quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Partido de Feliciano quer duplicar bancadas no Congresso em 2014
PSC já lançou Pastor Everaldo (centro) como pré-candidato à Presidência e planeja candidaturas ao governo de três Estados. Marcondes Gadelha (à direita) é cotado para o governo da Paraíba
Rodolfo Borges, do R7
Com a exposição pública turbinada em 2013 graças às polêmicas protagonizadas pelo deputado Marco Feliciano (SP), o PSC (Partido Social Cristão) parte animado para as eleições de 2014. A meta, segundo o pré-candidato do partido à Presidência, pastor Everaldo Dias Pereira, é dobrar o tamanho das bancadas na Câmara e no Senado.
— É o que fizemos na eleição passada: praticamente dobramos [a quantidade de parlamentares]. Em 2003, tínhamos apenas um deputado. Na eleição seguinte, em 2006, o número subiu para nove. Agora, temos 17 deputados e um senador. Queremos dobrar a bancada na Câmara e eleger dois ou três senadores.
Everaldo avalia como positiva a exposição do partido durante o embate entre ativistas dos direitos dos homossexuais e Feliciano — cotado pelo partido para o Senado — quando o pastor assumiu a presidência da CDHM (Comissão de Direitos Humanos e Minorias), em março deste ano.
— Estamos numa democracia, graças a Deus. Todos têm o direito de se manifestar. Ficou provado que a comissão era o reduto de uma minoria da sociedade. O deputado Feliciano foi eleito democraticamente, é ficha limpa. Foi eleito pelo povo e pela maioria da comissão.
Estados
Além de mirar mais postos no Congresso, o PSC trabalha com pelo menos três candidaturas a governos estaduais. Em Sergipe, o senador Eduardo Amorim já lançou pré-candidatura.
Na Paraíba, os nomes cogitados pelo PSC são o do presidente estadual do partido, Marcondes Gadelha, e o de seu filho, o deputado federal Leonardo Gadelha. Um deles pode encabeçar o bloco formado por PT, PP e PSC.
Outro Estado em que o PSC pode lançar candidato é o Pará, onde o partido considera o nome do deputado federal Zequinha Marinho.
Do site do PSC Nacional
Postado por Fernando Caldas
FOTOS DO CANGACEIRO ANTÔNIO SILVINO NO RIO
Publicado em por Rostand Medeiros
O
ex-cangaceiro Antônio Silvino (marcado na foto) no porto do Rio de
Janeiro e chamando muita atenção. Ele desembarcou do navio italiano SS
Conte Grande, da empresa de navegação Lloyd Sabaudo Line.
Algum tempo após a sua libertação da Casa de Detenção em Recife, o agora ex-cangaceiro Antônio Silvino esteve visitando o Rio de Janeiro, então Capital Federal. Vejam algumas fotos.
Quando esteve no Rio, houve um encontro entre Antônio Silvino e Getúlio Vargas, onde o ex-cangaceiro pediu um emprego.
Quando
foi entrevistado pelos jornalistas cariocas, o velho cangaceiro contou
como realizou uma interessante mudança urbanística na pequena vila
potiguar de Jardim de Piranhas. Vejam a íntegra da notícia.
É permitida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de
comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citada a fonte e o autor.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
PRAÇA DAS ARTES
Edição 2013 do projeto cultural ocorrerá na próxima sexta-feira
Novamente tendo
à frente o produtor cultural Delzir Campelo (foto), proprietário da
Agência Produtora de Mídias (APM), está programada para a próxima
sexta-feira (15) mais uma edição do projeto Praça das Artes, evento que
se constitui numa realização da própria APM, apoiada pelo grupo de
teatro Trupiniquim e o Serviço Social do Comércio do RN (Sesc).
O evento - com
atividades na área de teatro, música, cinema, poesia e outras
manifestações artístico-culturais – ocorrerá a partir de 18h, nas
dependências da Praça de Eventos Radialista Jota Keully, localizado à
Rua Luiz Correia de Sá Leitão, bairro Vertentes, em Assú.
“Fazer
arte é uma árdua tarefa e requer, além de amor por ela, determinação
para sua construção. Praça das Artes, nascido em 2010 e apresentado nas
praças públicas de Assú, traz um misto de cultura numa noite de
confrades culturais. É cultura para se ver, se ouvir e exaltar. Sejam
todos bem vindos”, diz Delzir Campelo.
Postado por Lúcio Flávio - Pauta Aberta.
“Não sou um candidato dos evangélicos”, diz Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC à presidência
O vice-presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC) e
pré-candidato à presidência da República pela legenda, Pastor Everaldo
Pereira, afirma que não é “candidato dos evangélicos”. Em entrevista
concedida ao radialista Evandro Nogueira, durante o programa Domingo
Legal, no último domingo (10), o pastor explicou que o objetivo do
partido – que ganhou fama com as polêmicas envolvendo o deputado Marco
Feliciano (PSC-SP) – é trazer a ética cristã para o debate político.
“O PSC não é religioso, é um partido que se norteia por princípios
cristãos. Eu creio que Jesus morreu, nasceu da Virgem Maria, é meu
salvador pessoal e essa é minha fé. Mas Jesus deixou princípios
filosóficos que servem para todo mundo e qualquer pessoa, crendo ou não
crendo Nele como o Salvador”, disse o presidenciável. “Não sou um
candidato dos evangélicos, eu não tenho procuração de evangélico. Eu sou um pré-candidato do PSC”, completou.
Com discurso focado em temas considerados conservadores como proteção à
família “de homem e mulher”, contrário ao aborto e a favor da redução
da maioridade penal, Pereira – que além de político, é pregador da
Assembléia de Deus, a maior igreja evangélica do País em número de fiéis
– defende questões que, segundo ele, não têm caráter religioso.
“Defendemos a família conforme está na Constituição brasileira. A
Constituição diz que a família é homem e mulher, então, nós defendemos
dessa maneira. É uma questão que independe de religião ou não”,
argumentou.
Fonte: http://www.verdinha.com.br/ noticias/ nao-candidato-evangelicos-pasto r-everaldo-pereira-pre-candida to-psc-presidencia-republica/
#AssessoriaPastorEveraldo
“Não sou um candidato dos evangélicos”, diz Pastor Everaldo Pereira, pré-candidato do PSC à presidência
O vice-presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC) e pré-candidato à presidência da República pela legenda, Pastor Everaldo Pereira, afirma que não é “candidato dos evangélicos”. Em entrevista concedida ao radialista Evandro Nogueira, durante o programa Domingo Legal, no último domingo (10), o pastor explicou que o objetivo do partido – que ganhou fama com as polêmicas envolvendo o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) – é trazer a ética cristã para o debate político.
“O PSC não é religioso, é um partido que se norteia por princípios cristãos. Eu creio que Jesus morreu, nasceu da Virgem Maria, é meu salvador pessoal e essa é minha fé. Mas Jesus deixou princípios filosóficos que servem para todo mundo e qualquer pessoa, crendo ou não crendo Nele como o Salvador”, disse o presidenciável. “Não sou um candidato dos evangélicos, eu não tenho procuração de evangélico. Eu sou um pré-candidato do PSC”, completou.
Com discurso focado em temas considerados conservadores como proteção à família “de homem e mulher”, contrário ao aborto e a favor da redução da maioridade penal, Pereira – que além de político, é pregador da Assembléia de Deus, a maior igreja evangélica do País em número de fiéis – defende questões que, segundo ele, não têm caráter religioso. “Defendemos a família conforme está na Constituição brasileira. A Constituição diz que a família é homem e mulher, então, nós defendemos dessa maneira. É uma questão que independe de religião ou não”, argumentou.
Fonte: http://www.verdinha.com.br/ noticias/ nao-candidato-evangelicos-pasto r-everaldo-pereira-pre-candida to-psc-presidencia-republica/
#AssessoriaPastorEveraldo
O vice-presidente nacional do Partido Social Cristão (PSC) e pré-candidato à presidência da República pela legenda, Pastor Everaldo Pereira, afirma que não é “candidato dos evangélicos”. Em entrevista concedida ao radialista Evandro Nogueira, durante o programa Domingo Legal, no último domingo (10), o pastor explicou que o objetivo do partido – que ganhou fama com as polêmicas envolvendo o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) – é trazer a ética cristã para o debate político.
“O PSC não é religioso, é um partido que se norteia por princípios cristãos. Eu creio que Jesus morreu, nasceu da Virgem Maria, é meu salvador pessoal e essa é minha fé. Mas Jesus deixou princípios filosóficos que servem para todo mundo e qualquer pessoa, crendo ou não crendo Nele como o Salvador”, disse o presidenciável. “Não sou um candidato dos evangélicos, eu não tenho procuração de evangélico. Eu sou um pré-candidato do PSC”, completou.
Com discurso focado em temas considerados conservadores como proteção à família “de homem e mulher”, contrário ao aborto e a favor da redução da maioridade penal, Pereira – que além de político, é pregador da Assembléia de Deus, a maior igreja evangélica do País em número de fiéis – defende questões que, segundo ele, não têm caráter religioso. “Defendemos a família conforme está na Constituição brasileira. A Constituição diz que a família é homem e mulher, então, nós defendemos dessa maneira. É uma questão que independe de religião ou não”, argumentou.
Fonte: http://www.verdinha.com.br/
#AssessoriaPastorEveraldo
POEMA MATUTO
Poesia matuta não se aprende
É como a planta
Tem que regar para ficar viva
Caso contrário,
Ela fica inativa.
A poesia matuta
Ninguém é dono
Para chegar à liberdade
É preciso
Muita sensibilidade.
Lembro do meu torrão
Quando faço cultura
Através de poesia
Faço também crônica
Como uma verdadeira livraria.
O sol é causticante
Escrevo à sombra do oitão
Faço poesia ao luar
Lembro as coisas belas
Do meu querido lugar.
Escrever é esquecer amargura
É sentir ternura
É fugir dos lamentos
É ter bons pensamentos
Em belos momentos.
Marcos Calaça, jornalista (UFRN)
POEMA MATUTO
Poesia matuta não se aprende
É como a planta
Tem que regar para ficar viva
Caso contrário,
Ela fica inativa.
A poesia matuta
Ninguém é dono
Para chegar à liberdade
É preciso
Muita sensibilidade.
Lembro do meu torrão
Quando faço cultura
Através de poesia
Faço também crônica
Como uma verdadeira livraria.
O sol é causticante
Escrevo à sombra do oitão
Faço poesia ao luar
Lembro as coisas belas
Do meu querido lugar.
Escrever é esquecer amargura
É sentir ternura
É fugir dos lamentos
É ter bons pensamentos
Em belos momentos.
Poesia matuta não se aprende
É como a planta
Tem que regar para ficar viva
Caso contrário,
Ela fica inativa.
A poesia matuta
Ninguém é dono
Para chegar à liberdade
É preciso
Muita sensibilidade.
Lembro do meu torrão
Quando faço cultura
Através de poesia
Faço também crônica
Como uma verdadeira livraria.
O sol é causticante
Escrevo à sombra do oitão
Faço poesia ao luar
Lembro as coisas belas
Do meu querido lugar.
Escrever é esquecer amargura
É sentir ternura
É fugir dos lamentos
É ter bons pensamentos
Em belos momentos.
Marcos Calaça, jornalista (UFRN)
SÃO RAFAEL
Meu chão voltou
Repórter acompanha a sua mãe numa visita às ruínas da cidade que emerge das águas rasas da barragem Armando Ribeiro Gonçalves; com outros moradores da região colhe lembranças sobre a inundação ocorrida há 30 anos
Tallyson Moura - DO NOVO JORNAL
“Nunca pensei que fosse pisar neste chão novamente”. As palavras foram ditas por Maria, ao reencontrar entre os escombros de sua velha casa os pedaços do piso de mosaico por onde andou na infância e parte da vida adulta. Mas poderiam ter saído da boca de José, Antônio, Rafael, Josimar e tantos outros que, como ela, foram expulsos de seus lares há exatos trinta anos, sem perspectiva nenhuma de retorno.
Para reencontrar a própria história, só confiando no destempero da natureza. Precisou que viesse ao sertão potiguar a maior seca dos últimos cinquenta anos para que as raízes de pedra, barro e madeira de um povo inteiro ressurgissem, a despeito do tempo, quase intactas. A antiga São Rafael, cidade do Vale do Açu encoberta pelas águas da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, está de volta. Por enquanto.
Foto: Vlademir Alexandre/NJ.
A barragem alcançou o nível mais baixo desde sua inauguração em 20 de abril de 1983. Está hoje, de acordo com o monitoramento da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, com apenas 38,23% de sua capacidade. Partes da cidade que jamais apareceram estão emergindo. A casa de Maria é um exemplo.
“Eu tenho dois sentimentos ao ver isso tudo aqui. O primeiro é de alegria por ver novamente minha casa; o outro é de tristeza, por ver toda esta destruição. E junto ainda vem um turbilhão de lembranças que eu vivi aqui”, conta. Maria morou a infância inteira na ‘cidade velha’. De lá, mudou-se para estudar o ensino fundamental II (na época, o ginásio) em Parelhas, mas voltou ao concluir o magistério.
Localizar a sua antiga casa, em meio ao monte de velhas estruturas, não foi difícil. A residência ficava próxima à praça, ao lado de algumas pedras, com cerca de um metro de altura. Maria, ao chegar no local, identificou cada cômodo: três quartos, três salas, uma dispensa, a cozinha e o banheiro. Entre os escombros, encontrou as travas das janelas (grandes pedaços de madeiras que garantiam a segurança da casa) e o antigo piso de mosaico, meio desbotado, mas ainda com a tonalidade vermelha preservada.
Rememorando uma foto feita no aniversário de 27 anos, em janeiro de 1983, Maria Moura, hoje com 57 anos, repetiu a pose e se escorou novamente na mesma pedra de 30 anos atrás. “É como se eu voltasse no tempo” destacou.
Escombros de uma cidade sob a seca
O projeto da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves foi uma iniciativa do Governo Federal, através do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS). As águas do rio Piranhas-Açu foram represadas cobrindo toda a área urbana e boa parte das propriedades rurais da cidade, localizadas, principalmente, no leito do rio. Foram desapropriados 20.636 hectares, dos quais 9.665 foram inundados já de início.
A população foi relocada para uma cidade projetada a 5 km da antiga. A nova São Rafael fica a 220 km da capital do estado, Natal. Para perder o mínimo possível, ao serem removidos da cidade antiga, os moradores retiraram partes do piso das velhas casas e todas as estruturas de madeira, deixando somente os escombros.
A baixa da Armando Ribeiro trouxe à tona detalhes históricos da vida dos antigos são rafaelenses. Como um bom guia, Maria mostrou onde ficava cada parte da cidade. Feitos de tijolos resistentes, como não se vê mais hoje, os alicerces e paredes das principais estruturas da cidade sobreviveram aos 30 anos de imersão sem muitos danos.
“Ali era a casa do motor que fornecia energia elétrica para a cidade até as 10h da noite”, apontou. Ela também mostrou onde ficava a praça, os Correios, e a rua da Prefeitura, da Câmara dos Vereadores, do Cine Teatro e do posto médico. Na quadra de esportes, ainda como todas as demarcações, era onde aconteciam o carnaval e as maiores festas da cidade. Mas nos dias comuns, o espaço era palco de partidas de futsal, vôlei e basquete.
A torre da antiga igreja, que se manteve de pé até 2010 em meio aquele ‘marzão’ de água doce, mantém suas bases expostas. Durante anos, foi o maior símbolo da cidade. Atualmente, até o cemitério, que ficava numa parte mais baixa da cidade, reapareceu. As cruzes dos túmulos emergiram mostrando que, ali, a história – com vida e morte - sobrevive.
Do Novo Jornal - Domingo 10/11/2013.
Postado por Ivan Pinheiro Bezerra
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
PAULO VARELA
Durante a XIX Cientec - Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura realizada entre os dias 22, 23, 24 e 25 do mês de outubro de 2013, pela UFRN, na Praça Cívica daquela universidade, deparo-me com o consagrado poeta matuto assuense Paulo Varela, onde ali coordenava o pavilhão Vila da Cultura. Paulo numa demonstração de amor a sua terra mãe - o Assu, contou-me que registrou a sua filhinha recém nascida com o nome de Joana Francisca Assuense Macedo Varela. E para Joana escreveu o bardo Varela, os versos adiante.
Sou uma menina
Serei poetisa
E Bonita demais
Puxei a papai
Eu não aperreio
Tenho um irmão
E que não é feio
E uma mãe que me ama demais.
Fernando Caldas
DO LIVRO 'PÉ DE ESCADA'
MOTE
SEM BEBIDA NÃO HÁ FESTA
GLOSA
Dentro da mata sombria,
A passarada cantava!
O sabiá gorjeava
Uma peça de harmonia.
Toda mata era alegria
Mas, do meio da floresta,
Ouviu-se alguém que protesta.
Voaram todos pra ver,
Era meu louro a dizer:
- Sem bebida não há festa.
Poeta assuense
RENATO CALDAS
Assu/15 de outubro de 1985.
sábado, 9 de novembro de 2013
SOLUÇÃO CONTA GOTA
Por Aluízio Lacerda
Existe hoje nos municípios brasileiros uma crise institucional por
falta de recursos que leva alguns gestores a fazerem o que não desejam.
Quem viu antes prefeitura fazendo greve, protestando, fechando suas
portas como meio de chamar atenção do governo federal e da própria
opinião pública?
Não é brinquedo não, pra um governante que tem o mínimo de responsabilidade, a situação é vexatória, preocupante.
Estamos vendo alguns prefeitos tomando atitudes extremas como
salvamento da situação existente, uns são mais radicais demitindo todos
com uma canetada, pensam apenas em sí, cortam na carne, sem dó, nem
piedade.
Outros agem mais cautelosamente exonerando somente algumas
funções gratificadas, cargos comissionados de menor expressão, evitando
gastos superfluamentes cotidianos.
Neste bojo de providências
alguns são mais prudentes, analisam consequências, retiram da folha
mensal gradativamente uma função ou outra que acha ser possível
dispensar.
Esta solução conta gota é um paliativo temporário,
todavia as sequelas afetam quem dispensa e quem é dispensado, mas, é
preciso saber agir, ter dimensão da gravidade, encarar o problema de
frente com visão saneadora, sem precipitação e sem receio do que está
fazendo, cada um sabe onde seu sapato aperta pra não querer machucar o
calo do outro.
Sabemos que demitir não é bom negócio, pior é permanecer dando o emprego sem ter como efetuar o pagamento de quem trabalha.
A sinuca de bico está posta e se não houver uma urgente reforma
tributária, os municípios brasileiros entrarão todos em colapso social.
Existe hoje nos municípios brasileiros uma crise institucional por
falta de recursos que leva alguns gestores a fazerem o que não desejam.
Quem viu antes prefeitura fazendo greve, protestando, fechando suas
portas como meio de chamar atenção do governo federal e da própria
opinião pública?
Não é brinquedo não, pra um governante que tem o mínimo de responsabilidade, a situação é vexatória, preocupante.
Estamos vendo alguns prefeitos tomando atitudes extremas como
salvamento da situação existente, uns são mais radicais demitindo todos
com uma canetada, pensam apenas em sí, cortam na carne, sem dó, nem
piedade.
Outros agem mais cautelosamente exonerando somente algumas
funções gratificadas, cargos comissionados de menor expressão, evitando
gastos superfluamentes cotidianos.
Neste bojo de providências
alguns são mais prudentes, analisam consequências, retiram da folha
mensal gradativamente uma função ou outra que acha ser possível
dispensar.
Esta solução conta gota é um paliativo temporário,
todavia as sequelas afetam quem dispensa e quem é dispensado, mas, é
preciso saber agir, ter dimensão da gravidade, encarar o problema de
frente com visão saneadora, sem precipitação e sem receio do que está
fazendo, cada um sabe onde seu sapato aperta pra não querer machucar o
calo do outro.
Sabemos que demitir não é bom negócio, pior é permanecer dando o emprego sem ter como efetuar o pagamento de quem trabalha.
A sinuca de bico está posta e se não houver uma urgente reforma
tributária, os municípios brasileiros entrarão todos em colapso social.
Quem viu antes prefeitura fazendo greve, protestando, fechando suas
portas como meio de chamar atenção do governo federal e da própria
opinião pública?
Não é brinquedo não, pra um governante que tem o mínimo de responsabilidade, a situação é vexatória, preocupante.
Estamos vendo alguns prefeitos tomando atitudes extremas como salvamento da situação existente, uns são mais radicais demitindo todos com uma canetada, pensam apenas em sí, cortam na carne, sem dó, nem piedade.
Outros agem mais cautelosamente exonerando somente algumas funções gratificadas, cargos comissionados de menor expressão, evitando gastos superfluamentes cotidianos.
Estamos vendo alguns prefeitos tomando atitudes extremas como salvamento da situação existente, uns são mais radicais demitindo todos com uma canetada, pensam apenas em sí, cortam na carne, sem dó, nem piedade.
Outros agem mais cautelosamente exonerando somente algumas funções gratificadas, cargos comissionados de menor expressão, evitando gastos superfluamentes cotidianos.
Neste bojo de providências
alguns são mais prudentes, analisam consequências, retiram da folha
mensal gradativamente uma função ou outra que acha ser possível
dispensar.
Esta solução conta gota é um paliativo temporário,
todavia as sequelas afetam quem dispensa e quem é dispensado, mas, é
preciso saber agir, ter dimensão da gravidade, encarar o problema de
frente com visão saneadora, sem precipitação e sem receio do que está
fazendo, cada um sabe onde seu sapato aperta pra não querer machucar o
calo do outro.
Sabemos que demitir não é bom negócio, pior é permanecer dando o emprego sem ter como efetuar o pagamento de quem trabalha.
A sinuca de bico está posta e se não houver uma urgente reforma
tributária, os municípios brasileiros entrarão todos em colapso social.
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UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO




