sábado, 7 de dezembro de 2013

Faça você mesmo: reaproveite um banquinho antigo na decoração

Sabe aquele banquinho velho que não tem mais função em casa? A blogueira Camila Camargo ensina como deixá-lo novo (e com a sua cara) para a decoração

Da redação | Fotos Divulgação

Casa.com.br
A blogueira Camila Camargo ensina passo a passo para customizar banquinhos. Aqui, você verá como fazer o que aparece no primeiro plano. No entanto, para criar os outros, basta escolher um pano com outra estampa.
OS MEUS FILHOS QUE AMO...

A riqueza e a pobreza

Um dia um pai de família rica decidiu ensinar ao seu filho como é bom ser rico. Resolveu levar o garoto para viajar para o interior e mostrar como é difícil a vida de pessoas pobres.
Eles passaram um dia e uma noite num pequeno sítio de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa, papai!
- Você entendeu a diferença entre a riqueza e a pobreza?
- Sim.
- E o que você aprendeu? Perguntou o pai.
O filho respondeu:
- Eu vi que nos temos um cachorro em casa. Eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada; eles têm uma floresta inteira...
Ao final da resposta, o pai ficou boquiaberto, sem reação.
E o garotinho, abraçando fortemente o seu pai, completou:
- Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!

Este garotinho talvez tenha ensinado a maior lição a seu pai. Tudo depende da maneira como você olha para as coisas. As coisas que realmente importam não têm preço. Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é "pobre de espírito", você não tem nada!

De: Poemas do Sandro


OS MEUS FILHOS QUE AMO...

A riqueza e a pobreza

Um dia um pai de família rica decidiu ensinar ao seu filho como é bom ser rico. Resolveu levar o garoto para viajar para o interior e mostrar como é difícil a vida de pessoas pobres.
Eles passaram um dia e uma noite num pequeno sítio de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa, papai!
- Você entendeu a diferença entre a riqueza e a pobreza?
- Sim.
- E o que você aprendeu? Perguntou o pai.
O filho respondeu:
- Eu vi que nos temos um cachorro em casa. Eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada; eles têm uma floresta inteira...
Ao final da resposta, o pai ficou boquiaberto, sem reação.
E o garotinho, abraçando fortemente o seu pai, completou:
- Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!

Este garotinho talvez tenha ensinado a maior lição a seu pai. Tudo depende da maneira como você olha para as coisas. As coisas que realmente importam não têm preço. Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é "pobre de espírito", você não tem nada!

De: Poemas do Sandro


OS MEUS FILHOS QUE AMO...

A riqueza e a pobreza

Um dia um pai de família rica decidiu ensinar ao seu filho como é bom ser rico. Resolveu levar o garoto para viajar para o interior e mostrar como é difícil a vida de pessoas pobres.
Eles passaram um dia e uma noite num pequeno sítio de uma família muito pobre.
Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa, papai!
- Você entendeu a diferença entre a riqueza e a pobreza?
- Sim.
- E o que você aprendeu? Perguntou o pai.
O filho respondeu:
- Eu vi que nos temos um cachorro em casa. Eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada; eles têm uma floresta inteira...
Ao final da resposta, o pai ficou boquiaberto, sem reação.
E o garotinho, abraçando fortemente o seu pai, completou:
- Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!

Este garotinho talvez tenha ensinado a maior lição a seu pai. Tudo depende da maneira como você olha para as coisas. As coisas que realmente importam não têm preço. Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é "pobre de espírito", você não tem nada!

De: Poemas do Sandro


Brasileiro de 11 anos expõe quadro no museu do Louvre, na França

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BRUNO MOLINERO
DE SÃO PAULO
Ouvir o texto
Jefferson Cardoso Siqueira, 11, só foi uma vez ao museu, no parque Ibirapuera. A escola em que estuda não tem sala de artes, e nenhum quadro enfeita as paredes de sua casa. Isso não impediu, porém, o garoto de gostar de desenho e de ter uma pintura sua exposta no famoso museu do Louvre, que fica na França e abriga a "Monalisa" e outros quadros importantes.
"Quando falaram que iriam exibir meu quadro, todo mundo na escola começou a chorar. Eu não estava entendendo nada, nunca tinha ouvido falar do Louvre", diz o garoto, que mora na zona rural de Suzano (a 44 km de São Paulo).
Amo o lugar em ti
onde todo o universo reside.
Amo o lugar em ti 
onde está todo o teu amor
toda a tua luz
tua verdade, tua beleza.
Eu amo o lugar em ti
onde os dois
nos tornamos um!

Cristina Costa


Ela acorda curiosa
tem ideias ardentes.
Acaricia as asas invisíveis
e dança para curar a alma ferida.
Até em sonhos comete loucuras.
Expulsa a rotina
brinca com a melancolia.
Espírito livre
abre a porta para o mundo.
Briga com a própria sorte
chora e reclama mas logo esquece.
Entende bem a solidão
tem no corpo tatuada
cada vivida emoção.


Cristina Costa


Bom Dia!
Que a paz seja presente
A amizade uma semente
Emoções que se sente
Lembranças na mente
Esperança crente
Amigos autênticos
Sorrisos contentes
Amizade somente
Com amigos, parentes
E a fé ardente!
Lili Peron
*Crystal*
Solar São Francisco, Ceará-Mirim, RN. Casarão pertencente ao Barão de Ceará-Mirim Manuel Varela do Nascimento. 

SÁBADO, 7 DE DEZEMBRO DE 2013

ASSU


O fotógrafo Jean Lopes vai colocar em prática um projeto que planejou há alguns anos. Na noite de hoje (7) Jean vai montar uma estrutura no Bregassú para retratar as ‘figuras’ da festa.

Dida Bola – promotor do Bregassú - reservou um espaço na entrada do São João Park Club para que Jean Lopes ‘retrate’ os ‘figurantes’ da festa.

Pois é! Capriche na hora de se arrumar para a festa e escolha uma boa indumentária, pois você poderá aparecer na galeria de ‘retratos’ que será postada na página do 1Estudio.com (facebook.com/1estudiopontocom).

Quer uma inspiração? Confira ao lado:

Postado por Rabiscos do Samuel.

Mensagem de oração.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

"FALAR DE MANDELA"



Por João Celso Neto*

Falar de Mandela.
É comum elogiar quem morreu, sobretudo uma morte anunciada, o que permite a elaboração a priori de necrológios os mais completos.
Estive na África do Sul há pouco mais de dez anos, ele não era mais seu presidente. Porém continuava idolatrado, uma verdadeira unanimidade nacional (e mundial).
Os "sightseeings" incluíam passar em frente a uma das suas casas (ele recebeu de presente uma na Cidade do Cabo, outra em Johannesburgo e, salvo engano, mais uma em Pretoria).
Pude constatar o que ele conseguira fazer por seu país. Na extensão da palavra, foi um grande estadista, um patriota, da estirpe de Gandhi e outros pouquíssimos, tendo pacificado sua nação. Lá, mesmo minorias têm garantia constitucional de participação na sociedade, com cotas para judeus, árabes, indianos... para quem haja contribuído para a construção do país, sem revanchismos.
Talvez não tenha havido pronunciamento mais feliz do que o do presidente americano (ele também um negro): “Ele alcançou mais do que se pode esperar de qualquer homem.”
Outros epítetos igualmente felizes a seu respeito: aquele que derrotou o "apartheid", monumento à tolerância, líder mundial da luta pela igualdade.
Nada que se diga sobre Nelson Mandela conseguirá fazer justiça integral ao grande homem que, mais que qualquer outra coisa, fez o que pregava, ou seja, fez o que dizia que deveria ser feito.

*João Celso Neto é poeta, advogado, funcionário aposentado da EMBRATEL, assuense residente em Brasília-DF.

FAROESTE CABOCLO – TIROS E MORTE NO SENADO FEDERAL

Publicado em 04/12/2013

O momento do disparo. A foto rendou Prêmio Esso ao fotógrafo Efraim Frajmund em 1964
O momento do disparo. A foto rendou Prêmio Esso ao fotógrafo Efraim Frajmund em 1964

Há 50 anos, o senador Arnon de Mello, de dentro do plenário, disparou contra desafeto político

Em 4 de dezembro de 1963, o Senado foi palco de um acerto de contas. A rixa entre os senadores alagoanos Silvestre Péricles e Arnon de Mello, acabou em tiros e morte. “Há anos que o Sr. Silvestre Péricles me insulta e me ameaça”, justificou em sua defesa o senador Arnon de Mello o autor de três disparos contra Pericles, que chegou a sacar sua arma, mas não disparou.
Os disparos de Melo não atingiram o alvo, mas um tiro atingiu o suplente de senador José Kairala. O político acreano estava no seu último dia de suplência, após seis meses no cargo. Morreu horas depois no hospital.
Arnon de Mello, pai do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello, não foi punido porque dispunha de imunidade parlamentar.
No dia seguinte aos tiros, o jornal detalhou que o senador Silvestre também sacou sua arma.  Indicado pela seta, o senador Kaiala, a vítima fatal do conflito
Indicado pela seta, o senador Kaiala, a vítima fatal do conflito
Prêmio. O fotógrafo Efraim Frajmund conseguiu registrar toda a sequência do conflito (ver imagem abaixo) que começou com o discurso de Arnon de Mello na tribuna, de onde se defendeu das agressões do adversário, até a saída do plenário do senador Kairala. A foto do tiroteio recebeu o Prêmo Esso em 1964.
Autor - Carlos Eduardo Entini

NELSON MANDELA

O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo.

Nelson Mandela - 19/7/1918 - 5.12.2013

  A BELA E INTERESSANTE “DEUSA DO ASSÚ” Imagem 24/04/2026 TOK DE HISTÓRIA Rostand Medeiros – https://pt.wikipedia.org/wiki/Rostand_Medeiros...