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JOSÉ LÚCIO DE MEDEIROS

                                           Fotografia do Blog. A família Medeiros é oriunda de Portugal, que teve em Rui Gonçalves de Medeiros o seu mais antigo e ilustre antepassado. Foi membro do Conselho Real de Dom Afonso III, 1º Conde de Verlongo. Recebeu seu Brasão de Armas em 1285. Mesmo antes do descobrimento do Brasil, muitos membros da família Medeiros emigraram para as ilhas portuguesas de Açores e Madeira. Lá se estabeleceram,  partindo ao longo de três séculos para a Ásia e América do Sul e do Norte. Há cerca de 200 anos, parte da família veio para o Brasil. Alguns membros foram para o Rio Grande do Sul e mais tarde outros membros emigraram para a região do Seridó, estabelecendo-se no Rio Grande do Norte e Paraíba. Filho de João da Mata de Araújo Melo e Enedina C. de Medeiros Neta, nasceu em 15 de abril de 1888 em Vila Nova, atualmente Pedro Velho. Faleceu em 1...
Por Fenando Pessoa Meus versos são meu sonho dado. Quero viver, não sei viver, Por isso, anónimo e encantado, Canto para me pertencer. O que salvamos, o perdemos. O que pensamos, já o fomos. Ah, e só guardamos o que demos E tudo é sermos quem não somos. Se alguém sabe sentir meu canto Meu canto eu saberei sentir. Viverei com minha alma tanto Tanto quanto antes vivi. Poesias Inéditas (1919-1930) Compartilhado com Seus  Por Fernando PessoaPo Meus versos são meu sonho dado Quero viver, não sei viver, Por isso, anónimo e encantado, Canto para me pertencer. O que salvamos, o perdemos. Poesias Inéditas (1919-1930)
  .NOTA À tardinha de ontem, setembro 6, de frente ao mar de Areia Preta/Natal, visitando um primo querido chamado Domingos Sávio de Medeiros Marinho que reside há mais de quarenta anos no Rio de Janeiro, para onde regressou e passou a morar e conviver com seu tio João Moacir de Medeiros, um potiguar nascido no Assu, que se fez publicitário e se tornou famoso na publicidade brasileira. (Esse Moacir era publicitário da JMM Publicidade, idealizador da famosa propaganda do Guarda Chuva (Banco Nacional de Mins Gerais, de Magalhães Pinto, que abria, acho que até os anos setenta, o Jornal Nacional da TV Globo,. Por por sinal, a sigla JN - Jornal Nacional, fora de sua ideia. Moacir foi pioneiro do Marketing Político no Brasil fazendo em 1954, a campanha de Celso Azevedo para prefeito de Belo Horizonte, com sucesso. Muito tem a se contar e dizer sobre a sua trajectória vitoriosa. Era ele, Moacir, meu primo próximo pela lado da família Lins Caldas com raíses no Assu e Ipanguaçu, então Sacra...
De:  Assu Antigo Capa da 2ª edição do Fulô do Mato publicado em 1953, pela Tribuna da Imprensa, do Rio de Janeiro, enviado pelo matrogrossense Salomão Rovedo, uma prova que o bardo assuense Renato Caldas ainda é uma figura das letras matutas conhecida em todo o Brasil. Guardo comigo a primeira edição sem, emprestado pelo médico e cel. da Policia Militar Franklin Firmino. (Fernando Caldas)
  Assu Antigo Capa do livro Fulô do Mato, segunda edição, Tribuna da Imprensa, do Recife (1953). Enviado por Salomão Rovedo. O título do livro é o mesmo título do poema em linguagem matuta que abre as páginas daquele volume: Senão vejamos: Sá Dona, vossa mecê, é a fulô mais cheirosa, a fulô mais prefumosa Qui o meu sertão já botô! Podem fazê um cardume, de tudo qui fô prefume, de tudo qui fô fulô qui nem um, nenhuma só tem o cheiro do suó qui o seu corpinho suô. - Tem cheiro de madrugada, fartum de reia muiáda qui o uruváio inxombriô. É um cheiro bom, déferente, qui a gente sentindo, sente, das outa coisa o fedô. Renato Caldas, poeta do Assu que o Brasil consagrou. Discípulo do menestrel Catulo Da Paixão Cearense, autor da célebre canção 'Luar do Sertão!. Assu Antigo Comunidade
Fernando Caldas    ·  Compartilhado com Seus amigo João Gothardo Dantas Emerenciano Natal não há tal Avenida Rio Branco, Cidade Alta, vendo-se à direita trecho da Praça Carlos Gomes, no Baldo.

