Meus bisavós chamados Manoel Cavalcante de Queiroz e Vigorvina Fontes Fernandes de Queiroz (Fotografias acima) nasceram na então Vila de Luiz Gomes, atual município da região serrana do alto oeste do Rio Grande do Norte. Manoel era farmacêutico naquele lugar, mas também explorou o ramo de farmácia em São Miguel, Assu (onde morou na distante década de 1920), Mossoró (aceitando um convite do amigo e também farmacêutico formado, Jerônimo Rosado), Baixa Verde, Ceará Mirim e gu Natal. Em 1947, Manoel Queiroz transferiu sua farmácia para o filho Letício Fernandes de Queiroz, recém formado pela antiga Escola de Farmácia de Pernambuco/Recife, naquele mesmo ano.
quinta-feira, 28 de março de 2024
O QUE SEI SOBRE MEUS ANTEPASSADOS DE LUIZ GOMES
quarta-feira, 27 de março de 2024
segunda-feira, 25 de março de 2024
Procura-se um poema de amor para presente
"Procura-se um poema pleno, pródigo, proficiente...
Procura-se, não um poema, mas um pingente,
pedra polida em palavras preciosas de prata,
uma pérola perfeita, pois é para presente.
Presente para uma poetisa - princesa,
proprietária dos meus pensamentos,
do meu passado, do meu presente.
Procura-se um poema perfeito,
com perfume do paraíso,
pronto para presente...
Pode? É possível
Procura-se,
pois..."
quarta-feira, 20 de março de 2024
Quero “bordar” no horizonte,
Essa fotografia já um pouco gasta pelo tempo, guardo com muito carinho e zelo, de Candido Jonas Batista ("Cândio" como era mais conhecido). Era vaqueiro de meu avô paterno que era pecuarista nos sertões do Assu. Morreu por afogamento para salvar um jumento que se encontrava ilhado. fato este de solidariedade aquele animal, que a UFRN procurou fazer um documentário sobre, mas não veio a se concretizar. Foi vaqueiro também de meu pai. A gente tinha ele como pessoa muito íntima da família. Foi bom pra todos. Por fim, guardo ele na minha memória, com saudade. Era amigo pra todas as horas! Um registro apenas.
Fernando Caldas
terça-feira, 19 de março de 2024
sexta-feira, 15 de março de 2024
Carta de uma idosa trancada num lar
UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO









