O dia das mães está chegando e provavelmente você já pensou muito no que fazer para homenagear a sua mãe num dia tão especial. Para quem não quer se limitar a um almoço e um presente, preparamos um roteiro curto, mais muito gostoso para você fazer com a sua mãe nesta data tão especial. Acorde cedo, chame a família e curta um delicioso dia das mães na Cidade do Sol!
1- Pela manhã a melhor pedida é levar a mamãe para curtir a brisa do mar na Praia de Pirangi. Após um delicioso banho de mar, leve-a para conhecer o maior cajueiro do mundo, seguido de um passeio de barco e mergulho nos parrachos a bordo do Marina Badauê, um passeio que vai deixá-la encantada!Para almoçar a melhor pedida é o premiado restaurante Paçoca de Pilão.
2 - A tarde, que tal levar a mamãe as compras? A cidade está cheia de shoppings de artesanato, que vendem de tudo e todo tipo de tipologias potiguares a preços acessíveis. Tem objetos para decoração, tem roupas, calçados e comidas regionais de dar água na boca! Da praia de Ponta Negra até a Praia do Meio você encontra diversos presentinhos para a sua progenitora.
3 - Para finalizar, aproveite para ver o pôr do sol do alto do mirante do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, uma das mais lindas vistas da Cidade do Sol.
|
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Preparamos um roteiro de um dia para você aproveitar o Dia das Mães na Cidade do Sol
Revelo-te na minha nudez,
mostro-te sem rodeios os desejos sentidos,
expostos nos arrepios
que só teu olhar consegue provocar.
O desejo da entrega que me assalta
como uma tempestade
e num último esgar de lucidez,
diante desta loucura que é amar-te,
transparece toda a timidez deste meu ser.
Tantas vezes, guiada pelas emoções,
escondida dos caminhos da vida, me perdi ,
apenas inventando-te em cada segundo,
em cada emoção, em cada desejo.
Dispo-me das incertezas
para abraçar a cor da paixão
que me envolve o corpo com seu manto quente,
feito de vontades urgentes.
Invento-te num sonho só meu
e sem pudor, desvendo-te os segredos
que minha alma ainda encerra.
Traço linhas imaginadas pelo teu corpo,
escrevo rimas de loucuras no incêndio da pele.
E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo
que me queima por dentro,
seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele
para te levar ao mais infinito sentido de prazer.
mostro-te sem rodeios os desejos sentidos,
expostos nos arrepios
que só teu olhar consegue provocar.
O desejo da entrega que me assalta
como uma tempestade
e num último esgar de lucidez,
diante desta loucura que é amar-te,
transparece toda a timidez deste meu ser.
Tantas vezes, guiada pelas emoções,
escondida dos caminhos da vida, me perdi ,
apenas inventando-te em cada segundo,
em cada emoção, em cada desejo.
Dispo-me das incertezas
para abraçar a cor da paixão
que me envolve o corpo com seu manto quente,
feito de vontades urgentes.
Invento-te num sonho só meu
e sem pudor, desvendo-te os segredos
que minha alma ainda encerra.
Traço linhas imaginadas pelo teu corpo,
escrevo rimas de loucuras no incêndio da pele.
E em gestos inquietos, guio-te nesse fogo
que me queima por dentro,
seguindo sem medo, as estradas traçadas na pele
para te levar ao mais infinito sentido de prazer.
Cristina Costa
Forró

Origem da Palavra
A origem da palavra forró é controversa. Há a versão mais popular de sua origem, a de que o nome viria dos dizeres "For All" (em inglês “para todos”). Com a inauguração da primeira estrada de ferro no interior de Pernambuco pela companhia inglesa Great Western, foi feito um baile (ao som da sanfona e zabumba) para comemoração do acontecimento, promovido pela própria empresa, que convidava todos através dos dizeres afixados na entrada: "for all" (para todos). A partir daí então, passariam a chamar os seus bailes populares de Forró. Esta versão foi reforçada quando o cantor e compositor Geraldo Azevedo fez a canção "For all para todos" em 1983 e quando foi lançado o filme “For All- O trampolim da vitória” em 1998.
A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Assim então eram chamados os bailes comuns frequentados pelo povo e, com o tempo, por ser mais fácil pronunciar, acabou se tornando, simplesmente, “forró”. A razão de os historiadores, em sua maioria, confirmarem esta versão é o fato de que desde o século 17 já se falava em forrobodó, bem antes dos ingleses construírem suas malhas ferroviárias. Porém, como o poder de persuasão do rádio e da televisão são bem maiores que o dos livros, as pessoas tendem a acreditar na primeira versão.
O que mais constatou-se durante a pesquisa sobre a etimologia da palavra Forró, é que as pessoas conhecem Forró, como a palavra vinda mesmo de ‘for all’. Isso mais uma vez reforça a influência que os meios de comunicação de massa tem sobre as pessoas de um modo geral.
História
O forró, assim como o samba, possui as mesmas raízes, ou seja, ambos se originaram da mistura de influências africanas e européias. "Na música nordestina, um toque indígena, uma pitada européia, um tempero africano; é só degustar..." já citava um dos especialistas no assunto.
O batuque - dança de roda com que os africanos mostravam a sua cultura - foi o tronco principal no que diz respeito à formação da música popular no Brasil. Dele surgiram diversas variações que se espalharam tanto em áreas urbanas quanto rurais sob vários nomes e estilos próprios conforme a região do país.
O Forró como gênero musical pode ser considerado filho do Baião. O nome Forró era usado só para designar o local onde aconteciam os bailes e só mais tarde foi caracterizado como estilo musical, derivado do Baião. Muitos ainda confundem Baião e Forró, e pra ser mais exato, não apenas esses dois gêneros (que são os mais próximos), mas muitos outros existentes na música nordestina. Essa grande variedade de gêneros musicais se dá devido às influências variadas, à mistura de um estilo com outro, fazendo com que os próprios músicos a chamem de "música nortista".
A diferença básica apontada por todos os músicos quando indagados sobre a diferença entre o Baião e o Forró é que a batida do Baião é mais "quadrada", ou seja, tem menos balanço que o Forró, que também pela introdução da guitarra, e mesmo da bateria na sua orquestração, possibilitou que a música se "mexesse" mais. Um dos motivos que Dominguinhos expressa como empecilho, para que hoje não esteja se tocando Baião, é justamente o fato das pessoas não saberem o que é Baião e o que é Forró. É justamente aí que está a perda da "memória", ou seja, as pessoas perderam o referencial.
A origem da palavra forró é controversa. Há a versão mais popular de sua origem, a de que o nome viria dos dizeres "For All" (em inglês “para todos”). Com a inauguração da primeira estrada de ferro no interior de Pernambuco pela companhia inglesa Great Western, foi feito um baile (ao som da sanfona e zabumba) para comemoração do acontecimento, promovido pela própria empresa, que convidava todos através dos dizeres afixados na entrada: "for all" (para todos). A partir daí então, passariam a chamar os seus bailes populares de Forró. Esta versão foi reforçada quando o cantor e compositor Geraldo Azevedo fez a canção "For all para todos" em 1983 e quando foi lançado o filme “For All- O trampolim da vitória” em 1998.
A segunda versão é dada pelo historiador e pesquisador da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, que diz que a origem é o termo africano "forrobodó", que significaria festa, bagunça. Assim então eram chamados os bailes comuns frequentados pelo povo e, com o tempo, por ser mais fácil pronunciar, acabou se tornando, simplesmente, “forró”. A razão de os historiadores, em sua maioria, confirmarem esta versão é o fato de que desde o século 17 já se falava em forrobodó, bem antes dos ingleses construírem suas malhas ferroviárias. Porém, como o poder de persuasão do rádio e da televisão são bem maiores que o dos livros, as pessoas tendem a acreditar na primeira versão.
