Assume aquele precário vice-Presidente Waldir Maranhão, que o povo elegeu deputado. "Fora Waldir" logo começou. Assume Rodrigo Maia -- domingo já estavam na rua cartazes pedindo "Fora Rodrigo Maia".
Ao lado de Rodrigo, os cartazes também pediam: "Fora Renan". Sai Renan, assume Jorge Viana, do PT (era isso o que queriam?). Hoje já tem quem grite "Fora Jorge Viana".
Bem, bem, bem. Assim não dá.
Quando vai o Brasil poder trabalhar? As reformas que Temer está mandando para o Congresso, será que são importantes para o país? Uns acham que sim, como eu acho. Outros acham que não. Mas, como pode o Congresso discutir, refletir, aperfeiçoar, votar nesse ambiente?
Acho que está na hora de se iniciar um grande movimento na rua, mobilizando o povo para votar certo. O povo elege. Depois fica indignado com os que foram eleitos por ele. TODOS.
Votar certo, um dia será a resposta.
No Estado Democrático de Direito existem regras -- estão na Constituição e nas Leis. Para serem obedecidas.
Não se pode defender que as regras não sejam obedecidas só porque a gente não simpatiza com a cara do indivíduo que vai assumir este ou aquele cargo. Fomos nós, o povo, que mandamos o cara pra lá. Paciência.
Não se pode desqualificar as instituições designadas para cumpir um determinado papel, só porque não gostamos de pessoas, de decisões, ou atitudes.
Mas, não podem as lideranças nascentes do novo Brasil, que tiveram força e capacidade de levar milhões à rua, permitir que um momento tão extraordinário da história do nosso país se transforme numa brincadeira leviana.
Paramos a canalhice, a ignorância, a ladroeira do governo Dilma. Felizmente. Assumiu Temer. E agora? Vamos passar a gritar "Fora Temer" se ele é o substituto constitucional dela, como Itamar Franco era o de Collor?
Ninguém engoliu as trampolinagens de Eduardo Cunha. Veio o "Fora Cunha". Saiu. Está preso. Assume aquele precário vice-Presidente Waldir Maranhão, que o povo elegeu deputado. "Fora Waldir" logo começou. Assume Rodrigo Maia -- domingo já estavam na rua cartazes pedindo "Fora Rodrigo Maia".
Ao lado de Rodrigo, os cartazes também pediam: "Fora Renan". Sai Renan, assume Jorge Viana, do PT (era isso o que queriam?). Hoje já tem quem grite "Fora Jorge Viana".
Bem, bem, bem. Assim não dá.
Quando vai o Brasil poder trabalhar? As reformas que Temer está mandando para o Congresso, será que são importantes para o país? Uns acham que sim, como eu acho. Outros acham que não. Mas, como pode o Congresso discutir, refletir, aperfeiçoar, votar nesse ambiente?
Acho que está na hora de se iniciar um grande movimento na rua, mobilizando o povo para votar certo. O povo elege. Depois fica indignado com os que foram eleitos por ele. TODOS.
Votar certo, um dia será a resposta.
No Estado Democrático de Direito existem regras -- estão na Constituição e nas Leis. Para serem obedecidas.
Não se pode defender que as regras não sejam obedecidas só porque a gente não simpatiza com a cara do indivíduo que vai assumir este ou aquele cargo. Fomos nós, o povo, que mandamos o cara pra lá. Paciência.
Não se pode desqualificar as instituições designadas para cumpir um determinado papel, só porque não gostamos de pessoas, de decisões, ou atitudes.
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO










