domingo, 28 de outubro de 2012


"Ai como eu gostaria de saber
escrever sobre o amor.
Como borboleta que arranha o violino.
Na fragilidade dos compassos perdura
característica dos seres finitos e imperfeitos
onde a paixão é arte pura.
Respinga aroma de alquimia
numa estrofe de amor que se molda.
Na alma risonha que te espera
em ode, balada, ou soneto
doce e atordoante
sulcando as esferas do prazer.
O amor
é o sentimento mais difícil de se descrever!"

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Ai como eu gostaria de saber 
escrever sobre o amor.
Como borboleta que arranha o violino.
Na fragilidade dos compassos perdura
característica dos seres finitos e imperfeitos
onde a paixão é arte pura.
Respinga aroma de alquimia
numa estrofe de amor que se molda.
Na alma risonha que te espera
em ode, balada, ou soneto
doce e atordoante
sulcando as esferas do prazer.
O amor
é o sentimento mais difícil de se descrever!

•°*”˜˜”*°• ƸӜƷ ✫ƸӜƷ✫ ƸӜƷ *”˜˜”*°•


Tenha um coração generoso e apenas doe. Se alguém precisar de felicidade, doe felicidade; se alguém precisar de afeto, doe afeto; se alguém precisar de paz, doe paz. Não economize e doe quanto quiser, porque estes tesouros são infinitos.

Brahma Kumaris


Queres que te defina,
Mulher?
Uma chama
Temperada com alma
Alimentada com calma

Uma alma
Que acalma
Corpo que desarma
A minha arma
E o meu coração dispara
Apenas
A
M
O
R
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

[Emílio Miranda]
 — com Maria Garcia.


CARLOS EDUARDO É ELEITO PREFEITO DE NATAL


BREGASSÚ



Não te deslumbres com as palavras
Mas com o que elas semeiam…
Sobretudo em ti!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]
Não te deslumbres com as palavras
Mas com o que elas semeiam…
Sobretudo em ti!

(Simples-mente)
[Emílio Miranda]

sábado, 27 de outubro de 2012


Miro o tejo



Miro o tejo contemplativo
Olhares curiosos
Penetram os seus mistérios
Indagam sobre suas águas
Cujas histórias nele guarda

Tejo que banhas Lisboa
Devassada pelo desmazelo das gentes
Nem assim abandonas os homens
Alimenta-los de vida
Indiferente à sua incúria

Barcos rasgam teu ser
Lambendo-te os cascos frios
Que te ferem a alma
em chicotadas agrestes
Maus Tratos diários,
insensíveis a teus desígnios
destroem a tua beleza.

És acalentado pelo amor
Pelo romantismo de jovens casais
Que se acariciam e se amam junto a ti!
Alimentas-te desse amor que extravasa

Ó Tejo!
Tanto de ti que revejo em mim!
A profundeza de teus mistérios
Que guardas nas tuas águas
E eu nos recantos da minha alma!


João Salvador –

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO