domingo, 26 de outubro de 2025

 Benefícios comprovados de dormir do lado esquerdo:

• Melhora a circulação sanguínea
Dormir do lado esquerdo facilita o retorno venoso ao coração, especialmente em pessoas com insuficiência cardíaca ou varizes.
•Facilita a digestão
O estômago e o pâncreas ficam mais alinhados nessa posição, o que pode ajudar na liberação de enzimas digestivas e na digestão em geral.
•Reduz o refluxo ácido
O estômago fica abaixo do esôfago do lado esquerdo, o que dificulta que o ácido gástrico volte para o esôfago durante a noite.
•Diminui ronco e apneia do sono
Dormir de lado, especialmente o esquerdo, mantém as vias aéreas mais abertas do que dormir de costas.
•Alivia dores nas costas e no pescoço
Quando a postura é correta, essa posição pode reduzir a pressão na coluna e aliviar tensões.
•Ajuda na drenagem linfática e cerebral
O lado esquerdo do corpo é predominante na drenagem linfática, e dormir assim pode facilitar a eliminação de toxinas, inclusive do cérebro (via sistema glinfático).
•É ideal para gestantes
Médicos recomendam dormir sobre o lado esquerdo na gravidez porque melhora o fluxo de sangue para o útero, placenta e bebê.
- 1 Dicas para aproveitar melhor essa posição:
Use um travesseiro adequado, que mantenha a cabeça alinhada com os ombros.
Coloque uma almofada entre os joelhos para evitar pressão na lombar e manter a coluna reta.
Dormir bem é autocuidado. Uma simples mudança de lado pode fazer uma grande diferença para sua saúde a longo prazo!
Pode ser uma imagem de ‎texto que diz "‎MAIS REFLUXO deitar do lado direito ب MENOS REFLUXO eitar do lado esquerdo‎"‎
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sexta-feira, 24 de outubro de 2025

"A coincidência é a presença discreta de Deus, propositalmente programada para dar certo na hora exata e nas circunstâncias ideais".

Joanna de Ângelis/Divaldo Franco

(Da linha do tempo Facebook de Fernando de Sá Leitão)




terça-feira, 21 de outubro de 2025


 

URGENTE: Com pedido de Fux, planos para finalizar processo de Bolsonaro podem durar meses ou até anos

 


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou a devolução de seu voto no julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus por tentativa de subversão da ordem democrática, um dos processos mais sensíveis no contexto do direito constitucional brasileiro e da governança democrática. O pedido foi feito após a conclusão da votação, sob a justificativa de “ajustes de redação”, mas causou impacto direto no cronograma processual da Corte e pode adiar a publicação do acórdão, etapa essencial para o início dos prazos recursais da defesa, incluindo embargos de declaração.

Esse tipo de movimentação judicial, embora previsto no Regimento Interno do STF, pode influenciar diretamente a tramitação de recursos e atrasar o desfecho de casos de alto impacto político e jurídico, o que afeta a previsibilidade e a estabilidade do sistema de direito eleitoral.

Revisão de voto sem prazo no STF

Diferente do pedido de vista — que tem prazo máximo de 90 dias desde 2022 — a revisão de voto pós-julgamento não possui limite temporal. Isso significa que o processo judicial pode ficar indefinidamente suspenso, impactando diretamente estratégias de advocacia especializada em direito público e consultorias jurídicas eleitorais.

Enquanto o voto não for devolvido, o acórdão final, documento que formaliza a decisão colegiada e fundamenta a sentença, segue pendente. Somente após essa etapa é que a defesa de Bolsonaro poderá acionar recursos jurídicos, como embargos de declaração, ação de revisão ou até estratégias voltadas à inelegibilidade política.

