terça-feira, 26 de abril de 2011

Garibaldi convoca reunião para discutir aposentadoria

Garibaldi com a senadora Ana Amélia: aplausos no plenário e reunião com aposentados e pensionistas José Cruz/Agência Senado

Garibaldi com a senadora Ana Amélia: aplausos no plenário e reunião com aposentados e pensionistasSob aplausos, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, também ocupou a tribuna e referiu-se aos idosos ali presentes como os verdadeiros representantes dos aposentados do país. O ministro afirmou que o diálogo é o melhor meio para resolver as dificuldades enfrentadas por essa parcela da população.
Garibaldi Filho aceitou convite feito por representantes da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), e vai recebê-los amanhã, às 14h, para tratar de Brasília - O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, e o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, participaram ontem de sessão especial no Senado Federal em comemoração ao Dia Nacional dos Aposentados e Pensionistas. Solicitada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a sessão teve o propósito de homenagear os mais de 28 milhões de aposentados e pensionistas regidos pelo regime geral da Previdência Social e que recebem proventos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A crítica ao fator previdenciário, criado para desestimular a aposentadoria precoce, foi também constante na sessão.

Sob aplausos, o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, também ocupou a tribuna e referiu-se aos idosos ali presentes como os verdadeiros representantes dos aposentados do país. O ministro afirmou que o diálogo é o melhor meio para resolver as dificuldades enfrentadas por essa parcela da população.

Garibaldi Filho aceitou convite feito por representantes da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), e vai recebê-los amanhã, às 14h, para tratar de assuntos de interesse da categoria.

“Já tive a oportunidade de conversar com a presidenta Dilma Rousseff, que está preocupada com a situação dos aposentados e das aposentadas, dos pensionistas e das pensionistas do País. Eu diria mesmo que trago a convicção de que o melhor caminho que nós poderemos trilhar é o caminho do diálogo, da conversa, do entendimento” disse.

O ministro garantiu ainda não ter esquecido os temas que defendeu, como senador, em favor dos aposentados e pensionistas. “Vim pedir a todos para me lembrarem o que eu disse aqui, para que eu possa honrar meu compromisso como senador da República e, agora, como ministro da Previdência Social”.

O secretário Gabas destacou que o ministro tem estimulado o debate democrático sobre o futuro da Previdência Social no Brasil e que a instituição não está falida como alguns querem fazer crer. “A previdência hoje tem um superávit no setor urbano. Porém, no setor rural, não devemos pensar em déficit e sim que este setor necessita de subsídio para promover melhores condições de vida e de trabalho”, lembrou Gabas.

Gabas afirmou que o Sistema Geral de Previdência possui dois regimes, um urbano e outro rural. Em seguida, observou que o regime urbano apresentou superávit de R$ 14,9 bilhões ao fim de 2010. Sem citar números, ele observou que o regime rural, por outro lado, necessita de subsídios. Porém, disse que esse regime foi criado para funcionar assim mesmo, “de maneira correta”, por leis que passaram pelo Senado.

TN Onlaine

Postado por Fernando Caldas

Vamos Esperar Resignadamente



Em 1º de abril do ano em curso, Carnaubais recebeu a equipe de produção da inter TV Cabugi, representada pelo jornalista Carlos Adams e o cenografista Zenóbio Oliveira, realizaram o trabalho de filmagem para o projeto Minha Cidade.

A expectativa é grande com relação a exibição do programa, o blog tem recebido muitas mensagens indagativas a respeito da data que será levado ao ar as nossas potencialidades e caracteristicas sócio/culturais.

Pra melhor tranquilizar os telespectadores, estamos informado que a pauta será cumprida no final do mês de julho, até lá, devemos esperar nossa vez, com resignada paciência.

Escrito por aluiziolacerda às 02h40

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Leitor defende homenagem a Cortez Pereira

Leia o comentário enviado ao blog pelo leitor Carlos Henrique de Araújo:

