
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Presente de Natal
Criança faz (ou diz) cada uma! É o que ouvimos tantas vezes por este mundo afora. A criança é espontânea, é natural, é sincera. Diz-se que à medida que uma criança cresce e gradativamente vai se tornando um adulto, também deixa de ser espontâneo, natural e, por vezes, perde a sinceridade. Na ilustração que enviamos, conta-nos exatamente um flagrante em que uma criança, em sua inocência e ingenuidade, percebe o genuíno e autêntico valor dos laços de família, sabendo dar a devida importância ao amor que entrelaça e une os membros de uma família. Mesmo com a figura fictícia de “Papai Noel”, reafirma essa ilustração certos valores que se acham muito deteriorados em muitos lares em nosso mundo. Torna-se absolutamente necessário e premente resgatar esses valores.
Faltando poucos dias para o Natal, nota-se um abrandamento de sentimentos, um quebrantamento de emoções, não obstante a avassaladora febre de consumo que domina a sociedade. Compra-se muito, mas dá-se pouco. E o melhor em nós seria dar-nos de nós mesmos. Foi isso que o pequeno guri fez quando entendeu o amor que o enlaçava ao seu pai e vice-versa.
A maior dádiva de Deus naquele primeiro Natal não foi um presente sofisticado e nem mesmo de grandes proporções. Ele deu o Seu único Filho que veio ao mundo para restabelecer a comunhão entre o ser humano e seu Criador (daí a origem da palavra religião = religar). E o valor representado foi o preço de uma vida. Assim, torna-se mais compreensível a dimensão do que é realmente o Natal. Aquela criança da ilustração, em sua pureza e ingenuidade conseguiu traduzir esse sentimento.
Que todos de seu lar, incluindo sua pessoa, passem um final de semana muito abençoada, gostoso e alegre, sob os olhares paternais e amorosos de nosso querido Senhor e Salvador Jesus Cristo, preparando o seu coração para celebrar o genuíno espírito do Natal.
É o que lhe deseja este seu irmão em Cristo Jesus
Presente de Natal
Um dia, Gabriel acordou, muito contente, era a véspera de Natal, pois para ele era uma data muito importante! Era o dia do Aniversário do Menino Jesus, e também o dia que Papai Noel vinha visitá-lo todos os anos. Com seus seis aninhos, esperava ansiosamente o cair da noite para voltar a dormir, e no outro dia encontrar em seu pé de meia, o seu presente de Natal, pois nem tinha uma árvore de Natal.
Dormiu muito tarde, para ver se pegava aquele velhinho no "flagra”, mas como o sono era maior que sua vontade, dormiu profundamente.
Mas, na manhã de Natal, percebeu que seu pé de meia não estava lá, e que não havia presente nenhum em toda sua casa.
Seu pai desempregado, com os olhos cheios de água, observava atentamente o seu filho, e esperava para tomar coragem para falar que o seu sonho não existia, e com muita dor no coração, o chama:
- Gabriel, meu filho, vem cá!
- Papai?
- O que foi filho?
- O Papai Noel se esqueceu de mim...
Falando isso, Gabriel abraça o pai, e os dois se põem a chorar, quando Gabriel fala:
- Ele também se esqueceu de você pai?
- Não meu filho. O melhor presente que eu poderia ter ganhado na vida, está em meus braços, e fique tranquilo pois eu sei que o Papai Noel não se esqueceu de você.
- Mas todas as outras crianças vizinhas estão brincando com seus presentes... ele pulou a nossa casa...
- Pulou não...o seu presente está te abraçando agora, e vai te levar para um dos melhores passeios de sua vida!
E assim foram para um parque, e Gabriel brincou com o pai durante o resto do dia, voltando somente no começo da noite.
Chegando em casa muito sonolento, Gabriel foi para seu quarto, e "escreveu" para o Papai Noel:
"Querido Papai Noel, eu sei que é cedo demais para pedir alguma coisa, mas quero agradecer o presente que o senhor me deu. Desejo que todos os Natais que eu passe, faça com que meu pai se esqueça de seus problemas, e que ele possa se distrair comigo, passando uma tarde maravilhosa como a de hoje. Obrigado pela minha vida, pois descobri que não são com brinquedos que somos felizes, e sim, com o verdadeiro sentimento que está dentro de nós, que o senhor desperta nos Natais. De quem te agradece por tudo, Gabriel."
E foi dormir com um lindo sorriso nos lábios.
Entrando no quarto para dar boa noite ao seu filho, o pai de Gabriel viu a cartinha, e a partir desse dia, não deixou que seus problemas afetassem a felicidade dele, e começou a fazer que todo dia fosse um Natal para ambos.
Se um simples garotinho de seis anos, conseguiu perceber que os melhores presentes que se pode receber não são materiais, porque nós não fazemos o mesmo?
Que todos vocês que estão lendo esta mensagem, faça com que cada dia seja um Natal, valorizando a fé em Cristo, a família, a amizade, carinho e todos os sentimentos bons que existem dentro de cada um, e depende somente de nós mesmos para botar pra fora...
Feliz Natal com Cristo!!!
Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (Isaías 9:6)
Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
A BOTIJA DE CEARÁ-MIRIM
ROSTAND MEDEIROS DEIXE UM COMENTÁRIO

Texto original de Maria da Conceição Cruz Spineli, intitulado MITOLOGIA DO VALE DE CEARÁ-MIRIM: A ESTÓRIA DA BOTIJA NO ENGENHO SÃO PEDRO TIMBÓ e publicado por Pedro Simões Neto.
Fonte – https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1791189677839427&set=a.1375732419385157.1073741828.100008452352746&type=3&theater
No nordeste (dizem…), os holandeses, jesuítas ou ricos fazendeiros, deixavam escondidas verdadeiras riquezas, que ficavam enterradas no chão, em paredes de taperas, em mourões de porteiras ou nas proximidades de grandes árvores, até que um dia, através de sonho, mostrava-se a um escolhido, o local exato onde estava aquele tesouro. No sonho era informado como se comportar para a retirada da “Botija. Sempre à noite e sem acompanhantes. Quem não cumprisse as determinações, não receberia o tesouro. E, com a fortuna nas mãos, a pessoa deveria se mudar para um lugar distante, caso contrário, não desfrutaria da riquezas.
O Ceará-Mirim também teve as suas “botijas”. Muito se ouviu falar das riquezas obtidas por esse meio, embora tudo estivesse no campo do “boato”. Hoje, finalmente, a Acadêmica Ceiça Cruz apresenta um desses casos, por ela vivenciado.

MITOLOGIA DO VALE DE CEARÁ-MIRIM:
A ESTÓRIA DA BOTIJA NO ENGENHO SÃO PEDRO TIMBÓ
Maria da Conceição Cruz Spineli, ocupante da Cadeira 19 da ACLA
A ESTÓRIA DA BOTIJA NO ENGENHO SÃO PEDRO TIMBÓ
Maria da Conceição Cruz Spineli, ocupante da Cadeira 19 da ACLA
Em Dicionário do Folclore Brasileiro, pág. 681, Câmara Cascudo afirma que tesouro significa “dinheiro enterrado, o mesmo que botija para o sertão do Nordeste, ouro em moedas, barras de ouro ou de prata, deixadas pelo holandês ou escondidos pelos ricos, no milenar e universal costume de evitar o furto ou o ladrão de casa, de quem ninguém evita”.
Ainda no mesmo verbete, Câmara Cascudo diz que “os tesouros dados pelas almas do outro mundo dependiam de condições, missas, orações, satisfação de dívidas e obediência a um certo número de regras indispensáveis, trabalhar de noite, ir sozinho, em silêncio, identificar o tesouro pelos sinais sucessivamente deparados […]. O tesouro é encontrado unicamente por quem o recebeu em sonhos […]. Se faltar alguma disposição, erro no processo extrativo, o tesouro transformar-se-á em carvão.”

Lá pelo Timbó também encontramos estórias de tesouros enterrados, de minas, botijas. O assunto era para adultos, mas as crianças curiosas escutavam. Falava-se em sussurros as coisas do além, do sobrenatural, de almas penadas querendo livrar-se do fardo da mina enterrada de que nada lhes servia no outro mundo. Geralmente o pedido da alma penada vinha sob a forma de sonho. No Engenho Timbó, um homem e uma mulher tiveram um sonho idêntico, na mesma noite, e logo cedo os dois confabulavam a experiência e se arvoraram na empreitada. A mulher me contou, anos depois, detalhes do sonho: que era um homem alvo e bonito, vestido com rica indumentária (inclusive me falava de abotoaduras douradas em sua roupa e nas botas), cortês e educado, e que lhe indicava a existência de um tesouro enterrado debaixo da tamarineira que ficava no meio do curral dos burros, no Timbó de Dentro. O homem do sonho era bem didático, riscando o chão com um graveto, para explicar-lhe com muita clareza o local exato onde enterrara o tesouro.
Ela deveria sair de casa ainda escuro da madrugada, ele insistia que fosse cedo, antes do sol nascer. Que fossem só ela e o senhor que tivera o mesmo sonho, que fizessem orações no percurso e durante toda a operação, que levassem água benta e não portassem objetos cortantes, pontiagudos ou armas de fogo. No sonho, ele ficava de cócoras, mexia na terra com as mãos dizendo que a terra onde estava enterrado o tesouro era bem fofinha, que ela não teria dificuldades em encontrá-lo, que o sinal era uma bola de ouro que estaria amarrada a uma corrente, também de ouro, fechando a tranca de um caixão comprido.

Durante o sonho, enquanto conversava com o senhor bem trajado, aparecia uma mulher, maltrapilha, os poucos cabelos ralos desalinhados pelo vento. Ela parecia estar suspensa do chão. A figura acanhada não falava, só olhava com olhar vago e mortiço o senhor que dava detalhes de como proceder para a retirada da mina. Dessa figura, a mulher que me contou o sonho tinha medo, muito medo.
Depois de muito conversarem, resolveram sair em busca do local onde estava a mina. De cara, contrariaram quase todas as regras impostas pela alma penada doadora do tesouro. Saíram com o sol alto, levaram um grupo grande de pessoas com pá, enxada, até gente com arma de fogo na cintura. Eu acho que eles tinham medo de saírem ainda escuro e só os dois.
Começaram a retirada do tesouro, o homem mandava os trabalhadores cavarem com a enxada e a pá, e a mulher pedia que só usassem as mãos como lhe ensinara o doador da mina, no sonho; assim o fizeram. Na busca, começaram a ver a bola de ouro, o sinal anunciado no sonho, quando surgiu um enorme cachorro com os olhos de fogo e um dos trabalhadores que cavava o chão gritou: “ô cachorro da mulesta!”; o cachorro saiu em disparada e o local em que já aparecera a bola de ouro virou um imenso formigueiro.
A frustração da mal sucedida empreitada ainda persiste após muitas décadas. Conta-se que poucos dias após o ocorrido, um trabalhador com serviço alugado em tempo da safra da cana, e que se hospedava na casa grande do Zumba, no Timbó de Dentro, havia tirado essa mina nas caladas da noite. Esse homem desapareceu do engenho misteriosamente. No local onde estava enterrada a botija, só um grande buraco.
A frustração da mal sucedida empreitada ainda persiste após muitas décadas. Conta-se que poucos dias após o ocorrido, um trabalhador com serviço alugado em tempo da safra da cana, e que se hospedava na casa grande do Zumba, no Timbó de Dentro, havia tirado essa mina nas caladas da noite. Esse homem desapareceu do engenho misteriosamente. No local onde estava enterrada a botija, só um grande buraco.
https://tokdehistoria.com.br
A CAGADA
*Por Damasceno Bezerra
*Por Damasceno Bezerra
Outro gozo não há, bem se pensando,
Que se compare ao gozo da cagada…
Depois de digerida a feijoada,
Quando toda a barriga está roncando…
Que se compare ao gozo da cagada…
Depois de digerida a feijoada,
Quando toda a barriga está roncando…
Os peidos, um por um, vão ribombando
Como em noite de inverno a trovoada…
O cu vai , pouco a pouco, se esticando
E a merda vai fugindo em debandada…
Como em noite de inverno a trovoada…
O cu vai , pouco a pouco, se esticando
E a merda vai fugindo em debandada…
Então, o camarada fecha os olhos,
- convencido que a vida é um mar de abrolhos…
Mas, a merda sendo rala – que canudo
- convencido que a vida é um mar de abrolhos…
Mas, a merda sendo rala – que canudo
Vermelho e quente que da bunda sai:
Rompe as pregas do cagão, se esvai
Mela o cu, mela as pernas, mela tudo!
*Damasceno Bezerra era poeta, boêmio, nasceu em Natal/RN, em 1902 e morreu em 1947 na capital potiguar onde está enterrado.
Rompe as pregas do cagão, se esvai
Mela o cu, mela as pernas, mela tudo!
*Damasceno Bezerra era poeta, boêmio, nasceu em Natal/RN, em 1902 e morreu em 1947 na capital potiguar onde está enterrado.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
RENATO CALDAS - SAUDADES DE GUARAPARI
Antiga imagem da Praia de Guarapari/ES, disponível no Google.
"Renato Caldas, dando expansão ao seu temperamento cosmopolita, conheceu o Brasil de ponta a ponta, nas suas intermináveis andanças de romântico caminheiro", como depõe Expedito Silveira que era também poeta assuense, seu amigo e companheiro de vida boêmia.
Pois bem, em 1964 Renato fora convidado pelo governador do Espírito Santo Francisco Alves de Athayde que era entusiasta da poesia Renatocaldiana, para que ele, Renato Caldas fizesse uma temporada na cidade de Vitória/ES, apresentando seu trabalho, a sua arte poética irreverente, ao povo capixaba. Tudo as custas daquele governo. Convite aceito, Renato partiu e, após suas apresentações que durou um mês, retornou ao Rio Grande do Norte, a sua cidade de Assue e, dias depois, escreveu o poema intitulado "Saudades de Guarapari" em homenagem a uma das praias do litoral Espirito-santense, cujos versos, seu sobrinho Chico Elion Caldas Nobre musicou. Senão vejamos abaixo, o poema canção, para o nosso bem estar:
Guarapari é a praia da saudade
Onde a felicidade
Fez um ninho pra morar
À noite o eterno candeeiro
Ilumina seus coqueiros
Com alvos flocos de luar
Na praia branca o mar verde se derrama
Tudo vive e tudo ama
Tudo nos fala de amor
Da triste lenda de um rancho no abandono
Que chora a falta do dono
Um valente pescador.
Guarapari, Guarapari, felicidade!
Quero lembrar com saudade
O bem que tive e perdi
Nas horas tristes que passar de ti distante
Eu direi a todo instante
Saudades Guarapari.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Natal é cidade que tem a maior cultura empreendedora do Brasil
Natal é a cidade que tem a maior cultura empreendedora do Brasil e a terceira mais empreendedora do Nordeste
Agência Sebrae
A percepção da importância do empreendedorismo e o potencial para empreender com alto impacto – isto é, com visão das oportunidades, proatividade, criatividade e sonho grande dos empreendedores natalenses – levaram a capital potiguar a ser considerada a cidade que tem o maior índice de cultura empreendedora do Brasil. É o que revela o estudo feito pela Endeavor Brasil, instituição que analisa o ecossistema brasileiro com foco no empreendedorismo e elege as 32 melhores cidades. Denominada Índice das Cidades Empreendedoras, a pesquisa vem sendo feita desde 2014 e foi divulgada nesta semana.
O estudo traz rankings de desempenho por temas e faz análises regionais dos avanços e retrocessos no mundo dos negócios, principalmente os de pequeno porte. A Endeavor levou em conta seis pilares para determinar a relação das 32 cidades do país mais empreendedoras: ambiente regulatório, infraestrutura, mercado, acesso a capital, inovação, capital humano e cultura empreendedora. Para chegar averiguar o município campeão nesse último quisito, a Endeavor se baseou em pesquisa de opinião feita em parceria com o Instituto Meta e a Opinion Box.
Na avaliação do diretor de operações do Sebrae no Rio Grande do Norte, Eduardo Viana, parte desse visão se deve ao trabalho desenvolvido pelo Sebrae no Rio Grande do Norte e parceiros, principalmente as instituições de ensino superior que têm se esforçado para inserir o empreendedorismo no meio acadêmico. “O conjunto de atividades desenvolvidas e essa parceria com as universidades, através do Programa de Educação Empreendedora, tiveram sua parcela de contribuição para que Natal alcançasse essa posição de destaque no Brasil quando se fala em cultura empreendedora. Os universitários que chegam ao mercado já vão com essa visão da importância da livre iniciativa e de identificar e aproveitar as oportunidades”, explica Eduardo Viana.
Estimular essa concepção está dentro da missão do Sebrae, que mantém programas de incentivo a quem pretende empreender. É o caso do Empretec, que desperta as caracteristicas do potencial empreendedor, tendo já capacitado cerca de 6 mil potiguares. Além disso, o Programa de Educação Empreendedora desenvolve ações que levam noção de empreendedorismo aos três níveis de ensino – Fundamental, Médio e Superior.
Avaliando esses itens principais e itens segundários, São Paulo é a cidade que reúne as melhores condições para abertura de empresas ou expansão de negócios no país, seguida por Florianópolis (SC). A capital paulista lidera pelo terceiro ano consecutivo o indicador justamente em função da conectividade, infraestrutura de terminais aeroportuários e serviços, além da desburocratização do processo de abertura e licenciamento de empresas.