28/04/2019 - MEMORIA VIVA (CHICO DIAS)

  José Alberto Simonetti 2 d    ·  INXURRADA MARDITA Capítulo 1 J. A. Simonetti Sentado no terreiro com os pés dentro de uma poça d'água, Antônio recorda a seca, enquanto seu coração lamenta a chuva. * “Seu moço, inda me alembro, me alembro cuma ninguém o tempo véio num léva aquilo qui se quiz bem, nem hai dinheiro qui págue um amô qui a gente tem. Faz muito tempo, seu môço, nós morava no sertão e a sêca véia danasca veio qui nem um ladrão, furtando os verde das fôia, rôbando ás águas do chão.” * Depois das rezas e benditos e finda a esperança a solução era partir para sobreviver na cidade grande. Antônio e Francisco parados junto a porta da casa maltratada pelo tempo observam as nuvens claras no horizonte. Na paisagem seca um grupo de retirantes caminha fugindo do sol, que do céu castiga a terra dura e árida pela falta de chuva. Como que hipnotizados pelo calor escaldante os irmãos Francisco e Antônio tentam resistir as claras nuvens que no céu vão sumindo para dar ...

Justiça do Trabalho vai realizar audiências na edição do Justiça na Praça em Assú

O vice-presidente, desembargador Eduardo Rocha, e a Vara do Trabalho de Assú vão representar o Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) no projeto Justiça na Praça, que será realizado na cidade no dia 17/08. O projeto é realizado pelo Tribunal de Justiça do RN com diversas instituições parceiras e leva serviços judiciais, de saúde e informativos para a população. A ação vai acontecer na Praça São João Batista, na Av. Presidente Getúlio Vargas, 89, Centro, em Assú, a partir das 8h, e vai contar com a emissão de RG, de 2ª via de certidão de nascimento, com serviços eleitorais e ligados à Marinha do Brasil, além de jogos e recreação, aplicação de flúor, atendimento odontológico, psicológico e de clínica geral.  O vice-presidente do TRT-RN, desembargador Eduardo Rocha, também estará presente no Justiça na Praça e terá reuniões com advogados e com o chefe do Executivo Municipal, Gustavo Soares. “É com imensa satisfação que estaremos na cidade de Assú, cumprindo uma das prome...
Por Diogenes da Cunha Lima    [ Escritor, advogado e presidente da ANL ] Nenhuma região do país é tão pródiga na inventividade como o Nordeste. A arte do repente identifica a nossa região. É o exercício da poética popular, do sertão ao litoral, com versos de fazer inveja a poetas eruditos. O repente nordestino é duelo verbal de cantadores com o acompanhamento de viola, rabeca ou pandeiro (embolada). Em todas as suas formas, participa do rico Patrimônio Imaterial do Brasil. É o diálogo do improviso e da liberdade vocabular. Muito se discute sobre a sua origem. Como sempre, Câmara Cascudo vai mais longe. Para ele é o desafio oriundo do canto amebeu, grego, do tempo de Homero. É canto alternado, obrigando resposta às perguntas do companheiro. Muitos poetas cantadores tornaram-se célebres. Pinto do Monteiro (sempre considerado o mestre da cantoria), um dia, recebeu Lourival Batista, crescente em versos quentes. Glosaram os dias da semana com o humor produzido por trocadilho. Pinto...
 
A poesia fugiu do mundo. O amor fugiu do mundo — Restam somente as casas, Os bondes, os automóveis, as pessoas, Os fios telegráficos estendidos, No céu os anúncios luminosos. A poesia fugiu do mundo. O amor fugiu do mundo — Restam somente os homens, Pequeninos, apressados, egoístas e inú.teis. Resta a vida que é preciso viver. Resta a volúpia que é preciso ma.tar. Resta a necessidade de poesia, que é preciso contentar. | —Augusto Frederico Schmidt, "Vazio".
 
 
Deus Preenche o infinito Preenche os Vale do Amor E, se a dor solta seu grito Deus Vive Também na dor. (Caldas)
Arte: Wagner de Oliveira