A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA
Você vai ao bar e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja, terceira , e assim por diante.
O teu estomago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo "Caracas véio... o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!"
Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de liquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que "é líquido".
Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: "Caracas, o cara tá maluco!!!"
E manda a seguinte mensagem para os Rins "Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora" e o RIM começa a fazer até hora-extra e filtra muito sangue e enche rápido.
Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.
O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estomago manda outra mensagem pro CÉREBRO "Cara, ele não pára, socorro!!!" e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM "Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!"
O RIM filtra feito um louco, só que agora, o que ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mas o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais "bunitim".
Chega uma hora que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia... dorme... capota...
Ele faz isso porque pensa "Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele"
Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue "Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora".
O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa "ordem" e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca.
Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d'água, porque na medida que você mija, já repõe a água.
Texto retirado de "O bar do Zé".
Sabia que...
... tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?
2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Por favor, passe esta mensagem para as pessoas que estima...
DR. CELIO DE MORAES MARQUES
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA - DICA MUITO IMPORTANTE !
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Projeto Pé na Trilha completa a 20ª edição
O projeto Pé na Trilha é uma atividade de Extensão do Departamento de Geografia da UFRN criado em 1991, com o objetivo de possibilitar o conhecimento da realidade sócio-espacial do Rio Grande do Norte, por parte dos seus alunos de graduação. O projeto é feito através de caminhadas em trechos específicos do estado, como o litoral, as serras e os vales de rios, permitindo a aplicação prática de parte dos conteúdos geográficos estudados em sala de aula, junto às comunidades visitadas.
Esta semana, na próxima quarta-feira (19), será concluída a 20ª edição do Pé na Trilha. A chegada do grupo na praia e Pirangi, próximo ao Cajueiro, está prevista para às 12 horas. Esta edição foi diferente das demais, pois foi realizada em quatro etapas, contemplando as quatro áreas visitadas nos primeiros quatro anos de projeto, de 1991 a 1994. O objetivo disto é comemorar os 20 anos de existência do projeto. As etapas ocorreram em setembro (Tibau – Macau); novembro (Galinhos – Touros); dezembro (Touros – Redinha) e janeiro (Baía Formosa – Pirangi), percorrendo mais de 300 km de litoral potiguar.
O 20º Pé na Trilha contou com o total de 72 pessoas e teve como foco uma revisão dos aspectos ambientais, econômicos e sociais das atividades ligadas ao turismo do Rio Grande do Norte.
Este trabalho de extensão acadêmica permite que seja feito um comparativo destes aspectos do turismo, de como ele tem se desenvolvido e o que tem causado nas regiões decorridos 20 anos da primeira edição do projeto. Desde àquela época parte da população já estava vendendo suas casas e mudando-se para terrenos menos valorizados e mais afastados da praia. Em Pirambúzios já despontavam diversas casas de veraneio e uma presença insipiente dos primeiros hotéis e pousadas. Em alguns destes empreendimentos, os geógrafos trilheiros já se deparavam com problemas ambientais visíveis, como a ocupação desordenada das dunas, esgotos a céu aberto, deposição irregular de lixo, e outros.
Era fácil perceber que as perspectivas econômicas dessa nova atividade eram boas, pois em Tabatinga, Barreta e em praias mais ao sul surgiam de forma intensa loteamentos e outros empreendimentos imobiliários. A criação de camarão em cativeiro dava seus primeiros passos nas proximidades da Barra do Cunhaú. Mesmo assim, ainda se via muitos trechos de praias nativas com dunas bem preservadas ou pouco visitadas.
Este ano, o professor Edilson Alves de Carvalho, coordenador do projeto, convidou uma aluna de jornalismo para fazer um fotodocumentário do projeto. O aluno Alexandro Patrício, do curso de Geografia, ficou responsável pelas filmagens das caminhadas. Juntos, eles irão desenvolver um videodocumentário do 20º Pé na Trilha.
Histórico
O projeto Pé na Trilha nasceu em 1990, quando alunos do curso de Geografia participaram do Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Nordeste (EREGENE) em Teresina/PI. Eles conversaram com estudantes de Geografia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que reportaram a realização de caminhadas feitas na "Mata do Buraquinho" e posteriormente pelo litoral norte paraibano. A conversa motivou os alunos José Américo e Bernardete Queiroga, ao retornarem a Natal, a procurar o professor Edilson Alves de Carvalho para lançar a proposta de realizar uma cainhada pelo litoral do Rio Grande do Norte.