O que mais constatou-se durante a pesquisa sobre a etimologia da palavra Forró, é que as pessoas conhecem Forró, como a palavra vinda mesmo de ‘for all’. Isso mais uma vez reforça a influência que os meios de comunicação de massa tem sobre as pessoas de um modo geral.
fontes:
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/baio.htm
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/xaxado.htm
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/forr.htm
. www.forrozaria.hpg.ig.com.br/oforro/middle.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/introducao.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/forro.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/desenvolvimento.htm
.www.portaldoforro.com.br/historia.htm
. http://sites.uol.com.br/xepero1/
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/xaxado.htm
. www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br/forr.htm
. www.forrozaria.hpg.ig.com.br/oforro/middle.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/introducao.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/forro.htm
. www.geocities.com/Vienna/studio/3006/desenvolvimento.htm
.www.portaldoforro.com.br/historia.htm
. http://sites.uol.com.br/xepero1/
POSTADO POR MICHEL
RELEMBRANDO O B-B-B
Valério Mesquita*
Negativo. Não é o Big Brother Brasil, horrível e superficial. Nem coisas do Banco do Brasil ou do Banco do Nordeste. Quero me referir ao mais notável trio da política do Rio Grande do Norte, das décadas de cinquenta a setenta. Do tempo em que não existia marqueteiro, mas feiticeiro. O voto milagroso era do milagreiro. Conquistado mas, também, fabricado, produzido, trabalhado no mapismo, nos porões e no estrabismo do presidente da secção eleitoral. O trio B-B-B era soturno, noturno, taciturno, no segundo turno da apuração dos votos. Nasceram no mesmo ventre: O Partido Social Democrático, o velho PSD de Theodorico e Jessé. O partido majoritário, marca registrada de uma fase de eleições duvidosas mas de políticos verdadeiros.
Antes de revela-los, direi mais: o exercício do voto daquele tempo era superior ao processo da atual eleição norte-americana e, quiçá, ao virtual da urna eletrônica dos nossos dias. O triunvirato era Bessa, Bosco e Besouro. Prenomes simples: José, João e Assis. Três reis magos das boas novas, da brejeira anunciada em prol do sujeito oculto do sufrágio eleitoral. José Bessa, alto e simplório, escondia-se por trás de aparente timidez. Olhos miúdos mas penetrantes como se adivinhasse o dia de amanhã. O Grande Hotel do “majó” Theodorico era o quartel general. Ali, cedeu o cetro e a coroa ao jornalista João Bosco Fernandes, de fisionomia tensa e intensa, como se estivesse saindo permanentemente de noites indormidas. Era gordinho e, em pé, abria os braços costumeiramente para ouvir e envolver o problema do partido. E Assis Besouro, único sobrevivente dessa tríade, olheiro e vidente da política, foi estafeta de Jessé Freire e exorcista de capitulações impossíveis.
O curioso de tudo isso, é que escreveram em jornais. Expuseram suas idéias. Jornal do Comércio (da Ribeira, do PSD), Jornal de Natal, entre outros, foram veículos de seus pensamentos. Eram letrados, instruídos e não meros cabos eleitorais. Profetas das urnas e simuladores de resultados. Um trabalho, uma devoção e uma ação gratulatória. Hoje, bostalizaram a atividade política, da capital ao interior. A qualidade nostradâmica dos três expoentes da prédica eleitoral, da capacidade de orientar o líder maior, vaticinar, prognosticar, predizer sobre a eleição, o eleitor, o município e o chefe político – ela sumiu do mapa do Rio Grande do Norte. Porque eles agiam mais por convicção do que por conveniência.
Viviam para desarmar presságios e administrar as circunstâncias da política. Para eles a atividade era encarada como um fascínio. Tinham o senso da sobrevivência. Os três somados possuíam a força da mídia deles propriamente. Quando os antigos costumes políticos sucumbiram e a legislação eleitoral mudou, ficaram, todavia, nas paragens onde atuaram, em etapas diversas, passagens esparsas de vidas, que hoje relembro para aqueles que respiram o mesmo ar, pisam o mesmo chão e participam da mesma natureza. Registro a trajetória, rapidamente, da existência de José Bessa, João Bosco e Assis Besouro, como quem fotografa um instante de um universo perdido de sonhos, travessuras e ilusões. Uma canção ligeira em louvor de figuras simples mas sábias (e sabidas) – atualmente – sombras, nada mais. A todos: saudações pessedistas!!