Impactos na agenda do Supremo e nas eleições de 2026

Nos bastidores do Poder Judiciário brasileiro, a devolução do voto de Fux causou desconforto entre ministros que defendem celeridade na tramitação de processos de alto teor político. O caso é visto como crucial para estabelecer jurisprudência em ações de inelegibilidade, que servirão como base legal para o julgamento de condutas de autoridades no período pós-eleitoral de 2022 e durante o calendário eleitoral de 2026.

O adiamento também compromete a eficiência institucional da Corte e interfere diretamente no andamento de ações que envolvem condutas políticas irregularesabuso de poder político e violação à legislação eleitoral.

Efeito em cadeia e insegurança jurídica

Fontes do STF afirmam que, mesmo sendo um pedido meramente técnico, o efeito prático da revisão de voto é a suspensão imediata dos prazos processuais, gerando insegurança jurídica e alimentando o debate sobre a ausência de prazos regulatórios para essas etapas. A prática já causou atrasos de até um ano em decisões anteriores, sem qualquer sanção ou penalidade.

Do ponto de vista da legislação processual, a lacuna normativa sobre prazos de devolução representa um desafio para a transparência do Judiciário e para a defesa de réus em processos de alta complexidade política.

STF sem previsão para conclusão do caso

Até o momento, o gabinete do ministro Luiz Fux não divulgou prazo para a devolução do voto revisado. A Secretaria de Comunicação do STF confirmou apenas que o processo “aguarda ajustes finais de redação”, sem previsão para publicação definitiva do acórdão.

Com isso, o julgamento de Jair Bolsonaro segue tecnicamente inconcluso, apesar de a votação ter sido finalizada e amplamente divulgada. A situação reacende um debate histórico sobre a necessidade de reformas institucionais no Judiciário, incluindo a regulamentação de prazos e maior controle de produtividade no STF.

Na prática, a indefinição pode postergar o desfecho do processo por tempo indeterminado, afetando o planejamento de campanhas eleitorais, ações de compliance político e o assessoramento jurídico de partidos e candidatos.

De: https://www.podernacional.com.br/

Recebi o 'novo' livro do poeta potiguar residente em Brasília, João Celso Neto intitulado Viagens e Descobertas. João está na antologia Panorama Da Poesia Norte-rio-riograndense, 1965, de Rômulo Wanderley. Dos 28 poetas do Assu, antologiado por Wanderley naquela coletânea, apenas João Celso vive, gozando de boa saúde. Valeu, conterrâneo.

Fernando Caldas




segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Escola não é lugar para sexualidade”, diz Kassio Nunes em decisão sobre ideologia de gênero infanti

Durante julgamento no STF sobre os limites da liberdade de cátedra, o ministro Kassio Nunes defendeu a proteção da infância contra temas como identidade de gênero e sexualidade no ensino básico, argumentando que a exposição precoce compromete o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Kassio Nunes Marques, declarou em voto recente que a escola não é lugar para sexualidade, reforçando sua posição contrária à inclusão de temas ligados à chamada ideologia de gênero no ensino fundamental e na educação infantil. A fala ocorreu durante julgamento que discute os limites da liberdade de cátedra e o papel do Estado na definição do currículo escolarSegundo o ministro, embora a liberdade de ensinar seja um direito garantido pela Constituição Federal, ela encontra limites claros quando confrontada com os direitos das crianças e adolescentes, especialmente no que diz respeito à sua proteção emocional, cognitiva e psicológica.

"A exposição precoce de crianças a temas como identidade de gênero ou sexualidade representa uma violação ao seu direito de se desenvolver de forma natural e protegida. Não se trata de censura, mas de proteção legal”, afirmou Nunes Marques.

Neurociência apoia desenvolvimento gradual

A fala do ministro encontra respaldo em diversas pesquisas de neurodesenvolvimento infantil, que apontam que o cérebro das crianças — principalmente na fase pré-púbere — ainda não está preparado para processar discussões complexas e altamente abstratas como gênero e sexualidade.

https://www.podernacional.com.br/


 


 Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.