“O Ex-Governador Aluízio Alves [1921 - 2006] será homenageado com o lançamento da Revista ”Reencontro com Aluízio Alves, sua vida, sua luta, sua esperança”, em 11 de agosto de 2011, data em que se vivo fosse completaria 90 anos de idade.
Nessa mesma data a Revista será encartada na Tribuna do Norte, e em outros jornais de grande circulação no Rio Grande do Norte.
É uma justa e merecida homenagem prestada pelo primogênito do homenageado.
Não sei a razão por que Currais Novos não homenageia um dos seus filhos ilustres, o Professor José Cortez Pereira de Araújo [1924 - 2004].
Na literatura potiguar, pouco ou quase nada se sabe acerca desse estadista, que estudou com profundidade os os problemas do Nordeste, sobretudo, do Seridó do Rio Grande do Norte.
O Ex-Governador Cortez Pereira recebia em sua casa uma visita, regando o bate-papo com vinho. Indagado sobre bônus e ônus do poder, lembrava: “No último ano de governo, meu aniversário foi uma multidão. No seguinte à minha saída, éramos apenas eu e minha mulher aqui em casa.”
”Quando dizem que a terra do Nordeste é seca, tenho repetido e, às vezes, isso é mal compreendido, que seca não é a terra do Nordeste, seca é a inteligência da elite que governa o Nordeste. Aí é que não chove!”
(Ex-Governador Cortez Pereira – Encontro Regional de Tropicologia, 1988, Recife].
Acho que o Professor Joabel, como brilhante intelectual, pesquisador e historiador, produziria um dos melhores trabalhos literários sobre o Professor Cortez.
O brilho do ex-seminarista da Ordem dos Carmelitas, filho de Vivaldo Pereira de Araújo, não pode ser ofuscado pelo ofuscado pelo esquecimento dos seus conterrâneos.
Alguém haverá de fazer alguma coisa!

Postado por Vlaudey Liberato - Link ao lado.

Adendo do blog: O professor Cortez Pereira, estadista, tribuno de matar de inveja muita gente, possuia uma visão sócio-econômica do RN como ninguém, expandiu em seu governo o estado, criou o polo do bicho da seda em Cruzeta, projeto Camarão e o mais ousado projeto de desenvolvimento rural que conheço, fez uma verdadeira reforma agrária, sem provocar nenhuma invasão do latifúdio rural, estão aí as Vilas Rurais, atualmente municipio de Serra do Mel, emancipado por luta inconteste, vindo a ser o seu prefeito constitucional...
Uma homenagem ao seu nome, não seria favor algum, mas um grande reconhecimento a sua capacidade de homem público.
Convivi um pouco com o grande seridoense, fomos companheiros de PDT, tive acesso a sua casa, o recebi na minha querida Carnaubais, promovendo uma grande manifestação popúlar quando tentava retornar a vida politica pelo partido Brizolista, pretendia disputar o governo do estado, depois imaginou ser senador da república, vindo findar sua trajetória sem mandato, mas deixando um grande legado pra ser pesquisado por quem bem desejar.
Um detalhe o seu aniversário se fazia em 17 de Outubro, data também do meu nascimento.

Escrito por aluiziolacerda às 15h14

DEU NO "MEDIOCRIDADE PLURAL"
 
 

DESCENDO A RAMPA NA FUNDAÇÃO...

 
 
 
Data: 25/04/2011 05:25:39
Assunto: Res: Re: Contato Fundação Rampa
 

Meu prezado Fred Nicolau
(Diretor de Pesquisa e Ensino da Fundação Rampa).

Saúde e Paz!

Sou obrigado, novamente, a lamentar - muito mais agora, depois da sua manifestação, abaixo - a completa e total desinformação dos senhores todos, relativamente à importância do Aviador João Menezes de Melo no panorama da história da aviação no Rio Grande do Norte.

Os genéricos argumentos apontados por você, Fred, são, todos, inconsistentes, dúbios, ambíguos, chegando, ao final da sua mensagem-resposta,  a ofender à memória do meu tio.

Quem foi, do Rio Grande do Norte (emigrado ou não) o primeiro brevetado - que vocês não revelam o nome?

Um simples "debate" da Diretoria da Fundação da Rampa é  que determina se o piloto foi herói ou não? 

Ele, João Menezes, está sendo julgado pelos senhores, decorridos 91 (noventa e um) anos da sua morte?

Não desejo estabelecer polêmica com os senhores. Como estudioso do assunto aviação no RN - até mesmo por ser parente do Sargento-Piloto -, acompanho, de perto, o que aqui se passa sobre o tema. E confesso que sou admirador do esforço de Augusto Maranhão e de seus pares - você incluído, meu caro Fred. Assisti, com satisfação, alguns dos programas de TV do citado empresário e, esporadicamente, navego na home-page da Fundação.

Acontece, entretanto,  que o meu interesse não é, em absoluto, ligado, vinculado, aos interesses presentes, passados ou futuros da Fundação Rampa. O meu "escopo", o meu norte, o meu azimute, prendem-se a um projeto governamental, que há muitos anos acompanho, no sentido do aproveitamento do sítio da Rampa para a instalação de um Memorial ou Museu da Aviação do Rio Grande do Norte. Como cidadão que paga imposto, por ser natalense e canguleiro, por ser sobrinho de um pioneiro e mártir da aviação brasileira - tenha ele emigrado ou não! - tenho de puxar a brasa para a minha sardinha - lutando para que o seu nome não fique no esquecimento, como acontece sempre na nossa não muito leal terra de Filipe Camarão.

Se convidado para uma anunciada reunião dos gestores do projeto, sobre o assunto, estou preparado para fornecer-lhes largas informações sobre o Piloto-Militar, acompanhadas de farta bibliografia e excelente iconografia dos primórdios da aviação brasileira - que, posteriormente, quem sabe?, poderão ser repassadas, inclusive, à Fundação Rampa, para que a entidade, querendo, possa enriquecer - ou não - o seu acervo.

Cordialmente,

Laélio Ferreira de Melo


E-MAIL DA FUNDAÇÃO RAMPA:
 
Data: 24/04/2011 21:40:32
Assunto: Re: Contato Fundação Rampa
 
Caro Laélio,
Lamentavelmente o senhor não entendeu que a Fundação Rampa estuda os fatos ocorridos no Estado do Rio Grande do Norte.
Outros potiguares além de seu tio, emigraram e seguiram carreira aeronáutica fora do RN. Não é por isso que eles estão no nosso site. Já, pessoas de qualquer parte do mundo que tiveram participação na história da aviação no RN, fazem parte. Temos a informação de que um outro potiguar antecedeu seu tio como o primeiro aviador. Como ele também emigrou nem fomos atrás de verificar. Não faz parte do nosso escopo. Debatemos esse assunto aqui na Fundação e surgiu a pergunta, de o por que de seu tio ser um herói. Por favor nos esclareça. Não temos arquivos sobre fatos acontecidos no Rio de Janeiro.
grande abraço

DO BLOG DE JUSCELINO FRANÇA

SAUDADE EM EVIDENCIA : ASSÚ

Foto blog Fernando Caldas
Poesia professor Adaiton

"Assu"

És a flor de um jardim,
de aroma sem igual.
Tua beleza é natural,
És a estrela que brilha no vale.
És majestosa, gloriosa.
És grande por natureza.
Terra de muita riqueza.
Recanto da poesia.
Tua historia ganhou asas.
Tua fama se espalhou,
e a todos conquistou.
Tu encantas os visitantes,
com suas historias delirantes,
de um passado encantador.
Tua historia tem amor.
Tua historia tem magia.
Tem também alegria,
da terra da poesia.
Assu, cidade da cultura.
Terra boa para a gricultura.
Dos poetas, dos travadores.
Dos cantores, dos amores.
Das noites lindas de luar.
Em você quero morar...
Nas tuas águas me banhar...

PESQUISA : JR-SOARES

domingo, 24 de abril de 2011

BAR NOGUEIRA - RENATO CALDAS

O Bar Nogueira era estabelecido na praça do Rosário, de propriedade de João Nogueira. Era um recinto aristocrático, seleto. Quado o freguês quando tomava tres cervejas, João Nogueira não mais atendia. Ali frequentaram muitas figuras do Açu-RN como, por exemplo, o bardo matuto que o Brasil consagrou chamado Renato Caldas. Na fotografia podemos conferir da direita: Pedro Cícero, Cândida Nogueira [que herdou e explorou por um certo tempo aquele bar de muitas histórias e estórias, até, salvo engano, finais de 1980], Renato tomando a sua 'fria' como ele gostava de dizer, apagando as velinhas dos seus anos, [?[, João M. de Vasconcelos - Lou, [?].E escreveu um dia, o poeta, o clássico soneto dedicado ao igualmente poeta e amigo João Fonseca, dizendo:

Vinte mil dias de tranquilidade,
De dor, de sofrimento, eu já vivi;
De poucas horas de felicidade;
De sonhos e venturas que perdi.


Vinte mil dias! Numerar quem ha de 
Os tragos de "veneno" que bebi.
As poucas vezes que falei verdade
E milhares de vezes que menti!...


Hoje alquebrado pelos desenganos;
Caminho sem sentir na mesma estra
Que viajo há cinquenta e cinco anos...


E se breve parar meu coração,
A minha esposa, triste e desolada
Jogará flores sobre o meu caichão.