(*) Valério Mesquita – Escritor e presidente do IHGRN mesquita.valeruio@gmail.com
http://www.pontodevistaonline.com.br/
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA RECEBE EXPOSIÇÃO COM OBRAS DE OITO POTIGUARES
Os amantes das artes plásticas têm uma atração a mais em Natal, até o dia 13 de maio. Diariamente, das 8h às 13h, o Salão de Arte da Assembleia Legislativa abre as portas para a exposição “Arte Sacra Contemporânea”, com participação de oito renomados artistas potiguares. Ao todo, 20 obras estão à mostra no local.
Reunindo os trabalhos de Carmelita Ferreira, Cristina Jácome, Newton Avelino, Rosa Maria, Arlete Silva, Tônia, Sônia Jácome e Francisco Eduardo, a exposição tem obras de diversas técnicas, como óleo sob tela e tela com tinta acrílica. As peças fazem referência a ambientes nordestinos e manifestações culturais intensamente desenvolvidas na região.
“Cada um desses artistas já expuseram individualmente aqui na Assembleia e esta é a primeira vez que eles se juntam em um trabalho coletivo. O Salão Nobre está sempre aberto para a valorização de trabalhos culturais dos artistas potiguares”, explica a curadora Socorro Sarmento Alves.
Portas abertas
Com o objetivo de dar espaço para os artistas potiguares, a Assembleia Legislativa oferece a oportunidade para que os profissionais discutam possíveis exposições no local. Para isso, os interessados devem ir ao Cerimonial da Assembleia e procurar a curadora da casa, Socorro Sarmento Alves, das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira.
Assembleia Legislativa – Assessoria de Imprensa.
Postado por Ivan Pinheiro Bezerra
ESPORTE DO ASSU DAS ANTIGAS
Título do blog.
Mais arquivo de Dr. Arimateia que era goleiro e dos bons, aqui numa réplica da Seleção brasileira nos anos 70. O mascote é Alexandre de Dr. Noé, em Pé: Delino, Erasmo, Dedé(irmão de Badeco), Dr. Arimatéia, Wilton e Naninho de Macrina; Agachados: Chiquinho, Junot A Santos Santos, Zé Nilton, Nelson e Toinho de Walter.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
TV Assembleia e TV UERN firmam parceria
A Assembleia Legislativa firmou convênio de cooperação com a Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), na manhã desta quinta-feira (7). O documento assinado pelo presidente do Legislativo potiguar, Ezequiel Ferreira de Souza, e o reitor da Universidade, Pedro Fernandes, visa a permuta de programação entre a TV Assembleia e a TV UERN.
“Esta parceria é muito importante para a TV Assembleia porque vamos exibir para nossos telespectadores o conteúdo produzido brilhantemente pelos alunos da UERN e também expandir o que produzimos aqui para os alunos da instituição em 17 municípios do Rio Grande do Norte”, afirma Ezequiel Ferreira.
O cinema São Luiz já foi um dos cinemas mais frequentados do Recife. Construído na década de 1950, o lugar chama a atenção por sua arquitetura histórica e por já ter exibido grandes clássicos nacionais da sétima arte. Ao longo do tempo, o São Luiz se tornou um dos poucos cinemas de rua do Brasil. Em 2007, o cinema foi fechado para reformas e reaberto ao público em 2009. A capital pernambucana já foi considerada um dos maiores polos cinematográficos do país.Nesta foto, observamos o cinema São Luiz em 1981, com o filme em cartaz da época “Os Saltimbancos Trapalhões”
Foto: João Carlos Lacerda/DP/D.A Press
Hugo Sales é o Técnico preferido da torcida para dirigir o ASSU
O Técnico Campeão pelo ASSU em 2009, o baiano Hugo Sales(Foto), é o preferido do torcedor Assuense para assumir o time nesta empreitada de voltar para a primeira divisão do futebol do RN. As primeiras manifestações da torcida Assuense já começaram em reunião realizada na última segunda-feira (04/05) no point noturno do torcedor do Camaleão, a pizzaria Papo de Calçada de propriedade de um torcedor fervoroso da equipe, o empresário "Willames do Papo", deixando o seu estabelecimento comercial a disposição da Torcida; Na primeira reunião além da presença de vários torcedores alviverdes, tivemos também a presença do futuro presidente Chico Lavoisier e alguns membros da sua diretoria. A torcida ouviu do futuro presidente a promessa de que fará de tudo para que o Camaleão do Vale possa voltar a primeira divisão, e acrescentou "Pior do que está não pode ficar" - Adiantou o futuro gestor. Vários ideias surgiram no sentido de mobilizar o torcedor Assuense com o intuito de arrecadar recursos para ajudar a direção nesta empreitada. Também se ventilou o nome de alguns treinadores, e Hugo Sales foi o que teve a melhor repercussão, embora não se tenha fechado nada; O futuro presidente disse que Hugo Sales é um treinador experiente e que lhe agrada, com títulos em seu currículo e que se a torcida acha que é o nome ideal, fará de tudo para contratá-lo.
Por L. Filho
Por L. Filho
Postado por TATUTOM SPORTS
Beber cerveja pode livrar de doenças neurológicas como Alzheimer e Parkinson, diz estudo
Cientistas descobriram um ingrediente na cerveja que pode retardar a progressão de doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
Em experiências de laboratório, eles descobriram que a substância química, chamada xanthohumol, pode ajudar a proteger as células do cérebro dos danos oxidativos associados à demência.
A pesquisa, publicada no Journal of Agricultural and Food Chemistry, sugeriu que as pessoas que bebem regularmente cerveja podem afastar a progressão de doenças neurológicas.
O Dr. Jianguo Fang, da Universidade de Lanzhou, na China, disse: "Essa substância pode ser encontrado em um grupo de plantas secas e são amplamente usadas em cervejas e alguns tipos de refrigerantes”.
Ele prossegue: “Na medicina tradicional chinesa, o lúpulo têm sido utilizado para tratar uma variedade de doenças por séculos. A presença de uma elevada concentração de xanthohumol em cervejas pode ser associado à observação epidemiológica, tornando o hábito de beber cerveja algo benéfico”.
Ele prossegue: “Na medicina tradicional chinesa, o lúpulo têm sido utilizado para tratar uma variedade de doenças por séculos. A presença de uma elevada concentração de xanthohumol em cervejas pode ser associado à observação epidemiológica, tornando o hábito de beber cerveja algo benéfico”.
Xanthohumol tem atraído um interesse considerável por causa de suas funções farmacológicas múltiplas, por ser antioxidante, proteger o coração, ser anticancerígeno, contribuir contra a obesidade, ser anti-inflamatório e prevenir o câncer.
A equipe do Dr. Fang isolou moléculas de xanthohumol e testou em células cerebrais de camundongos em uma série de experimentos de laboratório. Eles descobriram que o xanthohumol reduziu o nível de estresse oxidativo nas células, um processo prejudicial que é tido como intimamente ligado a doenças degenerativas.
No artigo na revista, os pesquisadores disseram: “As células neuronais são particularmente vulneráveis ao estresse oxidativo por ter reposição limitada durante toda a vida. Cada vez mais provas mostram que o estresse oxidativo é uma das causas de patogenias neurológicas e de doenças neurodegenerativas, tais como Alzheimer e Parkinson”.
“Bloqueando o processo oxidativo, torna-se eficiente bloquear ou retardar o processo que desenvolve tais doenças”, concluíram.
A equipe do Dr. Fang sugeriu que a cerveja pode retardar doenças neurológicas comuns, mas eles também sugeriram que a molécula poderia ser usada em medicamentos, em concentrações maiores.
Eles citaram um estudo canadense de 1998, em que homens que bebiam regularmente cerveja possuíam taxas menores de câncer de próstata, um efeito que também é creditado ser pelo xanthohumol.
Eles citaram um estudo canadense de 1998, em que homens que bebiam regularmente cerveja possuíam taxas menores de câncer de próstata, um efeito que também é creditado ser pelo xanthohumol.
No entanto, cientistas que não estiveram relacionados com o estudo, alertam que o consumo excessivo de cerveja, em uma frequência muito alta, pode ser um problema, já que o excesso de álcool está associado a um risco maior de demência por destruir tecido cerebral.
Os médicos orientam a não beber excessivamente cerveja buscando efeito protetor, mas dizem que a pesquisa é importante e pode levar à elaboração de novos medicamentos na luta contra as doenças neurodegenerativas.
O Dr. Arthur Roach, diretor de pesquisa da Parkinson UK, disse: "Muitas drogas têm suas origens em produtos naturais. Xanthohumol, a ‘molécula da cerveja’ em que este estudo enfoca, parece ter efeito protetor sobre as células cultivadas em laboratório”, disse.
George Soares sugere a implantação do Memorial Histórico e Geográfico do Vale do Açu
O Vale do Assu é a região que apreende e precede maiores requisitos e oferece condições de instalar um memorial visando preservar o que resulta da presença indígena e da ocupação branca no interior do Rio Grande do Norte. Janduí, no Vale do Açu, constitui uma grande referência para a história do índio brasileiro haja vista que foi o principal imperador dos nativos durante a Guerra dos Bárbaros - maior levante da história indígena do Brasil.
Os costumes dos aborígenes daquele sertão varzeano, denominados de Tapuias, adquiridos através do convívio amigável dos Janduís com os holandeses e da ferrenha divergência com os portugueses, fizeram as bases fundamentais da história do Nordeste nos planos social, econômico, cultural e político que ainda prevalecem na atualidade.
Além deste período de resistência e de massacres, a região se destacou em diversos aspectos tais como: charqueadas, polo algodoeiro, extrativismo da carnaúba, agricultura de subsistência e irrigada, pesca, polo ceramista e, sobremaneira, na literatura, teatro, música, religião, política, esporte... E, ainda detém, o mais importante acervo histórico e arquitetônico do interior Potiguar.
Essas e outras razões justificam o resgate, a preservação e a valorização da memória cultural e da geo-história do povo varzeano, através do MEMORIAL HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO VALE DO AÇU coordenado pela tão conceituada Fundação José Augusto.
"A criação desse memorial irá fomentar e preservar a rica cultura do Vale do Açu que em todos os momentos contribuiu para o histórico fortalecimento do povo potiguar. O Estado e os municípios estão devendo esse merecido resgate por tudo que representa essa Região no contexto Estadual." Afirmou o deputado George Soares.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Vai viajar para Natal? Saiba como e o que trazer na sua bagagem para aproveitar bem a Cidade do Sol!
by vivernatal |
Vai viajar para Natal neste feriado ou no final do ano e não sabe o que trazer? confira nossas dicas para você acertar nas peças que serão usadas, sem trazer a sua vida inteira na bagagem e ainda organizar seus pertences de forma funcional. Afinal, ninguém merece ficar carregando mala pesada, né?
Dica 1
Ao viajar para Natal lembre de trazer roupas leves, chinelo de praia e sapatos confortáveis e arejados, tênis são sempre uma ótima opção se você vai andar por bairros como o Centro Histórico e a Ribeira. Um casaquinho de frio e um par de calças são sempre bem vindos caso o tempo mude e faça um friozinho leve. Shorts ou bermudas, regatas e cores claras ajudam a aguentar bem o calor durante o dia.
Dica 2
Coloque tudo que pretende levar em cima da cama. Nada de colocar as peças direto na mala! Colocando em cima da cama, você poderá combinar melhor as peças.
Dica 3
A quantidade de peças vai depender do objetivo da viagem: descubra qual é o roteiro de viagem para saber que peças combinam com ele. Você vai ficar mais tempo na cidade ou nas praias? Vai a algum evento social?
Dica 4
Confira sempre a previsão do tempo antes de viajar, é bom estar precavido.
Dica 5
Faça um checklist antes de começar a arrumar a mala, liste o que você precisa e o que quer levar, assim fica mais fácil caso precise abrir mão de alguma peça em prol do espaço.
Dica 6
Nada de potes enormes de xampu e condicionador. Coloque-os em pequenos frascos próprios para viagem para economizar espaço. Depois, guarde-os em uma nécessaire.
Dica 7
Além da mala, carregue uma mochila com objetos pessoais, como maquiagem e documentos. Se viajar de avião, é importante levar uma troca de roupa na bagagem de mão, para o caso de a mala ser extraviada.
Dica 8
Nada de fazer a mala na véspera da viagem! Faça com antecedência ou poderá levar peças a mais.
Hora de organizar a mala
1ª parte:
No fundo da mala, coloque a bolsa de praia e uma outra sacola de nylon para trazer roupa suja.
Depois, coloque todas as peças longas por cima, como calças. “Vá alternando as peças para nivelar a mala, lembrando de usar toda a sua extensão”.
2ª parte:
Peças menores: hora de colocar as camisetas, tops e roupas de praia.
Os cintos devem ser colocados na borda na mala, evitando que eles se quebrem.
Na última camada da mala vão os sapatos, guardados em sacos de TNT e colocados de lado, e acessórios em um organizador próprio.
Presidente da Assembleia Legislativa apoia criação de entidade de Vereadores do Estado. Em reunião com vereadores do Oeste, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, assumiu o compromisso de apoiar a criação da União de Vereadores do Rio Grande do Norte (UVERN), que terá por objetivo fortalecer o mandato do vereador.
“Louvo a iniciativa por entender que os vereadores têm as mesmas funções dos deputados, eles nos municípios e nós no Estado. O vereadoré quem está mais perto do povo. Vamos fazer parceria, por meio do Instituto do Legislativo Potiguar (ILP), para ajudar na capacitação do vereador, pois todos nós precisamos estar sempre nos reciclando. A ideia da União é muito boa e é necessária”, afirmou o deputado.
Participaram do encontro os deputados George Soares (PR) e Gustavo Fernandes (PMDB) e os vereadores de Apodi, Evangelista Menezes e Hortência Regalado (PSDB); Alto do Rodrigues, Renan Melo (PMDB); Tibau, Mirim (PSD); Mossoró, Laíre Rosado (PSB) e Genivan Vale (PROS); Baraúnas, Deivid Simão (PDT) e de Severiano Melo, Bruno Melo.
Da Linha do tempo/facebook de Ezequiel Ferreira
A família Aquilar Bezerra
João Felipe da Trindade (jfhipotenusa@gmail.com)
Matemático, sócio do IHGRN e do INRG
Minha tia-bisavó, Maria da Conceição da Costa Bezerra, filha de Alexandre Avelino da Costa Martins e Anna Francisca Bezerra, casou, no Sítio Carapebas, em 1882, com Antonio Machado Alves Bezerra, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Maria Xavier Bezerra, com dispensa de consanguinidade. Nos registros da Igreja não encontrei, até agora, outra qualquer família com esse sobrenome Aquilar, aqui no Rio Grande do Norte. Esse Alves, que aparece como sobrenome de Antonio, também, não descobri a origem. No batismo de Antonio e Francisca, a seguir, verificamos como de registro para registro há variação no nome das pessoas, o que em alguns casos dificulta a pesquisa genealógica.
Francisca Rita Xavier de Maria, que nasceu em Macau, era filha de Vicente Machado de Aquilar Bezerra e Ignácia Francisca Xavier Bezerra, e casou com o viúvo Francisco Xavier de Oliveira Bello, filho de meu tio-trisavô, Gonçalo José Barbosa, e Marianna Rosa da Silva.
Vejamos o registro de outro de Vicente e Ignácia: Antonio, branco, filho legítimo de Vicente Machado de Aquilar e Ignácia Francisca Bezerra, meus fregueses, nasceu a 22 de setembro de 1851, e foi por mim solenemente batizado no Sítio Curral dos Padres a 29 de novembro do dito ano, sendo padrinhos Alexandre Francisco da Costa Bezerra e Maria Catharina de Sena. Felis Alves de Souza.
Um dos filhos do casal Antonio Machado e Maria da Conceição foi Claudiana, que era avó dos escritores Paulo de Tarso e Bartola. No dia 13 de abril batizei solenemente no Sítio Curral dos Padres, nesta Freguesia, a Claudiana, natural desta mesma Freguesia, sendo padrinhos Vicente Machado de Aquilar Beserra, e Anna Francisca Bezerra, por sua procuradora Joaquina Francisca Xavier Bezerra, nascida aos 25 de Fevereiro do dito ano, e filha legítima de Antonio Machado Alves Bezerra, e Maria da Conceição da Costa Bezerra, livres, brasileiros, e moradores nesta Freguesia, sendo as profissões, do pai = criador, e da mãe = ocupação doméstica. O Vigário Felis Alves de Sousa.
Dessa família Aquilar Bezerra, o registro mais antigo que encontrei foi de Vicência Francisca de Aquilar Bezera, que casou com meu tio-tetravô José Alexandre Solino da Costa: Aos treze de agosto de mil oitocentos, e trinta e quatro, pelas doze horas do dia, depois de obtida a dispensa do impedimento de segundo grau duplicado de sanguinidade e, atingente ao primeiro, e tendo precedido as canônicas denunciações, sem impedimento, confissão, exame de doutrina cristã, ajuntei em matrimônio e dei as bênçãos nupciais aos meus paroquianos José Alexandre Solino, e Vicência Francisca, naturais, e moradores nesta Freguesia, ele filho legítimo de Antonio Barbosa, já falecido e sua mulher Claudiana Francisca Beserra, sendo testemunhas João Evangelista, e Agostinho Barbosa, casados, que comigo assinaram o assento, que fiz na Fazenda Carapebas, desta Freguesia. Luiz Teixeira da Fonseca. Vigário Interino.
Infelizmente, no registro acima, não aparecem os nomes dos pais da nubente, mas pelo grau de consanguinidade, José Alexandre era primo ou tio de Vicência, ou vice-versa. Como ela faleceu em 1879, com 70 anos, deve ter nascido por volta de 1809. Não pude encontra a relação de Vicência com Vicente Machado. Os nomes completos dos nubentes encontramos no batismo a seguir: Francisca, filha de José Alexandre Solino da Costa e Vicência Francisca de Aquilar Bezerra nasceu aos 26 de agosto de 1848 e foi batizada aos oito de dezembro do mesmo ano, na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Guamaré, tendo como padrinhos Rufino Álvares da Costa e Joanna Martins de Miranda.
Uma filha de José Alexandre e de Vicência tinha o mesmo nome da avó paterna, Claudiana Francisca Bezerra. Ela foi casada com meu tio-bisavô, o cadete José Avelino Martins Bezerra.
Acredito que Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra era filho de Vicente Machado. Ele e uma irmã de nome Joana Maria Xavier Bezerra foram padrinhos de batismo em 1873, na capela do Rosário. Em 1905, casava um Vicente Ferreira de Aquilar Bezerra com Luiza Bezerra Grilo, em Carapebas.
Em 17 de dezembro de 1891 falecia Joanna Francisca de Aquilar Bezerra, com 38 anos de idade, casada que era com Leocádio Francisco da Costa Bezerra.
Nos livros de dispensas matrimoniais, encontrei a dispensa de 4º grau de consanguinidade para o Francisco Machado Alves Bezerra e Francisca das Chagas Xavier da Silva. Não encontrei o casamento deles. Tenho recebido algumas informações desencontradas sobre descendentes deles. Oportunamente, com mais precisão falarei sobre esse casal. Acredito que esse Francisco era filho de Antonio Machado Alves Bezerra e Maria da Conceição.
| Bartholomeu em Afonso Bezerra, ao lado do busto do cadete José Avelino |
.
Postado por João Felipe da Trindade
Assinar:
Comentários (Atom)
GILKA MACHADO (1893-1980) NONA REFLEXÃO Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o uma vez, outra vez (sonhos insanos!)... e desespero haja maior...





