Natal ficou na 23ª posição no ranking brasileiro. No entanto, no Nordeste, é a terceira cidade mais empreendedora da região, depois de Recife (20ª) e Aracaju (22ª). O Índice de Cidades Empreendedoras é um esforço da Endeavor em ajudar governos e sociedade civil a definir prioridades e acompanhar resultados na melhoria do ambiente de negócios.
De: http://agorarn.com.br
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
ABRAÇOS
Na correnteza dos abraços
Anda a girar um coração...
Sou eu? És tu? Não é em vão
Meus braços...
Braços que vem, braços que vão
Que são enfim aqueles braços?
Os meus? Os teus? Um coração?
Abraços...
Gira o perfume, anda o luar
Anda a tremer a cerração...
O céu? A cor? A dor? O mar?
Em vão...
Feito de luz, para girar,
O sol é seiva, o sol é pão...
O céu é para cantar
Abraços
Vão a cantar nas ondas vão
Meus braços...
Abraços...
Caldas, poeta norte-rio-grandense
Imagem de: Delicadezas
Na correnteza dos abraços
Anda a girar um coração...
Sou eu? És tu? Não é em vão
Meus braços...
Braços que vem, braços que vão
Que são enfim aqueles braços?
Os meus? Os teus? Um coração?
Abraços...
Gira o perfume, anda o luar
Anda a tremer a cerração...
O céu? A cor? A dor? O mar?
Em vão...
Feito de luz, para girar,
O sol é seiva, o sol é pão...
O céu é para cantar
Abraços
Vão a cantar nas ondas vão
Meus braços...
Abraços...
Caldas, poeta norte-rio-grandense
Imagem de: Delicadezas
terça-feira, 28 de novembro de 2017
IMPRENSA ELEGE GEORGE SOARES O PARLAMENTAR DO ANO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Os jornalistas que atuam nos jornais, rádios, TVs, blogs e sites e que cobrem diariamente as atividades da Assembleia Legislativa elegeram, na manhã desta terça-feira (28), o deputado estadual George Soares (PR) como o Parlamentar do Ano de 2017. Ele foi escolhido com 24 votos dos 32 registrados.
“Estou muito feliz, muito emocionado também, com essa indicação por parte dos jornalistas que tem essa presença muito forte aqui na atividade dos 24 parlamentares, e agradecer em meu nome, em nome da minha família e a todos que fazem o meu gabinete”, disse George. “Estamos há 7 anos na Casa, mas representando uma história”, afirmou George, referindo-se a familiares que exerceram mandatos na Assembleia Legislativa.
O Parlamentar do Ano de 2017, que foi cumprimentado pelo presidente da Casa Ezequiel Ferreira, e pelo vice Gustavo Carvalho (PSB), disse que se sente satisfeito em levar, pela primeira vez, o título para a região do Assu, mas ressaltou que divide o prêmio com os outros 23 parlamentares. Ele disse que o título conquistado nesta terça-feira, aumenta a sua responsabilidade como homem público.
]“Aumenta a responsabilidade de a gente estar mais atento às questões do Estado”, concluiu o deputado.
]“Aumenta a responsabilidade de a gente estar mais atento às questões do Estado”, concluiu o deputado.
A deputada estadual Cristiane Dantas (PCdoB), Parlamentar do Ano de 2016, ficou em segundo lugar com 2 votos. Também foram votados os deputados Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), Galeno Torquato (PSD), Hermano Morais (PMDB), Fernando Mineiro (PT), José Dias (PSDB), e Nelter Queiroz (PMDB), com um voto cada.
“Esse ano tivemos uma participação expressiva e mais uma vez os jornalistas escolheram o deputado que teve uma boa performance. Isso não quer dizer que os demais deputados não tiveram uma boa participação, mas só um pode ser eleito, e este termina representando toda a Assembleia”, disse Oliveira Wanderley, presidente do Comitê de Imprensa, responsável pelo processo eleitoral.
A eleição se realiza desde o ano de 1972, quando o primeiro eleito pelos jornalistas foi o ex-deputado Roberto Furtado. Em 2015, o eleito foi o presidente da Casa, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza.
De acordo com as regras do Comitê, todos os jornalistas que realizam a cobertura jornalística das atividades legislativas têm direito ao voto para escolher o parlamentar que mais se destacou durante o ano. No final de quatro anos, é escolhido o deputado que mais se destacou na Legislatura.
De acordo com as regras do Comitê, todos os jornalistas que realizam a cobertura jornalística das atividades legislativas têm direito ao voto para escolher o parlamentar que mais se destacou durante o ano. No final de quatro anos, é escolhido o deputado que mais se destacou na Legislatura.
ALRN
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.




