A vida tem muitas perguntas, mas aqui uma única resposta: a vida vivi-se.
Caldas, poeta e pensador potiguar
GILKA MACHADO (1893-1980)
NONA REFLEXÃO Amei o Amor, ansiei o Amor, sonhei-o uma vez, outra vez (sonhos insanos!)... e desespero haja maior não creio que o da esperança dos primeiros anos. Guardo nas mãos, nos lábios, guardo em meio do meu silêncio, aquém de olhos profanos, carícias virgens, para quem não veio e não virá saber dos meus arcanos. Desilusão tristíssima, de cada momento, infausta e imerecida sorte de ansiar o Amor e nunca ser amada! Meu beijo intenso e meu abraço forte, com que pesar penetrareis o Nada, levando tanta vida para a Morte!...
Aᴍᴏʀ Cᴀɴɪɴᴏ
A imagem do cãozinho Orelha, envolto em um pano e cercado por mãos humanas em despedida, não mostra apenas luto. Ela escancara uma verdade dura sobre a nossa sociedade.
Não é só sobre um cachorro. É sobre falha coletiva.
Quando adolescentes chegam ao ponto de cometer violência contra um ser indefeso, não estamos diante de um “caso isolado”. Estamos vendo o reflexo de uma educação que falha, de valores que não estão sendo formados e de uma sociedade que muitas vezes prefere ignorar sinais graves.
A crueldade contra animais não surge do nada. Ela é um alerta. Um sinal de desumanização precoce, de empatia enfraquecida e de uma violência que vai sendo normalizada aos poucos. E o que assusta ainda mais é o silêncio, a omissão e as tentativas de minimizar o que aconteceu — isso só fortalece a sensação de impunidade.
Orelha não é “apenas um cão”.
Ele se tornou símbolo de algo maior: um sistema que precisa proteger melhor, educar melhor e responsabilizar dentro da lei.
Pedir justiça por Orelha não é exagero. É defender uma sociedade que valoriza a vida, que não aceita a barbárie como normal e que entende uma coisa simples e séria: quem aprende a ferir um ser indefeso pode, no futuro, banalizar qualquer dor.
#JustiçaPorOrelha
Palmério Filho [1874-1958] descendia das famílias Caldas e Soares de Amorim, do Assu. Vocacionado para o jornalismo fundou em 1897, o.jornal A Semana. Pouco tempos depois o periódico A Cidade, em 1901, que circulou durante pouco mais de vinte anos noticiando a literatura e o cotidiano. Cujos jornais eram impressos na tipografia de sua propriedade. Palmério dava-se também o gosto de versejar que começou ainda na sua adolescência. Brilhante orador. Como poeta escreveu sonetos de boa qualidade. Já foi nome de parque infantil e biblioteca. Lembramos mais de Palmério Filho. faleceu aos 84 anos sem nunca ter saído do Assu, sua terra Natal. Vejamos um dos sonetos de sua autoria:
5 chás para quem tem níveis elevados de açúcar no sangue
História de Adriana Douglas • 2 d •
Essas bebidas naturais podem ajudar no controle da glicemia, especialmente se estiverem associados a um estilo de vida saudável e equilibrado
A rotina corrida, o estresse constante, pouca atividade física e escolhas alimentares nem sempre saudáveis podem bagunçar o controle do açúcar no sangue sem dar muitos sinais. O problema é que esse desequilíbrio no organismo pode favorecer o surgimento de complicações a médio e longo prazo, como sensação de cansaço frequente, diabetes, doenças cardíacas, disfunções intestinais e muitas outras.
A boa notícia é que pequenas mudanças no dia a dia ajudam a evitar esse cenário e o chá pode ser um ótimo aliado da nossa saúde. Algumas infusões são conhecidas por colaborar com a regulação da glicose quando fazem parte de um estilo de vida mais saudável. Elas não substituem o acompanhamento médico, nem o tratamento indicado por profissionais de saúde, mas podem ser ótimos complementos de uma vida mais equilibrada.
A seguir, vamos ver quais são os melhores chás para quem precisa controlar os níveis de açúcar no sangue diariamente:
Chás que ajudam a controlar a glicose no sangue
Chá verde
Muito popular, o chá verde costuma ser associado a vários benefícios para a saúde, inclusive ao controle do açúcar no sangue. Estudos indicam que ele pode contribuir para a redução da glicemia em jejum e melhorar a sensibilidade à insulina. Um dos motivos está na presença dos polifenóis, compostos naturais que ajudam a equilibrar a microbiota intestinal. Um intestino em melhor funcionamento tende a responder melhor à insulina, favorecendo o controle da glicose ao longo do tempo.
Vídeo relacionado: 6 Alimentos Que Ajudam A Controlar A Glicose No Sangue (unbranded - Lifestyle (Brazilian Portuguese))
Chá preto
Apesar do sabor mais intenso, o chá preto vem da mesma planta do chá verde: a Camellia sinensis. Por isso, compartilha algumas vantagens importantes. Pesquisas apontam que o chá preto pode auxiliar o metabolismo da glicose e melhorar a ação da insulina no organismo. Seus compostos antioxidantes ajudam a desacelerar a digestão e a absorção dos açúcares dos alimentos, o que pode evitar picos glicêmicos. De quebra, ainda dá aquela animada no meio da tarde.
Chá de gengibre
Conhecido por aliviar enjoos e desconfortos digestivos, o chá de gengibre também pode colaborar com o equilíbrio do açúcar no sangue. Ele é rico em antioxidantes e compostos com ação anti-inflamatória, o que é algo importante, já que inflamações frequentes costumam andar junto com a glicemia elevada. Além disso, o gengibre pode ajudar a reduzir a absorção de carboidratos, contribuir para o metabolismo da glicose e proteger as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.
Chá de canela
A canela vai muito além de dar sabor a doces e bebidas. Estudos sugerem que ela pode melhorar a função da insulina e manter níveis mais estáveis de açúcar no sangue. Naturalmente aromático e levemente adocicado, o chá de canela é uma boa opção para quem quer controlar a glicemia. Assim como o gengibre, a especiaria é rica em antioxidantes e pode ajudar a combater inflamações crônicas, que dificultam o controle glicêmico.
Chá de cúrcuma (açafrão-da-terra)
A cúrcuma é mais um alimento famoso por seus benefícios à saúde e o controle da glicose é um deles. O destaque fica por conta da curcumina, seu principal composto ativo, conhecido pela potente ação antioxidante e anti-inflamatória. Como inflamação e açúcar alto no sangue costumam estar ligados, o chá de cúrcuma pode ser um bom complemento para quem busca mais equilíbrio, além de também auxiliar no controle do peso.
Dicas importantes para aproveitar melhor os chás
É muito importante ter em mente que esses chás podem ajudar no controle da glicemia, mas não fazem milagres. Eles funcionam melhor quando fazem parte de uma rotina com alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento profissional. Além disso, aqui vão outros cuidados que você deve ter ao consumir essas bebidas para aproveitar seus benefícios ao máximo:
Evite adicionar açúcar ou adoçantes: prefira o sabor natural ou use especiarias para saborizá-los, como canela, gengibre ou baunilha.
Atenção à cafeína: chás como o verde e o preto contêm altas doses de cafeína e podem não ser adequados para todos.
Escolha chás de ervas com cuidado: nem todos são indicados para quem tem diabetes ou alterações glicêmicas, então, antes de consumir qualquer um, consulte um médico.
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Redação Tribuna do Norte
21 de maio de 2022 às 00h00
O movimento modernista também inovou no campo da palavra, e sua influência se faz sentir até hoje na literatura brasileira. O professor, músico e escritor Alexandre Alves resgata a versão potiguar dessa história com o livro “Poesia moderna no RN: primeiro tempo 1925-1930” (Ed. Queima-Bucha), que será lançado neste sábado (21), a partir das 11h, no Seburubu, Cidade Alta. Nos 100 anos do Modernismo no Brasil, a obra aborda os únicos seis nomes até agora descobertos e ligados à poesia moderna no RN na década de 1920, período inicial do Modernismo nacional.
O professor, músico e escritor Alexandre Alves resgata a versão potiguar do Modernismo com o livro Poesia moderna no RN: primeiro tempo 1925-1930
“A liberdade de expressão na literatura brasileira de hoje nasceu com os modernos, e isso inclui os potiguares. Mas poucos potiguares ousaram escrever poesia moderna na década de 1920. Acho que a capital ainda não estava preparada para tanta audácia poética”, afirma Alexandre à TRIBUNA DO NORTE. A obra é uma continuação do doutorado da UFRN realizado por ele entre 2010 e 2013. O escritor também é professor do curso de Letras da UERN, campus Mossoró.
A pesquisa de Alexandre trouxe à tona os poucos potiguares que ousaram aderir à estética modernista no começo do século XX, entre personagens conhecidas e (até então) anônimas. Há nomes já importantes, como as figuras dos natalenses Jorge Fernandes e Palmyra Wanderley entre os pioneiros do Modernismo nas terras potiguares. Também estão presentes os nomes de Câmara Cascudo e Othoniel Menezes entre os pioneiros do Modernismo potiguar.
Obra aborda os únicos seis nomes ligados à poesia moderna no RN
Segundo o autor, o achado do livro é a poesia moderna do assuense Francisco Amorim. “Ele escreveu e leu em um sarau em 1929 e só foi lançar em livro numa hoje edição rara de 1984”, conta Alexandre. Também vem de Assu outro nome pouco conhecido, o poeta João Lins Caldas. Agora eles já estão devidamente registrados como nomes referenciais da lírica moderna pioneira no estado.
A “audácia poética” do modernismo, Alexandre ressalta, só veio se estabelecer com força no RN quase 30 anos depois de ter nascido. “Tanto é que, em quantidade, a poesia moderna só vem a ganhar espaço maior por aqui na década de 1950, com a geração de Zila Mamede, Luiz Rabelo, Sanderson Negreiros e Newton Navarro, entre outros”, diz.
Os poucos adeptos iniciais, no entanto, tornam ainda mais precioso seu pioneirismo no estado. Alexandre ressalta que nos anos 20 houve até mais poetas modernistas no RN do que na Paraíba, por exemplo. O único nome paraibano que se destacou no período foi o poeta negro Peryllo D’Oliveira. “A poesia moderna, seja ela potiguar ou não, é pai e mãe da poesia contemporânea”, enfatiza.
Alexandre Alves já publicou 15 livros na área de literatura. “Há trechos dos meus livros já publicados em ‘Poesia submersa poetas e poemas no RN’, e outros trechos inéditos”, diz. O “Poesia moderna no RN” estará à venda por R$ 50, e aqueles que adquirirem a obra no dia do lançamento, levarão de brinde um cartão postal com fotos dos seis autores do primeiro tempo da poesia moderna norte-rio-grandense.
Serviço:
Livro “Poesia moderna no RN: primeiro tempo 1925-1930” (Ed. Queima-Bucha), de Alexandre Alves. Lançamento sábado (21), às 11h, no Seburubu, Avenida Deodoro da

"Você já ficou parado diante de uma pilha de melancias, batucando a casca e tentando adivinhar qual delas está realmente doce por dentro? Para acabar com essa dúvida comum, o site All Recipes foi direto à fonte e conversou com quem realmente entende do assunto: três especialistas que cultivam ou inspecionam melancias diariamente. O fazendeiro regenerativo Lee Jones, a inspetora de campo Dana Peters e o agricultor Jerrold Watson, compartilharam seus segredos e, surpreendentemente, todos concordaram sobre o que realmente importa na hora de escolher a melancia perfeita. Venha conferir!
O jeito mais fácil de escolher a melancia mais doce
Os entrevistados responderam que o ponto de maior atenção na hora da escolha da melancia é estar atento para as manchas na casca. A cor da casca é um dos melhores indicativos de uma melancia madura e doce. Prefira as melancias com um tom verde fosco e uniforme, evitando aquelas muito brilhantes, que geralmente ainda estão verdes por dentro.
Outro detalhe importante é a mancha amarelada que a fruta apresenta em um dos lados, conhecida como "mancha de campo". Quanto mais amarela (quase dourada) essa mancha for, maior a chance de a melancia estar madura, pois indica que ela ficou mais tempo amadurecendo no solo. Já manchas esbranquiçadas ou esverdeadas sugerem colheita precoce. A uniformidade da casca, sem cortes ou machucados, também é sinal de uma boa fruta.
Outros pontos importantes na escolha da melancia
Na hora de escolher a melancia certa outros sinais podem ajudar! Primeiro, observe o peso: as melhores melancias costumam parecer pesadas em relação ao seu tamanho. Isso é um bom indício de que estão bem suculentas e com muita água.
Outro truque clássico é dar leves batidinhas na casca: se o som for profundo e oco, é um ótimo sinal. Além disso, o caule também revela segredos: quando está seco e marrom, indica que a melancia amadureceu completamente no pé, o que geralmente resulta em um sabor mais doce."
(Desconheço o autor)
JOÃO MACHADO, UMA LEMBRANÇA
João Machado era irmão de minha avó materna Maria Celeste Tavares (solteira usava o sobrenome Machado) casada que fora com Fernando Tavares (Vemvém). Conta-se que Machado esnobava pelas ruas da cidade de Assu, com seu cavalo marchador e bom de vaquejada também, sempre de roupa de linho branco e bota de cano longo.
Uma foto digna de publicação importante tirada junto a um pé de carnaubeira ainda hoje existente na Praça Francisco Amorim, mais conhecida como Praça da Carnaubinha, na rua 24 de junho.
João Machado foi pecuarista e gerenciava a famosa Fazenda Tanques, do pecuarista seu cunhado por apelido Vemvèm, localizada nos sertões do Assu.
A foto colorizada é data de 1950, enviada a esta página por Carlos Machado.
Fernando Caldas
UM CONTO DE JOÃO LNS CALDA NA REVISTA SOUZA CRUZ, DO RIO DE JANEIRO