segunda-feira, 7 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
ASSU ANTIGO
Praça do Rosário (década de sessenta), construída na administração do prefeito Edgard Borges Montenegro, com a colaboração do comércio local e a sociedade assuense. Cada banco daquela pracinha, era inscrito o nome daqueles que doaram valores, que colaboraram pela sua construção como, por exemplo, Minervino Wanderley, Solon e Afonso Wanderley, Fernando Tavares Filho, Manoel de Melo Montenegro, dentre outros. A estátua de Nossa Senhora do Rosário fora doada pelo casal Maria Beatriz e Pedro Amorim.
Muitas décadas antes, era ali assentado uma igrejinha mal acabada (Igreja do Rosário).
Postado por Fernando Caldas
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Estou calçado para a eternidade.
Vesti-me de roupas de caminhar por toda a eternidade.
Onde houver um rasgão, certo que as minhas roupas estarão rasgadas.
Mas um mundo é um clarão
Eu serei um clarão por toda a eternidade.
Postado por Fernando Caldas
CÁRCERE
Por Andiére Majó Abreu, poeta potiguar assuense
Torpor, lamúria, desolação,
Em cada recanto o sofrimento,
Em cada ser o arrependimento,
Mágoa, tristeza, e desilusão.
Ouve-se também uma oração,
Gritos d'alma, soluços, gemidos,
Vê-se no chão corpos carcomidos
Implorado ao seu Deus a Salvação.
Vê-se em cada rosto o desespero,
Vê-se em cada gesto um exagero,
Vê-se em tudo uma real crueza.
Vê-se a solidão e atriste sina
De quem em breve será pó, termina,
Resta-lhe somente esta certeza.
Postado por Fernando Caldas
Torpor, lamúria, desolação,
Em cada recanto o sofrimento,
Em cada ser o arrependimento,
Mágoa, tristeza, e desilusão.
Ouve-se também uma oração,
Gritos d'alma, soluços, gemidos,
Vê-se no chão corpos carcomidos
Implorado ao seu Deus a Salvação.
Vê-se em cada rosto o desespero,
Vê-se em cada gesto um exagero,
Vê-se em tudo uma real crueza.
Vê-se a solidão e atriste sina
De quem em breve será pó, termina,
Resta-lhe somente esta certeza.
Postado por Fernando Caldas
ABC X AMÉRICA - "DIGA NÃO A VIOLÊNCIA"

A banda 2polos prega pela paz nos estádios. Diga não à violência, futebol é apenas diversão. Torçam pelos seus times, curtam, vibrem, comemorem, mas não esqueçam que após o apito do juiz toda a rivalidade acaba.
Esquecendo a rivalidade e unidos pela amizade, os integrantes da banda 2polos (tanto abcdistas quanto americanos) prepararam uma surpresa para as duas maiores torcidas do estado do Rio Grande do Norte. Acessem os links abaixo e curtam as versões rock dos hinos dos dois clubes.
Hino do ABC
http://www.youtube.com/ watch?v=ljstAFGRzog
Hino do América
http://www.youtube.com/ watch?v=3N5ol9Yu-CI
Esquecendo a rivalidade e unidos pela amizade, os integrantes da banda 2polos (tanto abcdistas quanto americanos) prepararam uma surpresa para as duas maiores torcidas do estado do Rio Grande do Norte. Acessem os links abaixo e curtam as versões rock dos hinos dos dois clubes.
Hino do ABC
http://www.youtube.com/
Hino do América
http://www.youtube.com/
De: Dois Polos
sábado, 5 de maio de 2012
PAUL NO ARRUDA
Por Gustavo Krause
A realeza inglesa (é rima e solução) chegou à Rua das Moças e ao
coração das moças, dos moços e idosos com direito a pagar meia entrada
para assistir a um espetáculo inesquecível.
Ele, Paul, integralmente aristocrático: branco, “sir”, cidadão-súdito
da mais tradicional monarquia do mundo e membro da dinastia
músico/cultural Beatles.
A Rua das Moças, endereço da República Independente do Arruda e com
bandeira tricolor que nem a França (só para contrariar), bairro que os
ingleses do século XIX chamariam de “burgos podres”, recebia o nobre
visitante, tropicalmente, mestiçamente, afetuosamente e cheia de amor
para dar.
E mais, com um toque de desordem sem maiores consequências, senão
apenas para reconhecer a firma de um país, complexo, contraditório que
mistura a chatice linear da régua e do compasso com a descontração do
compasso do samba e o descompasso acrobático do frevo. A feijoada deu
um sabor especial ao rosbife. Paul e a Rua das Moças se fundiram na
comunhão da cultura universal.
Do espetáculo, já se disse tudo, até o inverso do que aconteceu. Coisa
de gente entediada e mal-humorada. De verdade, tudo aconteceu na
medida certa.
Profissionalismo. Um Paul sem a frescura de certas estrelas (?) e um
artista incansável que não interrompe três horas de show para beber
água, segundo ele, em respeito ao público que paga caro para vê-lo.
Emoção e participação. Atenção: Paul McCartney integrou o santíssimo
quarteto, óbvio? Não. Como os grandes sucessos dos jovens de Liverpool
traspassaram gerações, havia a expectativa de um repertório mais
conhecido e que pudesse ser cantado pelo público. E houve. Pouco mais
de uma dezena de canções. Paul tem o seu próprio e renovado
repertório. Com o público, se comunicou com a música que mexe com o
feixe de nervos e músculos cardíacos e, de modo simples, por meio de
mensagens devidamente escolhidas e usando o mais representativo
símbolo da nossa terra que toca na alma nativista: a bandeira de
Pernambuco. Ao meu lado, um cara enorme, sarado, acompanhado de uma
mulher escultural, repetia aos berros “Eu já posso morrer!”. Resta
saber se de “susto, de bala ou vício, num precipício de luzes”, ou,
gloriosamente, nos braços da companheira.
O que aconteceu no Recife nos marcantes dias 21 e 22 de abril
[Tiradentes e a descoberta do Brasil (?)] não foi um espetáculo
musical, interpretado por um artista genial. Foi muito mais, pois, ali
estava o personagem e o intérprete de uma era.
De fato, Paul é um filho do século XX que representa os milhões de
órfãos, vítimas emocionais de guerras mundiais, de guerras regionais
transformadas em espetáculos cinematográficos e televisivos ou da
louca ameaça dos chefes de Estados em promover guerras quentes ou
frias.
Ali estava um baby boomer, nascido na década de quarenta sob o peso
das tragédias passadas, carregando o fardo de heranças tirânicas e, o
que é mais grave, a angústia existencial de uma vida sem sentido. Mas
com ele, nascia a luz que afrontava cartilhas políticas, mandava às
favas verdades estabelecidas, pregava um individualismo libertário e
assumia um paradigma desafiador cujos sinais estão descritos, em
admirável síntese, no romance da Vargas Llosa, “As travessuras da
menina má”: “Em Londres nasceram a minissaia, os cabelos compridos e
as roupas extravagantes que consagraram os musicais Hair e Jesus
Christ Superstar, a popularização das drogas, a começar pela maconha
indo até o ácido lisérgico, a fascinação pelo espiritualismo hindu, o
budismo, a prática do amor livre, a saída do armário dos homossexuais
e as campanhas de orgulho gay, assim como uma rejeição em bloco do
stablishment burguês não em nome da revolução socialista, à qual os
hippies eram indiferentes, mas sim de um pacifismo hedonista e
anárquico, matizado pelo amor à natureza e aos animais e por uma
renegação da moral tradicional”.
Na Rua das Moças, vi, vivi, revivi retalhos de lembranças,
entrecortado pela nostalgia e pela esperança que outros “arretados”,
como Paul e os personagens do tempo fértil da década de sessenta
ressurjam, protestando em favor de “paz e amor”.
TODO DIA EXISTE DEUS...

Todo dia existe Deus... Na harmonia das cores, na natureza esquecida, Na fresca aragem da brisa, na própria essência da vida...
Todo dia existe Deus... No regato cristalino, pequeno servo do mar, Nas ondas lavando as praias, na clara luz do luar...