Eles discutiram a proposta, se organizaram e decidiram realizar o primeiro Pé na Trilha. Nos dois meses que se seguiram foi feito o planejamento e posta em prática todas as ações necessárias para a realização do projeto. Como não havia tempo para solicitação de ajuda financeira da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), os responsáveis pelo evento foram em busca de ajuda para obter os recursos necessários para a viagem.
Contando com a solidariedade de todos, conseguiram a casa do professor José Carlos Borges para ficar em Barreta e da aluna, na época, Valdira, em Tibau do Sul. No terceiro dia chegaram a Baía Formosa, ponto de chegada da aventura.
A primeira edição do Projeto Pé na Trilha ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de janeiro de 1991. A caminhada foi feita de Pirangi para Baía Formosa. Decorridos os meses de novembro e dezembro, tempo de preparação do projeto, o grupo iniciou esta jornada que completa 20 anos em 2011.
Serviço
Pé na Trilha
Local: Pirangi (próximo ao Cajueiro)
Data: 19 de janeiro
Horário previsto: 12h
Mais informações:
Émille Araújo – 9904-5362
AGÊNCIA ECO DE NOTÍCIAS
Leonardo Sodré João Maria Medeiros
Editor Geral Diretor de Redação
9986-2453 9144-6632
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
EM NOME DO PAI...
Nélson Patriota (*) como todo mundo e Seu Raimundo aqui na terra de Poti mais bela sabem - é candidato, quase eleito, já, já, à Academia de Letras (na vaga de um parente, como sói, há décadas).
Na sua caminhada rumo ao fossilizado sodalício da Rua Mipibu, entrevistado por um blogueiro/fotógrafo conterrâneo (em ritmo de tango e rock, me pareceu!), ao deitar falação sobre o poeta e jornalista Othoniel Menezes, meu Pai - apesar das extensas, universais e variadíssimas leituras, além das traduções (Skakespeare, Goethe, Tennyson, Auden, Frost, Borges) que registra e ostenta no currículo - demonstrou, Nélson, absoluta desinformação em relação à obra do Principe Plebeu na nossa hoje combalida, bem se vê literatura potiguar.
Descobriu, o futuro par do silogeu jerimunlandense, in verbis:
Da mesma forma, o conto potiguar vem ganhando autonomia crescente desde Antônio de Sousa Otoniel Menezes, Myriam Coeli e Eulício Lacerda a Nilson Patriota, Tarcísio Gurgel e Bartolomeu Correia de Melo.; e
Lembremos que faltou à glória da Academia Francesa o nome de Molière; à brasileira, o grande poeta Mario Quintana e à norte-rio-grandense o grande vate Otoniel Menezes.
Isto posto, à guisa de auxílio à campanha do escritor rumo à Imortalidade, na qualidade de herdeiro do Poeta (embora já se tenha dito, por aí, anonimamente, que sou a pior obra do bardo, quá, quá, quá!) , dando muita fé, declaro, para maior tenência, que Othoniel NUNCA escreveu um CONTO sequer na sua atribulada existência.
A pedido de intelectuais pernambucanos, no final de 1929 quando morava na cidade de Pesqueira -, esboçou um romance: Janina, a princesinha caeté. A trama do livro era centrada numa aldeia indígena existente nas proximidades do Município de Cimbres-PE. Numa viagem de trem, retornando a Natal logo depois da revolução de 1930, perdeu o romance, escrito em 150 folhas de papel almaço.
Sobre a participação (ou não!) de Othoniel na Academia de Letras do RN, basta-me transcrever, abaixo, o que registrou o competente biógrafo Cláudio Galvão, às fls. 223/226 do seu Príncipe Plebeu uma biografia do poeta Othoniel Menezes (FAPERN, 2010):
As relações de Othoniel Menezes com a Academia Norte-Rio-grandense de Letras nunca foram cordiais. Em nem poderiam sê-lo. Preso por conta da sua participação no movimento de 1935, viu-se alijado do movimento de fundação em 1936 e da formação do primeiro quadro de sócios.
Jamais se candidatou a nenhuma vaga que ocorresse, mantendo-se em comedida distância da instituição que reunia tantos dos seus amigos.
Com o falecimento em 1957 de um desses seus amigos, o poeta Bezerra Júnior[1], que seu nome foi comentado para sucedê-lo. O poeta, entretanto, não mostrava o menor interesse em se candidatar e preencher os requisitos necessários. Então, vários acadêmicos resolveram inscrevê-lo eles próprios, na esperança de ter Othoniel entre seus pares.
Veríssimo de Melo adianta-se em comentar o assunto e publica a crônica Othoniel candidato único, em A República:
Esta era a notícia que circulava ontem à tarde nos círculos intelectuais da cidade: Othoniel Menezes é o candidato único!
Não se trata de uma candidatura política, que Titó (Othoniel, na intimidade), nunca teve embocadura para essas violências. Mas, uma candidatura literária.
O príncipe dos nossos poetas, autor de tantos livros encantadores, o poeta da Praieira, a canção que vive na boca de todos os natalenses, candidatou-se afinal à Academia Norte-Riograndense de Letras.
...............
Mas, a verdade deve ser dita se Othoniel Menezes já não é imortal há muitos anos é porque ele próprio não o quis. São coisas do seu temperamento, que sendo poeta, está plenamente justificado. E principalmente quando se é poeta como ele, espontâneo, lírico, universal.
..............
Saudemos, pois, o poeta Othoniel Menezes, não por ser apenas um candidato único à vaga deixada pelo saudoso poeta Bezerra Junior, mas pela sua decisão, há tanto esperada pela cidade, de honrar com sua presença a nossa Academia Norte-Riograndense de Letras.
Em reunião realizada a 27 de abril já tramitava o processo de inscrição de Othoniel Menezes como candidato à cadeira 26, que tem como patrono o poeta Antônio Glicério (1881-1921). O presidente Manoel Rodrigues de Melo passou o processo ao acadêmico Américo de Oliveira Costa, membro da Comissão de Sindicância, para dar parecer.[2]
Cerca de uma semana após, já novamente se reunia a Academia para voltar a tratar do assunto. Em sessão do dia 1º de maio, o acadêmico Rômulo Wanderley leu parecer da comissão de sindicância, indicando que processo estava conforme o regimento. Othoniel era o único inscrito e foi eleito à unanimidade. Estiveram presentes os acadêmicos Manoel Rodrigues de Melo, Francisco Ivo Cavalcanti, Carolina Wanderley, Virgílio Trindade, Antônio Fagundes, Esmeraldo Siqueira, Raimundo Nonato, Américo de Oliveira Costa, Hélio Galvão, Bruno Pereira, Rômulo Wanderley, Veríssimo de Melo, Aderbal de França, Otto de Brito Guerra, Palmira Wanderley e Paulo Pinheiro de Viveiros. Com mais duas cartas com votos de Onofre Lopes e Eloi de Souza, o poeta foi eleito por 18 votos. O plenário aprovava, assim, a sua entrada na Academia, sem seguir os caminhos que todos haviam percorrido, que vinculavam a inscrição pessoal e campanha para a obtenção de votos, feita através de cartas e apelos a acadêmicos e recorrendo a padrinhos influentes.
Veríssimo de Melo propôs a formação de uma comissão para comunicar ao poeta a sua eleição. O presidente Manoel Rodrigues de Melo nomeou os acadêmicos Veríssimo de Melo, Rômulo Wanderley, Esmeraldo Siqueira e Hélio Galvão.
Não há mais referência ao assunto nas atas seguintes.
Não se sabe como Othoniel recebeu a notícia. Por seu estado depressivo e pelas velhas mágoas acumuladas não deve ter-se entusiasmado com a distinção.
Nunca tomou posse da honraria e nunca esqueceu a sua não inclusão na instituição em tempos anteriores e mais oportunos. Vivendo mais no lado imaterial da vida, gozava dos que se orgulhavam de ser imortais. Sua veia crítica e observação ferina ousaram pintar uma genial caricatura de um vaidoso acadêmico, vendo-o na empáfia de um peru:
OS PERUS
Orgulhoso, rondando no terreiro,
o peru, pedagogo cem por cento,
com o papo inflado, a arrebentar de vento,
arrota redundância, o dia inteiro.
Risquem-lhe em torno um círculo: o portento
não avança; não sai do picadeiro.
Fica ali, a dançar, pobre ponteiro,
na estática animal do Pensamento.
Somente no cacófato, completo
seu tipo, o sapientíssimo sandeu:
fabrica gás do milho do alfabeto...
Não se acuse a justiça, de bufona:
fuão peru é par do Silogeu,
fazendo rodas... em cima da poltrona!
