quinta-feira, 26 de setembro de 2024
Primavera
Núbia Frutuoso
segunda-feira, 23 de setembro de 2024
AGENOR MARIA - O CÉU PRECISA SER MUITO BOM PRA SER MELHOR QUE O SENADO
Senador atuante, combativo. Os seus pronunciamentos no Congresso Nacional, brilhava, encantava. Publicou os livros intitulados "Os Roteiros de Uma Luta", 1975, "Rio Grande do Norte do Presente", 1977, além de ter recebido várias honrarias.
(Em tempo: o senador Dinarte Mariz já teria dito: Pra ir pro céu é preciso morrer!).
sábado, 21 de setembro de 2024
LUIZ RAUL DE SENA CALDAS, deixou a cidade de Assu por volta de 1933, para estudar no Rio de Janeiro, então capital federal, onde formou-se e engenharia civil. Formado, prestou serviços ao antigo Departamento de Águas e Esgotos daquela terra carioca. Tempos depois, fora convidado pelo conselho Britânico a conhecer a Inglaterra. Foi ele, que construiu (ele era primo e amigo de meu avô paterno Luis Lucas Lins Caldas Neto) a estrada carroçável ligando Assu a Mossoró, não sei ao certo, se no final dos anos vinte ou no começo da década de trinta, Raul Foi proprietário de terras de agricultura no Vale do Açu, filho filho abastado de João Pio Lins Wanderley, e deixou filhos. Lúcia Caldas, sua filha que está na fotografia é pintora/artista plástica renomada no Rio de Janeiro. Por fim, Raul empresta o seu nome a uma das ruas da cidade de Assu, no bairro Novo Horizonte. Fica o registro.
Fernando Caldas
sexta-feira, 20 de setembro de 2024
quinta-feira, 19 de setembro de 2024
Por João Lins Caldas (1888- 1967), poeta potiguar do Assu, Poema inédito e sem epigrafe, publicado na popular revista Fon-Fon, do Rio de Janeiro, em 1924. Esse poema, sem dúvida, mostra a grandeza do seu poetar. Vejamos:
Eu acendi o
relâmpago do ódio.
A noite tem ladrões
engurujados
E tem traidores
E tem invejosos
E tem morcegos
E tem corujas
Eu preciso com os
seus relâmpagos queimar toda essa fauna da noite.
A noite tem ladrões
engurujados
Eles são lemáticos
e frios,
Desencantados
O encanto dos
charcos mais sombrios,
A sombra de todos
os malvados,
- Condenados,
As suas ânsias, os
seus arrepios...
A noite tem, com a
traição, a inveja, os invejosos...
São da noite
Todos esses negros
partos monstruosos...
São da noite
Os ladrões, a
traição, os invejosos...
Mas da noite
Luminosos
Os relâmpagos que
hão de queimar também todos os invejosos...
Acendam-se todos os
meus relâmpagos.
Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.