Todo dia existe Deus... Na escuridão do infinito, todo ponteado de estrelas, Na amplidão do universo, no simples prazer de vê-las... Todo dia existe Deus... Nos segredos desta vida, no germinar da semente, Nos movimentos da Terra, que gira incessantemente... Todo dia existe Deus... No orvalho sobre a relva, na natureza que encanta, No cheiro que vem da terra, e no sol que se levanta... Todo dia existe Deus... Nas flores que desabrocham perfumando a atmosfera, Nas folhas novas que brotam anunciando a primavera...
Deus é capaz, Deus é paz, Deus é a esperança, é o alento do aflito, O Criador do Universo, da luz, do ar, da aliança... Deus é a justiça perfeita, que emana do coração.
Todo dia existe Deus... No regato cristalino, pequeno servo do mar, Nas ondas lavando as praias, na clara luz do luar...
Todo dia existe Deus... Na escuridão do infinito, todo ponteado de estrelas, Na amplidão do universo, no simples prazer de vê-las... Todo dia existe Deus... Nos segredos desta vida, no germinar da semente, Nos movimentos da Terra, que gira incessantemente... Todo dia existe Deus... No orvalho sobre a relva, na natureza que encanta, No cheiro que vem da terra, e no sol que se levanta... Todo dia existe Deus... Nas flores que desabrocham perfumando a atmosfera, Nas folhas novas que brotam anunciando a primavera...
Deus é capaz, Deus é paz, Deus é a esperança, é o alento do aflito, O Criador do Universo, da luz, do ar, da aliança... Deus é a justiça perfeita, que emana do coração.
De: Tereza Cristina Diehl
(Minha aniga em Facebook)
terça-feira, 1 de maio de 2012
Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais este e aquele, o outro e a toda gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!
Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disse que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar.
E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que eu saiba me perder... pra me encontrar...
De: Florbela Espanca, poetisa portuguesa
(... )
Noite... e dentro da noite a solidão...
A solidão é um pássaro da noite...
Quem não te busca, pálido tresnoite,
A alma fria da noite, pelo chão...?
Amo a noite do amor, amo este açoite,
Solidão, solidão...
(... )
De: João Lins Caldas, lírico modernista que se tivesse publicado a sua
obra literária multifária, certamente teria se consagrado um dos maiores
ícones da poesia universal! Que me perdoe o ufanismo!
Noite... e dentro da noite a solidão...
A solidão é um pássaro da noite...
Quem não te busca, pálido tresnoite,
A alma fria da noite, pelo chão...?
Amo a noite do amor, amo este açoite,
Solidão, solidão...
(... )
De: João Lins Caldas, lírico modernista que se tivesse publicado a sua obra literária multifária, certamente teria se consagrado um dos maiores ícones da poesia universal! Que me perdoe o ufanismo!
sábado, 28 de abril de 2012
Ministério do Esporte inicia etapa de capacitação para lançamento de programa em Assú
O
acordo de parceria e cooperação firmado entre a prefeitura do Assú e o
Ministério do Esporte possibilitará a implantação no município do
Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC). O PELC é um programa do
Governo Federal por meio do Ministério do Esporte, que busca
democratizar o acesso às práticas esportivas e de lazer e universalizar o
direito social ao esporte e ao lazer.
Em
Assú, a primeira fase do programa ocorrerá no período de 30 de abril a 3
de maio com a etapa de capacitação dos Agentes Sociais e Coordenadores
de Núcleos e será ministrada pela professora Carmen Lilia, da
Universidade Federal do Pará (UFPA).
Passarão
pela capacitação visando a implantação do projeto, servidores do
município lotados nas secretarias de Juventude, Esporte, Eventos e
Turismo; de Saúde; de Desenvolvimento Social; de Planejamento e da Liga
Assuense de Desportos (LAD).
Os
Agentes Sociais e os Coordenadores de Núcleos terão a responsabilidade
de desenvolver ações educativas, esportivas, culturais e de lazer,
proporcionando o bem estar à população e favorecendo o desenvolvimento
humano e a inclusão social. O programa atenderá em Assú cerca de 400
pessoas.
(Artigo enviado por AD Comunicaçõies)
Postado por Fernando Caldas
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.