(*) "Nélson Patriota é jornalista de formação. Publicou, entre outros, A Estrela Conta (Natal: A.S. Livros, 2003), Antologia Poética de Tradutores Norte-rio-grandenses (Natal: Editora da UFRN, 2008) e Colóquio com um leitor Kafkiano (contos Natal: Jovens Escribas, 2009). Tem inédito o romance Um Homem chamado Silêncio. Traduziu: Como Melhorar a Escravidão, de Henry Koster (Natal: Editora da UFRN, 2003), e A Literatura de Cordel no Nordeste do Brasil, de Julie Cavignac (Natal: Editora da UFRN, 2006). Organizou os seguintes livros: Poemas Reunidos de Luís Patriota (Natal: edição do autor, 2001), Vozes do Nordeste (com o professor Pedro Vicente Costa Sobrinho Natal: Editora da UFRN, 2001), Bosco Lopes: Corpo de Pedra Dispersos & Breve Fortuna Crítica (Natal: Editora da UFRN, 2007), e Artigos e Crônicas de Edgar Barbosa (Editora da UFRN, Natal: 2010). É co-autor dos seguintes livros: 400 Nomes de Natal (Natal: Prefeitura de Natal, 2000), Dicionário Crítico Câmara Cascudo (Rio de Janeiro; Natal: Perspectiva; EDUFRN, 2003) e Clarões da Tela (Natal: Editora da UFRN, 2005). Como jornalista, dirigiu cadernos de cultura nos jornais A República, Tribuna do Norte, Diário de Natal, Revista RN Econômico, entre outros. No Período de 1996 a 2001 dirigiu o jornal cultural O Galo, da Fundação José Augusto. Atualmente é responsável pelos programas especiais da Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, é colunista do site www.substantivoplural.com.br. É membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, e editor da sua Revista. Diretor de Divulgação da União Brasileira de Escritores do Rio Grande do Norte UBERN" (Fonte: http://www.ubern.org.br/?page_id=638)
Laélio Ferreira
sábado, 15 de janeiro de 2011
Dr. Joanilson Rêgo poderá disputar a Câmara Municipal de Natal em 2012
Ex-Presidente da OAB/RN e ex-candidato ao Senado Federal no pleito de 2010 quando obteve mais de sessenta mil votos, Dr. Joanilson de Paula Rêgo (PSDC) poderá disputar a Câmara Municipal de Natal em 2012.
Amigos, familiares e correligionários de Dr. Joanilson Rêgo (PSDC) têm como certo o êxito na empreitada junto a Câmara Municipal da capital. Em 2008 o presidente estadual do PSDC foi candidato a Prefeito de Natal, não logrando êxito, mas obtendo uma substancial margem de votos.
Os amigos mais próximos estão incentivando-o a lançar-se candidato ao legislativo da capital e começar a abrir dialogo com forças políticas na busca de uma coligação independente, porém forte.
Amigos, familiares e correligionários de Dr. Joanilson Rêgo (PSDC) têm como certo o êxito na empreitada junto a Câmara Municipal da capital. Em 2008 o presidente estadual do PSDC foi candidato a Prefeito de Natal, não logrando êxito, mas obtendo uma substancial margem de votos.
Os amigos mais próximos estão incentivando-o a lançar-se candidato ao legislativo da capital e começar a abrir dialogo com forças políticas na busca de uma coligação independente, porém forte.
Escrito por juscelinofranca
Missa de 7º Dia
Os familiares de Rivadávia Alves Cabral convidam os demais parentes e amigos para participarem da "Missa de 7º Dia" que mandarão celebrar em sufrágio da sua alma. O evento religioso acontecerá amanhã (16), ás 19.30 horas na Igreja Matriz de Carnaubais/RN. A informação foi repassada ao blog pelos os filhos: Rivanaldo e Rivanilson.
Escrito por aluiziolacerda
Delícias do vale e de memórias afetivas
Longe das capitais, mas não da memória afetiva – e gastronômica. As pequenas guloseimas, os ingredientes que faziam a boa mesa nos tempos em que a indústria ainda não havia padronizado tudo, estão restritos ao interior. Se fica difícil ir pra lá, o jeito é trazer o que há de bom pra cá. Foi o que fez a Delícias do Assu e do Vale, instalada desde outubro no Potengi Flat, em Petrópolis. A pequena loja reúne gostosuras raras, de apuro artesanal, que não se acham mais por aí.
Todos os produtos da loja são fornecidos por comerciantes, produtores, padeiros e doceiras do Assu e redondezas; ou seja, têm o sabor autêntico da produção regional. O proprietário Francisco Pinheiro, assuense da gema, de tanto ter que viajar para comprar as iguarias que tanto gostava, trouxe tudo para Natal. “Para minha surpresa, a resposta do público superou as expectativas. Nossa clientela tem natalenses, turistas brasileiros e estrangeiros, não só gente com o pé no interior”, explica. Ele comanda a loja ao lado da filha Luciana Pinheiro.
Entende-se a empatia que os produtos regionais têm sobre o paladar dos iniciados e iniciantes. Guloseimas como o biscoito ‘Flor de Assu’ são peças raras, uma receita criada em 1920, à base de cravo e erva-doce, para agradar a uma mulher grávida; os alfenins, extintos nas feiras natalenses, feitos sob encomenda pela doceira Regina Sena; a banana passa de Ipanguaçu, a melhor produzida no estado; o feijão verde de Assu, cujos grãos são maiores que os outros; a castanha de caju do assentamento Novo Pingos; a cachaça assuense Imperial do Vale, entre outros.
A lista de iguarias sertanejas segue com tarecos, biscoitos de batata, salgados de queijo, casadinhos, pão Recife (original), bolachas diversas, rapadura e açúcar mascavo da Serra de Luís Gomes, doces de mamão, leite, goiaba e caju, e queijos de manteiga, coalho, e coalho com orégano. Há ainda as delícias naturais, como os ovos de legítima galinha caipira; filés de tucunaré, tilápia e traíra, além da ova de peixe; aves como galinha caipira, guiné e pato, e a autêntica buchada. Tudo guarda o sabor original do interior.
Artesanato é presença
Além dos produtos comestíveis, a Delícias do Assu também traz artesanato da terrinha, como peças de porcelana pintadas a mão, caixas, baús e cestas feitas de palha de carnaúba, bananeira e milho. “O produto artesanal tem detalhes que a indústria não pode reproduzir, parece que é feito com mais carinho”, define Francisco. Que degusta, concorda.
Serviço:
Delícias do Assu e do Vale. Rua Potengi, 521, Potengi Flat, Petrópolis. Tel.: 3086-2726.
[Texto do jornal Tribuna do Norte]
Todos os produtos da loja são fornecidos por comerciantes, produtores, padeiros e doceiras do Assu e redondezas; ou seja, têm o sabor autêntico da produção regional. O proprietário Francisco Pinheiro, assuense da gema, de tanto ter que viajar para comprar as iguarias que tanto gostava, trouxe tudo para Natal. “Para minha surpresa, a resposta do público superou as expectativas. Nossa clientela tem natalenses, turistas brasileiros e estrangeiros, não só gente com o pé no interior”, explica. Ele comanda a loja ao lado da filha Luciana Pinheiro.
Entende-se a empatia que os produtos regionais têm sobre o paladar dos iniciados e iniciantes. Guloseimas como o biscoito ‘Flor de Assu’ são peças raras, uma receita criada em 1920, à base de cravo e erva-doce, para agradar a uma mulher grávida; os alfenins, extintos nas feiras natalenses, feitos sob encomenda pela doceira Regina Sena; a banana passa de Ipanguaçu, a melhor produzida no estado; o feijão verde de Assu, cujos grãos são maiores que os outros; a castanha de caju do assentamento Novo Pingos; a cachaça assuense Imperial do Vale, entre outros.
A lista de iguarias sertanejas segue com tarecos, biscoitos de batata, salgados de queijo, casadinhos, pão Recife (original), bolachas diversas, rapadura e açúcar mascavo da Serra de Luís Gomes, doces de mamão, leite, goiaba e caju, e queijos de manteiga, coalho, e coalho com orégano. Há ainda as delícias naturais, como os ovos de legítima galinha caipira; filés de tucunaré, tilápia e traíra, além da ova de peixe; aves como galinha caipira, guiné e pato, e a autêntica buchada. Tudo guarda o sabor original do interior.
Artesanato é presença
Além dos produtos comestíveis, a Delícias do Assu também traz artesanato da terrinha, como peças de porcelana pintadas a mão, caixas, baús e cestas feitas de palha de carnaúba, bananeira e milho. “O produto artesanal tem detalhes que a indústria não pode reproduzir, parece que é feito com mais carinho”, define Francisco. Que degusta, concorda.
Serviço:
Delícias do Assu e do Vale. Rua Potengi, 521, Potengi Flat, Petrópolis. Tel.: 3086-2726.
[Texto do jornal Tribuna do Norte]
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
FOTO OFICIAL DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF
A foto oficial da presidente Dilma Rousseff foi apresentada nesta sexta-feira (14) no Palácio Planalto.
A imagem foi feita pelo fotógrafo oficial da Presidência, Roberto Stuckert Filho, que passou cerca de uma semana estudando a luz e o cenário ideais.
A foto será distribuida para afixação nos demais estados da confederação, essencialmente nas repartições oficiais.
Escrito por aluiziolacerda
Um amor de faz-de-conta
Leonardo Sodré*
Acho que tenho assistido muitos filmes antigos ultimamente. Os diretores dos anos 1950 eram pródigos em fazer bons filmes românticos e os finais sempre valorizavam o bem; recheados de felicidade, principalmente nas fitas produzidas nos Estados Unidos. Acho que na infância e adolescência aprendi o que era paixão no cinema. E, mesmo agora, continuo a entender as paixões por essa ótica. Pela visão do bem.
Não quero acreditar em relações tumultuadas apesar de já tê-las vivido algumas vezes pelo impulso da paixão. Ah! A danada da paixão que se apossa da lógica e de todos os paradigmas que você cria. Que lhe domina e o deixa a mercê do ridículo, como se você não fosse mais você e que o seu pensamento já não lhe pertencesse mais. Acho que Nelson Rodrigues combatia interiormente esse tipo de coisa quando escrevia sob o heterônimo de Susana Flag o folhetim “Nasci para Pecar”, na década de 1940.
O autor da peça “Vestido de Noiva” minimizava as paixões banalizando as agruras das paixões e das traições pelo relato violento, sempre com um final infeliz. Ia de encontro à felicidade escancarada dos filmes românticos que chegavam ao Brasil vindo da Europa e dos Estados Unidos e mesmo assim fazia um grande sucesso. Nelson Rodrigues terminou por profetizar muitas das relações de hoje em dia, marcadas pelo ciúme, traições que, ao invés de utilizarem o mote da confiança, se baseiam na desconfiança.
Antigamente as pessoas flertavam, namoravam, noivavam e depois casavam. Hoje a coisa mudou. Agora existem as ficadas, as amizades coloridas, as relações abertas e até um tal de “namorido” ou “namorida”, nome ridículo que sugere uma relação de namoro onde os casais sentem-se casados tipo “mais ou menos”. Enfim, chegamos ao ápice: O amor de faz-de-conta.
*Jornalista e escritor
Janeiro de 2011
BRASIL
*Por João Lins caldas
O poeta entra a permanência azul dos aromas suaves e dos brilhos recatados.
A imagem emocional dos lírios lúcidos e dos delírios infatigáveis.
Andam luz nos seus olhos e ardentias nos lábios.
Beijado o sol pelo fruto e sossegadas as árvores,
Ladeados rios e a possível lembrança de naus alvoroçadas,
Um Portugal de caravelas e um Cabral a descobrimento de belas terras cobiçadas.
Eia! que aqui se olha o Cruzeiro do sul
E o poeta é chegado.
*Poeta potiguar do Açu
No Guizado da galinha à cabidela!
Galinha caipira à cabidela – ou molho pardo – é mais um ingrediente da vasta cozinha regional quase desaparecido das grandes mesas. Por ser um produto diferenciado, ligado a uma criação específica do interior e a receitas seculares, acabou por se recolher a determinados lugares. Os restaurantes que ainda trabalham com a iguaria atestam a raridade da matéria-prima e a clientela diferenciada.
O restaurante regional Âncora Caipira tem a galinha do interior desde sempre no cardápio. Os proprietários Augusto e Isabel Azevedo têm fornecedores de São José do Seridó, e fazem questão de ter o galináceo legítimo. “Está cada vez mais difícil ter galinha caipira de verdade. Hoje se usa ração, chocadeira...os criadores querem rapidez, e mudam todo o processo”, explicam. A galinha caipira original tem sabor mais acentuado, carne firme e cor mais intensa. Seu porte é de pequeno a médio, cruzamento livre de várias raças.
A galinha caipira no Âncora pode sair com ou sem o molho pardo, é opcional e não é cobrado à parte. Acompanha feijão verde, arroz e pirão de galinha (feitos na graxa da própria), maxixada e farofa. Serve bem até três pessoas. Preço: R$56,70. Segundo Isabel Azevedo, a maior parte da clientela prefere a galinha torrada, sem a cabidela. “O cliente mais jovem prefere assim. É um sinal de que gostos antigos vão se perdendo com o tempo”, atesta.
O Bar e Restaurante da Totóia é sinônimo de galinha caipira em Natal. Apesar de o cardápio ter de tudo hoje em dia, é a galinha que impera nos pedidos. Começou como um barzinho, há mais de 30 anos; para incrementar o cardápio, só de tira-gostos simples, foi colocada uma galinha caipira. O sucesso foi tão grande, que virou carro-chefe da casa até hoje. Ozenir Cabral, a Totóia, conta que sua galinha vem de Santa Cruz, Tangará e São Paulo do Potengi.