Postado por Fernando Caldas

Iguais nas diferenças
Por Rômulo Gomes

As vezes somos surpreendidos com coisas ou situações que não esperávamos que pudessem acontecer conosco. Mas por um motivo ou por outro, embora pra nós nunca exista motivo justo ou aparente, acontece justamente com a gente, em nosso trabalho, com a nossa família, em nossas vidas. Vamos então, imaginar as seguintes situações...
Imaginemos o desespero de uma pessoa que acaba de saber que tem câncer ou que é portadora do vírus HIV.
Imaginemos a reação da mãe que inesperadamente ver seu filho nascer morto ou com alguma(s) deficiência(s).
Imaginemos uma criança que cresce sem poder correr de bicicleta, pular amarelinha na areia molhada, fazer castelo na praia ou brincar de carrinho no quintal.
Imaginemos uma pessoa que cresce com a imagem de que é incapaz, inferior as outras pessoas. Que sempre é deixada de lado, para traz, vista como a sobra, considerada inválida ou pequena demais.
Imaginemos o mundo do adolescente que se descobre gay e não pode contar com as pessoas mais próximas dele: família, amigos, professores.
Imaginemos o cirurgião que por ironia do destino não conseguiu salvar a vida do seu filho que sofrera grave acidente de carro.
Imaginemos a frustração do professor que não conseguiu fazer com que todos seus alunos progredissem até o final do ano.
Imaginemos o medo do pai que ver seu filho saindo de casa e não sabe se ele vai voltar com vida.
Imaginemos a vida sem cores com que um deficiente visual é obrigado a enxergar.
Imaginemos as dificuldades que um cadeirante enfrenta ao sair de casa todos os dias para estudar, ir ao trabalho, fazer a feira do mês.
Imaginemos o ouvido de uma pessoa que não pode escutar o barulho das ondas do mar, o riso solto de uma criança ou o som sincero de um te amo.
Imaginemos viver num mundo onde tudo te exclui, onde você é a peça de um jogo que não se encaixa em lugar nenhum, um parafuso velho e enferrujado.
Imaginemos acordar e não saber que é dia, dormir e não sentir a noite. Não conhecer a si mesmo, não saber que vive, que sente, que é gente.
Imaginemos um ser humano que não se sente como ser humano, em virtude do preconceito e indiferença de outro ser humano.
Agora, imaginemos uma família, uma escola, uma cidade ou um país, um mundo onde tudo isso aconteça...
Mas não é preciso acordar, nem imaginar, é só olhar para o nosso umbigo! É só olhar para nossa rua, a escola dos nossos filhos, nosso trabalho; e assim vamos perceber o quanto somos pequenos diante dos propósitos de Deus, o quanto julgamos e apedrejamos as pessoas que são diferentes de nós, que julgamos torto, desengonçado e feio, errado.
MORAL da HISTÓRIA que não é ESTÓRIA: No mundo existem naturalmente muitos desafios, para o pequeno ou para o grande. Podemos construir escadas, cruzar pontes, abrir caminhos, ou dar CAPS LOCK nas dificuldades.

A CHUVA



Alta a noite, no espaço, a chuva se desata.
Em ondas, pela tera, as águas invernadas,
Molhando docentemente as plácidas estradas,
Tem sob todo olhar um cintilar de prata.

Sobre o chão a bater num rumor de cascata
Pelas grotas desliza em dobras elevadas
Nas ruas orvalhando as portas e as calçadas
E nos campos molhando as árvores da mata.

Carregada de frio, avolumada e austera,
Com o viço da umidade enriquecendo as terras
Segue firme a orvalhar as ramadas inteiras.

E por ser quem no globo este aguaceiro gera
É quem sabe molhar as colinas das serras
E viver imortal no corpo das mangueiras.

João Lins Caldas

Bem vindo






O Rebouças Supermercados colocou outdoor de boas vindas nas principais entradas da cidade. A peça de propaganda é apoiada por uma foto da Praça São João de minha autoria.

Um Abril chuvoso



A chuva deixou de ser novidade ou uma coisa rara neste mes de abril, é um fenômeno constante, todo santo dia ela faz o eclipse do sol, tem sido assim em Carnaubais, pra ser mais exato quase que diariamente.
O mes não findou, mas ultrapassamos os 250 mm., conforme registro do escritório local da Emater, se não houver uma boa fartura o agricultor se queixe de outros fatores, menos da falta de chuva.
Neste domingo de páscoa, o sol escondeu-se cedo, o nevoeiro chuvoso começou a se formar antes do meio dia, faz exatamente 45 minutos que uma tranquila chuva vem provocando queda d'água sobre nossos telhados, a correnteza faz passeio pelas ruas da cidade, levando todas as impurezas da artérias, numa  verdadeira enxurrada, buscando se escoar em terrenos mais apropriados, em cima do asfalto não tem condição.
Grande parte da água corrente se armazena na lagoa adjacente que fica logo ali na divisa da RN O16 com nosso centro comercial e urbano.

Escrito por aluiziolacerda às 15h49

UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO