Capela, dormitório e refeitório do Colégio Nossa Senhora das Vitórias, de Açu.
Postado por Fernando Caldas
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
FESTA BAILE NO AÇU DE ANTIGAMENTE
Os bailes realizados no Clube Municipal (ARCA) eram realizados com muito brilho e elegância. Na fotografia podemos ver os irmãos Evangelina Tavares de Sá Leitão (minha saudosa tia) e Mariano Tavares também tio do organizador deste blog. Evangelina era casada com Walter de Sá Leitão que foi prefeito do Açu no início da década de setenta.
Postado por Fernando Caldas
AÇU ANTIGO
Fotografia: Desconheço o autor desta bela fotografia.
Casarões (duplamente centenário) do largo da Matriz de São João Batist. O da esquerda atualmente é de propriedade da Senhorita Zélia Tavares, antes foi a casa de morada de João Germano, Evangelina Tavares de Sá Leitão, bem como era ali instalado o Segundo Cartório de Registros, no começo da década de sessenta. No sobrado a direita, nasceram os heróis da guerra do Paraguai Ulisses Olegário Lins Caldas (atualmente nome de rua no centro de Natal) e João Percerval Lins Caldas, bem como o escritor Francisco Augusto Caldas de Amorim, dentre outras ilustres figuras que brilharam na política, nas letras do Rio Grande do Norte. O Comandante Lins Caldas (irmão de Ulisses Caldas) também nasceu naquele sobrado. Lins Caldas comandou o Batalhão de Polícia de Natal.
Postado por Fernando Caldas
AÇU NA BIBLIOTECA NACIONAL II
Catálogo: Catálogo de Periódicos Raros (Pop: 9451)
Índice : Pesquisa Combinada
Busca : Palavras = acu
Título: Jornal do Acu : politica, commercio, letras e religiao. -
IMPRENTA: Acu, RN : Typ. do Jornal do Acu, 1877-
Descrição física: 1 fasc. ; 45x31 cm.
Frequência: Desconhecido
Designação data/volume: Anno 1, n.1 (07 de abril de 1877).
Notas: Proprietario: Elias Antonio Ferreira Souto.
Impressor: Luiz de Franca Barbalho Bezerra.
A Colecao BN/Plinio Doyle foi reunida pelo Diretor Plinio Doyle, a partir do acervo da Biblioteca Nacional.
Boa ,
Colecao: BN/Plinio Doyle
Assuntos: Religiao
Literatura
Generalidades
Anuncios
Entradas secundárias: Souto, Elias Antonio Ferreira
Bezerra, Luiz de Franca Barbalho
Microf. positivo: PR SOR 05251 [1]
Coleção microfilmada: 07 abr.1877.
Coleção Biblioteca Nacional: Exemplares:
1877,
Postado por Fernando Caldas
terça-feira, 23 de novembro de 2010
JEAN LOPES MINISTRARÁ OFICINA DE FOTOGRAFIA EM NATAL
O fotógrafo assuense Jean Lopes é um dos convidados da 1ª Semana Potiguar de Fotografia, de 25 a 28 de novembro, no Palácio da Cultura em Natal. Ele ministrará a “Oficina a cores”, cujo objetivo é celebrar “a magia cromática da luz”, educando o olhar para as cores e o poder que ele exerce como elemento criativo na composição fotográfica.
A Oficina está dividida em dois momentos. Na primeira parte, o fotógrafo apresenta alguns de seus trabalhos abordando questões que norteiam seu processo criativo. No segundo momento, os participantes terão a oportunidade de produzir seu próprio material para análise e discussão.
A 1ª Semana Potiguar de Fotografia é uma realização da ONG ZooN, que tem à frente o fotógrafo Henrique José, e da empresa Idea Haus, encabeçada pelo fotógrafo Ricardo Junqueira.
Os interessados em participar devem acessar http://www.semanapotiguardefotografia.blogspot.com/
Escrito por Alderi Dantas às 16h43
A Oficina está dividida em dois momentos. Na primeira parte, o fotógrafo apresenta alguns de seus trabalhos abordando questões que norteiam seu processo criativo. No segundo momento, os participantes terão a oportunidade de produzir seu próprio material para análise e discussão.
A 1ª Semana Potiguar de Fotografia é uma realização da ONG ZooN, que tem à frente o fotógrafo Henrique José, e da empresa Idea Haus, encabeçada pelo fotógrafo Ricardo Junqueira.
Os interessados em participar devem acessar http://www.semanapotiguardefotografia.blogspot.com/
Escrito por Alderi Dantas às 16h43
SONETOS DE AMOR
Transcrevo, apenas transcrevo um pouco da obra de uma das maiores poetisas sonetistas lusitanas chamada Virgínia Vitorino (1898-1967). Nascida em Alcoçaba, cidade que fica 92 Km a norte de Lisboa, e falecida em 1967, naquela capital portuguesa. Por sinal, para registrar, aquela poeta tinha no Rio Grande do Norte um grande entusiasta que era o poeta João Lins Caldas (1888-1967) também como Virgínia, sonetista de escol (reconhecido por grandes entendedores de literatura como um dos maiores poetas da língua portuguesa). O bardo Caldas (amoroso e ao mesmo tempo amargurado), no dia em que veio a falecer (poucos dias antes de Virgínia), acabara de ler o livro daquela grande poeta intitulado de Apaixonadamente.
Virginia cursou filologia romântica pela Facudade de Letras de Lisboa, foi dramaturga.. É autora de outros grandes livros de poesias intitulados de Namorados e Renúncia, respectivamente. De Namorados, seu mais famoso livro já publicado em catorze edições, transcrevo adiante:
DESPEITO
Digo o que noutro tempo não diria:
Foi tudo um grande sonho enganador...
Nego o passado, e juro que este amor
Só existiu na tua fantasia...
Sinto a volúpia da mentira! A dor
Não transparece. Nego... Que alegria!
Fiz crer ao mundo inteiro, por magia,
Que és de todos os homens o pior...
Nunca me entonteceu esse sorriso...
E, vê lá tu, se tanto for preciso,
Nego também as cartas que escrevi!
Quero humilhar-te, enfim... Mas não entendo
Porque me exalto e choro e te defendo,
Se alguém, a não ser eu, diz mal de ti...
ORGULHO
És orgulhoso e altivo, também eu...
Nem sei bem qual de nós o será mais...
As nossas duas forças são rivais:
Se é grande o teu poder, maior é o meu...
Tão alto anda esse orgulho!... Toca o céu.
Nem eu quebro, nem tu. Somos iguais.
Cremo-nos inimigos... Como tais,
Nenhum de nós ainda se rendeu...
Ontem, quando nos vimos, frente a frente,
Fingiste bem esse ar indiferente,
E eu, desdenhosa, ri sem descorar...
Mas, que lágrimas devo àquele riso,
E quanto, quanto esforço foi preciso,
Para, na tua frente, não chorar...
TRISTEZA
Nos dias de tristeza, quando alguém
Nos pergunta, baixinho, o que é que temos,
Às vezes, nem sequer nós respondemos:
Faz-nos mal a pergunta, em vez de bem.
Nos dias dolorosos e supremos,
Sabe-se lá donde a tristeza vem?!...
Calamo-nos. Pedimos que ninguém
Pergunte pelo mal de que sofremos...
Mas, quem é livre de contradições?!
Quem pode ler em nossos corações?!...
Ó mistério, que em toda parte existes...
Pois, haverá desgosto mais profundo
Do que este de não se ter alguém no mundo
Que nos pergunte por que estamos tristes?!
RENÚNCIA
Fui nova, mas fui triste... Só eu sei
Como passou por mim a mocidade...
Cantar era o dever da minha idade,
Devia ter cantado e não cantei...
Fui bela... Fui amada e desprezei...
Não quis beber o filtro da ansiedade.
Amar era o destino, a claridade...
Devia ter amado e não amei...
Ai de mim!... Nem saudades, nem desejos...
Nem cinzas mortas... Nem calor de beijos...
Eu nada soube, eu nada quis prender...
E o que me resta?! Uma amargura infinda...
Ver que é, para morrer, tão cedo ainda...
E que é tão tarde já, para viver!...
Postado por Fernando Caldas
DOR INCOMUNICÁVEL
Públio José – jornalista
(publiojose@gmail.com)
A dor, principalmente a interior, aquela que fere a alma e dilacera o espírito, atinge as pessoas de todas as classes sociais, em qualquer tempo, em qualquer lugar. Dela ninguém escapa. Independentemente da posição social que ocupe, do poder aquisitivo alcançado, bem como do poderio político conquistado. A dor maltrata, subjuga, humilha, fragiliza qualquer um. É uma companheira indesejável no contexto de nossa existência. E, por maior que seja o esforço para não tê-la diante de si, ela está sempre presente, senhora absoluta do tempo, pairando soberana sobre os rumos da vida. Qualquer que seja a direção, ela está lá, planando sobre os fatos, feito carcará voando sobre a presa. Ricos e pobres a rejeitam; doutos e analfabetos tentam de todas as formas desviar-se dela; na cidade, no campo, a todo custo, todos querem se ver livres de sua companhia. Você, você mesmo, o que faria para se livrar da dor?
Não é preciso ser doutor no assunto para saber que existem vários tipos de dor. A dor física resultante de um acidente, de uma trombada com um obstáculo qualquer. A dor da decepção de outrem, de alguém próximo, de um amigo bem chegado, de um familiar.... Todas machucam bastante. Mas a dor mais dolorosa, mais intensa é aquela cujo autor é você – contra você mesmo. É uma ocorrência incomunicável pela sua própria natureza. Porque, para anunciá-la, você terá de se desnudar diante de alguém, expondo suas fraquezas e abrindo espaços interiores a outras pessoas. Espaços para os quais, até então, você só dava acesso a você mesmo. A mágoa de você contra você mesmo é incomunicável – pela sua própria essência. É essa qualidade, portanto, que faz dela uma experiência única e extremamente dolorosa.
Se a dor incomunicável é contada a alguém fere; se continua intocada no interior fere mais ainda, pelo peso, pela amargura e pelas conseqüências que começa a gerar – inexoravelmente. Quem carrega tal fardo (e quem não tem um para carregar?) enfrenta problemas terríveis, difíceis até de admitir a si próprio. Primeiramente, as culpas interiores lhe obrigam a se colocar na posição de acusador e réu ao mesmo tempo. Quando outros lhe acusam as saídas existem: um pedido formal de desculpas, o perdão, a retratação. Mas quando você ocupa o tribunal de sua mente na qualidade de promotor e culpado, qual a saída? Para quem apelar? Em segundo lugar, a dor incomunicável destrói a sua qualidade de vida. A tristeza, a amargura, a solidão passam a ser companheiras inseparáveis de sua existência.
O convívio com os outros torna-se uma experiência difícil de suportar. A alegria de terceiros machuca, dói. Sem perceber você fenece, murcha. O tempo passa, a vida desfila diante de você, mas nada mais lhe interessa. Às vezes você até se indaga: haverá uma saída? Terei chance algum dia de arrancar essa chaga de dentro de mim? Afinal, o que fazer? A partir de um determinado momento, tornando seu sofrimento ainda mais introspectivo, a dor incomunicável passa a lhe sugerir um desejo de morte. O suicídio, então, passa a ser considerado. O fascínio por uma solução final toma conta de sua mente. E agora, a quem se dirigir? Eis o dilema maior. Quem me ouvirá? Quem terá compaixão de mim? Quem entenderá meus motivos, minhas razões?
Num momento assim quanto você pagaria para encontrar a paz? Para voltar a viver e restabelecer seu equilíbrio interior? Entre os homens será muito difícil ter prontas as respostas que você tanto busca e a paz que você tanto almeja. Para um problema assim, só um interlocutor de primeira linha. Pronto a lhe ouvir – e com poder para lhe aliviar. Seu nome? Jesus. Jesus Cristo – o Filho de Deus. Afinal, foi Ele mesmo quem nos garantiu, segundo Mt. 11.28: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. É lamentável, mas as pessoas normalmente esquecem da existência de Jesus e da capacidade extraordinária que Ele tem de propor soluções. De retirar de seus ombros a cruz que você carrega e de sarar a chaga que tanto lhe corrói a alma e o espírito. Para tanto, basta conversar com Ele. E, assim, suplantar a dor e torná-la inapta a infernizar sua vida. Pense. Só uma boa conversa basta. Só.
Postado por Fernando Caldas
(publiojose@gmail.com)
A dor, principalmente a interior, aquela que fere a alma e dilacera o espírito, atinge as pessoas de todas as classes sociais, em qualquer tempo, em qualquer lugar. Dela ninguém escapa. Independentemente da posição social que ocupe, do poder aquisitivo alcançado, bem como do poderio político conquistado. A dor maltrata, subjuga, humilha, fragiliza qualquer um. É uma companheira indesejável no contexto de nossa existência. E, por maior que seja o esforço para não tê-la diante de si, ela está sempre presente, senhora absoluta do tempo, pairando soberana sobre os rumos da vida. Qualquer que seja a direção, ela está lá, planando sobre os fatos, feito carcará voando sobre a presa. Ricos e pobres a rejeitam; doutos e analfabetos tentam de todas as formas desviar-se dela; na cidade, no campo, a todo custo, todos querem se ver livres de sua companhia. Você, você mesmo, o que faria para se livrar da dor?
Não é preciso ser doutor no assunto para saber que existem vários tipos de dor. A dor física resultante de um acidente, de uma trombada com um obstáculo qualquer. A dor da decepção de outrem, de alguém próximo, de um amigo bem chegado, de um familiar.... Todas machucam bastante. Mas a dor mais dolorosa, mais intensa é aquela cujo autor é você – contra você mesmo. É uma ocorrência incomunicável pela sua própria natureza. Porque, para anunciá-la, você terá de se desnudar diante de alguém, expondo suas fraquezas e abrindo espaços interiores a outras pessoas. Espaços para os quais, até então, você só dava acesso a você mesmo. A mágoa de você contra você mesmo é incomunicável – pela sua própria essência. É essa qualidade, portanto, que faz dela uma experiência única e extremamente dolorosa.
Se a dor incomunicável é contada a alguém fere; se continua intocada no interior fere mais ainda, pelo peso, pela amargura e pelas conseqüências que começa a gerar – inexoravelmente. Quem carrega tal fardo (e quem não tem um para carregar?) enfrenta problemas terríveis, difíceis até de admitir a si próprio. Primeiramente, as culpas interiores lhe obrigam a se colocar na posição de acusador e réu ao mesmo tempo. Quando outros lhe acusam as saídas existem: um pedido formal de desculpas, o perdão, a retratação. Mas quando você ocupa o tribunal de sua mente na qualidade de promotor e culpado, qual a saída? Para quem apelar? Em segundo lugar, a dor incomunicável destrói a sua qualidade de vida. A tristeza, a amargura, a solidão passam a ser companheiras inseparáveis de sua existência.
O convívio com os outros torna-se uma experiência difícil de suportar. A alegria de terceiros machuca, dói. Sem perceber você fenece, murcha. O tempo passa, a vida desfila diante de você, mas nada mais lhe interessa. Às vezes você até se indaga: haverá uma saída? Terei chance algum dia de arrancar essa chaga de dentro de mim? Afinal, o que fazer? A partir de um determinado momento, tornando seu sofrimento ainda mais introspectivo, a dor incomunicável passa a lhe sugerir um desejo de morte. O suicídio, então, passa a ser considerado. O fascínio por uma solução final toma conta de sua mente. E agora, a quem se dirigir? Eis o dilema maior. Quem me ouvirá? Quem terá compaixão de mim? Quem entenderá meus motivos, minhas razões?
Num momento assim quanto você pagaria para encontrar a paz? Para voltar a viver e restabelecer seu equilíbrio interior? Entre os homens será muito difícil ter prontas as respostas que você tanto busca e a paz que você tanto almeja. Para um problema assim, só um interlocutor de primeira linha. Pronto a lhe ouvir – e com poder para lhe aliviar. Seu nome? Jesus. Jesus Cristo – o Filho de Deus. Afinal, foi Ele mesmo quem nos garantiu, segundo Mt. 11.28: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. É lamentável, mas as pessoas normalmente esquecem da existência de Jesus e da capacidade extraordinária que Ele tem de propor soluções. De retirar de seus ombros a cruz que você carrega e de sarar a chaga que tanto lhe corrói a alma e o espírito. Para tanto, basta conversar com Ele. E, assim, suplantar a dor e torná-la inapta a infernizar sua vida. Pense. Só uma boa conversa basta. Só.
Postado por Fernando Caldas
AÇU NA BIBLIOTECA NACIONAL
Catálogo: Catálogo de Periódicos Raros (Pop: 9451)
Índice : Local da Publicação
Busca : acu
Resultado 1 - 7 de 7 encontrados em 0.468 segundos
Doc Tipo Autor Título Ano Editor Objeto Digital
1 Jornal do Sertao :
dedicado aos interesses sertanejos. - 1928 [s.n.],
2 A Cidade. - [s.n.],
3 Brado Conservador :
folha politica, moral e noticiosa. - 1876 Typ. do Brado Conservador,
4 Brado Federal. - 1890 [s.n.],
5 Correio do Assu :
periodico politico, moral e noticioso. - 1873 Typ.do Correio do Assu,
6 O Assuense :
periodico politico moral e noticioso. - 1867 Typ. Liberal Assuense,
7 Jornal do Acu :
politica, commercio, letras e religiao. - 1877 Typ. do Jornal do Acu,
Postado por Fernando Caldas
DITADOS POPULARES
Este livro de Duarte da Costa e Juracy Pinheiro é uma bela obra para quem quer deleitar-se dos costumes, expressões e muito mais sobre este sofrido Nordeste. Vamos conferir alguns ditados populares ainda muitoutilizados nos sertões desta sofrida região:
Boi sonso é que arromba curral.
Mulher de Igreja, Deus nos proteja!
Agulha sen fundi não arrasta linha.
Pé de galinha não mata pinto.
Garapa dada não azeda.
Na cacunda do tamanduá tatu aguenta sol.
Calote não veste nu.
Viúva rica, casada fica.
Dar dói e pedir incoi.
Mutuca é que tira boi do mato.
Deus não manda cozido nem assado.
Mulher calada é pior que boi manso.
Com menino e muié, orelha em pé.
Filho de viúva opu é malcriado ou mal-acostumado.
Quem tem vida puxa por ela.
Meia só pros pés.
Burro velho só come em terra de gente besta.
Tem mais razão que suja a casa que quem varre.
Não há carne sem osso nem farinha sem caroço.
Galinha velha é que dá caldo.
Quando Deus dá a farinha o diabo esconde o saco.
Antigamente o dono do cavalo andava na sela, hoje puxa pelo cabresto.
Antigamente o pobre vivia "puxando uma cachorra", hoje a cachorra é quem puxa o pobre e o rico.
Com palha e milho leva-se o burro ao trilho.
Pra quem ama, caatinga de bode é cheiroso.
Quem ama, pisa na lama.
Não há mulher sem graça, nem festa sem cachaça.
Só se sente falta d'água quando o pote está vazio.
Quem cuida da vida dos outros se esquece da sua.
Pinico de barro não dá ferrugem.
De vizinho ruim não o diabo quis saber.
A colher é quem sabe a quentura da panela.
Mulher de bigade nem o diabo pode.
(Leonardo Mota, No Tempo de Lampião, Rio de Janeiro, 1976).
Postado por fernando Caldas
RÁDIO RURAL DE MOSSORÓ 40 ANOS SERVINDO A CULTURA DO RN
Três anos após sua inauguração a rádio rural de Mossoró, criou o maior circuito de descoberta artistico-musical do estado: O concurso "A mais bela voz".
Pelo laboratório da rádio rural muitos talentos foram produzidos, podemos destacar inicialmente grandes vozes, intérpretes, valores artisticos que sobrevivem no universo musical na região, outros ganharam novos destinos, se apresentando em palcos inter-estaduais e até quem foi fazer carreira internacionalmente.