A galinha de Totóia vai à mesa com a cabidela junto ou à parte do prato, conforme o gosto do cliente. “Eu particularmente adoro o molho pardo já em todo o prato. Entre minha clientela estrangeira, os portugueses são os que mais gostam”, diz. O prato acompanha feijão verde, farofa (ou pirão), e três tipos de arroz (de galinha, refogado, ou de leite com queijo coalho). Pode servir até cinco pessoas, ao preço de R$70. Há um ano Totóia climatizou o ambiente do restaurante – que é sua casa – para deixar a clientela mais confortável. Só atende por reservas.
A Casa do Tota, restaurante na estrada para São José do Mipibu, é especializado em costela no bafo, mas tem a galinha caipira como o segundo prato mais pedido. O cliente tem a opção de pedir à cabidela ou só torrado com xerém, farofa de cuscuz, arroz e feijão. Preço: R$46, para até quatro pessoas. O proprietário Marcos Tonelli conta que cria suas próprias galinhas. O restaurante abre só às sextas, sábados e feriados.
Galinha caipira também pode ser um apreciado tira-gosto. O bar Lamparina, em Ponta Negra, serve em forma de petisco, a “meia galinha” com macaxeira, ao preço de R$25. O curioso é que as galinhas são criadas numa mini-granja localizada nos fundos do próprio bar. O proprietário José Alves Neto garante a autenticidade. “Eu sei se ela é ‘pé duro’ só de olhar. Meu cardápio é baseado na cozinha sertaneja, e não pode fugir disso”, afirma.
O bar Maria Bonita, em Petrópolis, também serve a galinha caipira em versão tira-gosto, a R$16, acompanhada de macaxeira ou batata-doce. O proprietário Evifran Rocha, o Vivi, conta que a galinha vem de São José do Seridó. O bar é famoso por seus autênticos petiscos sertanejos.
Serviço:
Âncora Caipira. Tel.: 3202-9364/ Bar e restaurante da Totóia. Tel.: 3223-6642/ Lamparina. Tel.: 9980-2605 Casa do Tota. Tel.: 8825-9062/ Maria Bonita. Tel.: 3202-4489
Receita:
Galinha de cabidela
Ingredientes:
1 galinha caipira
2 colheres de sopa de vinagre
4 limões
Sal, pimenta do reino e cheiro verde a gosto
2 dentes de alho socados
1 cebola ralada
2 colheres de sopa de óleo
½ pimentão cortado em tiras finas
4 tomates picados (sem pele e sem sementes)
2 colheres de sobremesa de extrato de tomate
2 folhas de louro
Preparo:
Junte o sangue da galinha em recipiente com vinagre. Bata com um garfo, para não talhar. Reserve. Corte a galinha em pedaços. Passe limão. Lave e tempere com sal, pimenta e alho. Reserve. Leve ao fogo uma panela grande, com óleo. Doure a galinha. Junte cebola, cheiro verde, extrato de tomate, louro, pimentão, tomate. Refogue tudo em fogo brando. Acrescente água. Deixe no fogo até que a galinha esteja bem macia. Na hora de servir, junte o sangue (mexa antes) aos poucos, na panela. Leve novamente ao fogo e misture bem. Deixe até que tudo esteja bem cozido. Sirva com batata cozida e arroz branco.
Tribuna do Norte
fotos: emanuel amaral
Galinha à cabidela, em sua receita original, ganha a mesa de restaurantes como a Âncora Caipira
Apesar de ser um prato identificado com a cultura sertaneja do Nordeste, a galinha caipira e seu molho à base de sangue são originários da culinária francesa. A galinha, para começar, chegou ao Brasil com os portugueses, não existia aqui antes disso. O molho pardo chegou a Portugal no século XVIII e de lá alcançou o Brasil. Segundo o historiador Gilberto Freyre, faz parte dos “quitutes com aparência de brasileiros mas que são franceses e refletem o francesismo que desde o século XVIII invadiu a cozinha portuguesa”. Chique, não? O restaurante regional Âncora Caipira tem a galinha do interior desde sempre no cardápio. Os proprietários Augusto e Isabel Azevedo têm fornecedores de São José do Seridó, e fazem questão de ter o galináceo legítimo. “Está cada vez mais difícil ter galinha caipira de verdade. Hoje se usa ração, chocadeira...os criadores querem rapidez, e mudam todo o processo”, explicam. A galinha caipira original tem sabor mais acentuado, carne firme e cor mais intensa. Seu porte é de pequeno a médio, cruzamento livre de várias raças.
A galinha caipira no Âncora pode sair com ou sem o molho pardo, é opcional e não é cobrado à parte. Acompanha feijão verde, arroz e pirão de galinha (feitos na graxa da própria), maxixada e farofa. Serve bem até três pessoas. Preço: R$56,70. Segundo Isabel Azevedo, a maior parte da clientela prefere a galinha torrada, sem a cabidela. “O cliente mais jovem prefere assim. É um sinal de que gostos antigos vão se perdendo com o tempo”, atesta.
O Bar e Restaurante da Totóia é sinônimo de galinha caipira em Natal. Apesar de o cardápio ter de tudo hoje em dia, é a galinha que impera nos pedidos. Começou como um barzinho, há mais de 30 anos; para incrementar o cardápio, só de tira-gostos simples, foi colocada uma galinha caipira. O sucesso foi tão grande, que virou carro-chefe da casa até hoje. Ozenir Cabral, a Totóia, conta que sua galinha vem de Santa Cruz, Tangará e São Paulo do Potengi.
A galinha de Totóia vai à mesa com a cabidela junto ou à parte do prato, conforme o gosto do cliente. “Eu particularmente adoro o molho pardo já em todo o prato. Entre minha clientela estrangeira, os portugueses são os que mais gostam”, diz. O prato acompanha feijão verde, farofa (ou pirão), e três tipos de arroz (de galinha, refogado, ou de leite com queijo coalho). Pode servir até cinco pessoas, ao preço de R$70. Há um ano Totóia climatizou o ambiente do restaurante – que é sua casa – para deixar a clientela mais confortável. Só atende por reservas.
A Casa do Tota, restaurante na estrada para São José do Mipibu, é especializado em costela no bafo, mas tem a galinha caipira como o segundo prato mais pedido. O cliente tem a opção de pedir à cabidela ou só torrado com xerém, farofa de cuscuz, arroz e feijão. Preço: R$46, para até quatro pessoas. O proprietário Marcos Tonelli conta que cria suas próprias galinhas. O restaurante abre só às sextas, sábados e feriados.
Galinha caipira também pode ser um apreciado tira-gosto. O bar Lamparina, em Ponta Negra, serve em forma de petisco, a “meia galinha” com macaxeira, ao preço de R$25. O curioso é que as galinhas são criadas numa mini-granja localizada nos fundos do próprio bar. O proprietário José Alves Neto garante a autenticidade. “Eu sei se ela é ‘pé duro’ só de olhar. Meu cardápio é baseado na cozinha sertaneja, e não pode fugir disso”, afirma.
O bar Maria Bonita, em Petrópolis, também serve a galinha caipira em versão tira-gosto, a R$16, acompanhada de macaxeira ou batata-doce. O proprietário Evifran Rocha, o Vivi, conta que a galinha vem de São José do Seridó. O bar é famoso por seus autênticos petiscos sertanejos.
Serviço:
Âncora Caipira. Tel.: 3202-9364/ Bar e restaurante da Totóia. Tel.: 3223-6642/ Lamparina. Tel.: 9980-2605 Casa do Tota. Tel.: 8825-9062/ Maria Bonita. Tel.: 3202-4489
Receita:
Galinha de cabidela
Ingredientes:
1 galinha caipira
2 colheres de sopa de vinagre
4 limões
Sal, pimenta do reino e cheiro verde a gosto
2 dentes de alho socados
1 cebola ralada
2 colheres de sopa de óleo
½ pimentão cortado em tiras finas
4 tomates picados (sem pele e sem sementes)
2 colheres de sobremesa de extrato de tomate
2 folhas de louro
Preparo:
Junte o sangue da galinha em recipiente com vinagre. Bata com um garfo, para não talhar. Reserve. Corte a galinha em pedaços. Passe limão. Lave e tempere com sal, pimenta e alho. Reserve. Leve ao fogo uma panela grande, com óleo. Doure a galinha. Junte cebola, cheiro verde, extrato de tomate, louro, pimentão, tomate. Refogue tudo em fogo brando. Acrescente água. Deixe no fogo até que a galinha esteja bem macia. Na hora de servir, junte o sangue (mexa antes) aos poucos, na panela. Leve novamente ao fogo e misture bem. Deixe até que tudo esteja bem cozido. Sirva com batata cozida e arroz branco.
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Um soneto de João Lins Caldas na imprensa carioca.