Nestes 37 anos de criação do concurso, muitos nomes se consagraram:
Amanda Costa - Areia Branca
Antônio Miranda - Caraúbas
Raimundo Putim - Mossoró
Zélia Oliveira - Mossoró
Edir Lemos - Mossoró
Elias Rodrigues - Areia Branca
Vicente Santiago - Mossoró
O vale do Assu também teve sua grande estrela, Laura Alves, uma Carnaubaense, foi a mais bela voz de 1967, representando a cidade de Assu.
Muitos outros nomes, já se destacaram em conjuntos e bandas musicais do estado, tendo como origem o "concurso a mais bela voz", promovida anualmente pela rádio mossoroense.
Carnaubais tem a oportunidade de fazer pela 1ª vez uma semi-final de tão destacado concurso.
O evento será realizado na última sexta-cultural do ano, agendado para o próximo 26, conforme relato do secretário municipal de cultura e Turismo, professor Carlos Augusto Pereira da Silva.
É pensamento do prefeito Luizinho Cavalcante homenagear a equipe da rádio rural, entregando a cada um uma comenda de reconhecimento pelo trabalho dedicado á cultura-musical do estado e região.
Escrito por aluiziolacerda às 09h07
Postado por Fernando Caldas
Pelo laboratório da rádio rural muitos talentos foram produzidos, podemos destacar inicialmente grandes vozes, intérpretes, valores artisticos que sobrevivem no universo musical na região, outros ganharam novos destinos, se apresentando em palcos inter-estaduais e até quem foi fazer carreira internacionalmente.
Nestes 37 anos de criação do concurso, muitos nomes se consagraram:
Amanda Costa - Areia Branca
Antônio Miranda - Caraúbas
Raimundo Putim - Mossoró
Zélia Oliveira - Mossoró
Edir Lemos - Mossoró
Elias Rodrigues - Areia Branca
Vicente Santiago - Mossoró
O vale do Assu também teve sua grande estrela, Laura Alves, uma Carnaubaense, foi a mais bela voz de 1967, representando a cidade de Assu.
Muitos outros nomes, já se destacaram em conjuntos e bandas musicais do estado, tendo como origem o "concurso a mais bela voz", promovida anualmente pela rádio mossoroense.
Carnaubais tem a oportunidade de fazer pela 1ª vez uma semi-final de tão destacado concurso.
O evento será realizado na última sexta-cultural do ano, agendado para o próximo 26, conforme relato do secretário municipal de cultura e Turismo, professor Carlos Augusto Pereira da Silva.
É pensamento do prefeito Luizinho Cavalcante homenagear a equipe da rádio rural, entregando a cada um uma comenda de reconhecimento pelo trabalho dedicado á cultura-musical do estado e região.
Escrito por aluiziolacerda às 09h07
Postado por Fernando Caldas
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
RÁDIO RURAL DE MOSSORÓ
Registramos com bastante ênfase o pioneirismo cultural e informativo da emissora católica de Mossoró, seu surgimento no inicio dos anos 60, deu um toque de qualidade no setor radiofônico potiguar.
Sua audiência atingia por inteiro nossa região e municipio, recordo de um tempo bem áureo da minha infância, as ondas curtas, magnéticas e sonoras da rádio rural, adentrava nossos lares com maestria e perfeição, seus programas eram atrativos diários de um tempo ainda sem a televisão, sem os recursos cibernéticos do presente, sem os poderes da informatização.
A partir de amanhã, nosso blog enfatizará com maior precisão postagens evidenciando sua importância cultural e informativa, mostraremos á sua presença em nosso cotidiano e a sua contribuição aos valores artisticos e culturais do nosso povo... Aguardem!
Escrito por aluiziolacerda
Sua audiência atingia por inteiro nossa região e municipio, recordo de um tempo bem áureo da minha infância, as ondas curtas, magnéticas e sonoras da rádio rural, adentrava nossos lares com maestria e perfeição, seus programas eram atrativos diários de um tempo ainda sem a televisão, sem os recursos cibernéticos do presente, sem os poderes da informatização.
A partir de amanhã, nosso blog enfatizará com maior precisão postagens evidenciando sua importância cultural e informativa, mostraremos á sua presença em nosso cotidiano e a sua contribuição aos valores artisticos e culturais do nosso povo... Aguardem!
Escrito por aluiziolacerda
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.







